Exportações de Santa Catarina somam US$ 3,86 bilhões e registram leve queda no ano
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As exportações de Santa Catarina totalizaram US$ 3,86 bilhões entre janeiro e abril de 2026, resultado 0,2% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Os dados refletem, em parte, os impactos das tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a partir de abril de 2025. No acumulado até abril, as vendas catarinenses ao mercado norte-americano recuaram 39% em comparação aos quatro primeiros meses de 2025. Segundo o presidente da FIESC, Gilberto Seleme, “o desempenho praticamente estável das vendas externas catarinenses entre janeiro e abril ainda reflete tarifas norte-americanas em vigor para muitos produtos catarinenses”.
A China liderou o ranking dos principais destinos das exportações catarinenses no período, com US$ 406,7 milhões e crescimento de 7,2%. O Japão aparece em seguida entre os destaques de expansão, com avanço de 42,2% nas compras, somando US$ 309,6 milhões, impulsionado principalmente pela carne suína. O México também ampliou as importações de produtos catarinenses em 11,6%, alcançando US$ 209,6 milhões. Já as exportações para a Argentina apresentaram queda de 12%, totalizando US$ 259,4 milhões.
Entre os produtos exportados, a carne de aves manteve a liderança da pauta catarinense, com US$ 856,2 milhões e crescimento de 8,2% no acumulado do ano. A carne suína registrou US$ 576,1 milhões em vendas externas, alta de 6%. Também tiveram desempenho positivo os motores elétricos, com crescimento de 9,7%, a soja, com avanço de 33,8%, além de máquinas agrícolas e transformadores elétricos. Em contrapartida, setores ligados ao mercado norte-americano registraram retração, como obras de carpintaria, móveis, compressores de ar e partes de motores.
As importações catarinenses cresceram 4,8% entre janeiro e abril, somando US$ 11,9 bilhões. O cobre refinado permaneceu como principal item importado, movimentando US$ 594,9 milhões e registrando alta de 34,9%. Também cresceram as compras de pneus de borracha e peças para veículos. A China seguiu como principal origem das importações do estado. Dados compilados pelo Observatório FIESC apontam que, apesar das restrições tarifárias internacionais, a balança comercial catarinense segue sustentada pela diversificação dos mercados e produtos exportados.
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