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Sessão debateu impactos econômicos do veto europeu às carnes brasileiras / Foto: Ana Quinto/Agência Alesc

A decisão da União Europeia de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e animais ao bloco europeu foi um dos principais temas debatidos na sessão ordinária desta terça-feira (12) da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Os deputados Sargento Lima e Neodi Saretta discutiram os impactos econômicos e sanitários da medida para o agronegócio catarinense. “Se deixamos de exportar, o produto pode até baratear dentro do país, no primeiro momento, mas precisamos entender o impacto disso na arrecadação e às consequências diretas à população”, afirmou Sargento Lima.

Durante a sessão, parlamentares também abordaram demandas relacionadas à infraestrutura rodoviária. Neodi Saretta voltou a cobrar o avanço das obras de pavimentação da SC-154, entre Ipumirim e a BR-282, na altura de Vargeão. Já o deputado Oscar Gutz criticou a ausência do Alto Vale do Itajaí nas audiências públicas previstas para debater melhorias na BR-470 e defendeu maior participação regional nas discussões sobre a rodovia federal.

A educação catarinense também esteve entre os assuntos debatidos na tribuna. O deputado Fabiano da Luz demonstrou preocupação com dados divulgados pelo Inep que apontam queda nos índices de alfabetização em Santa Catarina. Segundo o parlamentar, pouco mais da metade das crianças conseguem ler e escrever ao final do segundo ano do ensino fundamental. “O resultado é muito grave e algo precisa ser feito com urgência”, declarou.

A segurança pública e a saúde completaram a pauta da sessão. O deputado Carlos Humberto comentou o caso do empreiteiro sequestrado e morto em Balneário Camboriú e defendeu um debate mais amplo sobre criminalidade no estado. Já o deputado Maurício Peixer destacou o Dia Mundial de Conscientização da Fibromialgia e lembrou a legislação catarinense que garante às pessoas com a doença direitos semelhantes aos das pessoas com deficiência.