Cobalchini nega interesse na presidência do MDB e defende respeito às divergências; isenção de ICMS dos alimentos é prorrogada — e outros destaques
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O deputado federal Valdir Cobalchini entrou em contato com a coluna para rebater informações de que estaria se movimentando para assumir a presidência estadual do MDB. Segundo ele, essa possibilidade nunca esteve em seus planos. “Eu nunca tive essa intenção, nem agora, nem nunca. Se tivesse, já teria me colocado para disputar”, afirmou.
O parlamentar destacou ainda que, mesmo sendo um dos nomes mais experientes do MDB em Santa Catarina e com forte respaldo eleitoral, sempre evitou entrar em disputas internas pelo controle do partido, priorizando sua atuação parlamentar.
Ao tratar do cenário eleitoral, Cobalchini afirmou que vê como legítima a discussão sobre uma possível aliança com o governador Jorginho Mello (PL). No entanto, reforçou que não há decisão tomada e que o MDB ainda está em fase de diálogo interno. Para ele, o debate faz parte da tradição do partido e não pode ser tratado como divisão. “Esse é o momento de conversar. Não existe decisão. A decisão final é a convenção”, disse.
O deputado também reagiu a classificações de que lideranças favoráveis ao diálogo com o governador estariam em posição de dissidência. Segundo ele, essa leitura só faria sentido após uma definição oficial da sigla. “O jogo está aberto. Ele só vai estar concluído quando nós fizermos a convenção”, reforçou.
Cobalchini admite que, no cenário atual, diferentes caminhos estão colocados, incluindo o apoio a Jorginho Mello ou ao ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD). Segundo ele, enquanto não houver deliberação, os filiados têm liberdade para se posicionar.
Apesar disso, faz um alerta sobre o futuro do MDB. Na avaliação do parlamentar, o partido precisa retomar o protagonismo político no Estado, especialmente com candidaturas próprias ao Governo do Estado e ao Senado, sob risco de continuar perdendo espaço. “O MDB precisa voltar a ter candidato a governador. É isso que faz o partido crescer”, afirmou.
Ele também minimizou a importância de ocupar espaços secundários em chapas majoritárias, como a vaga de vice, argumentando que essas posições não garantem visibilidade nem fortalecem o partido no longo prazo.
Por fim, Cobalchini garantiu que seguirá a decisão que vier a ser tomada na convenção partidária, mantendo a disciplina que, segundo ele, sempre marcou sua atuação política. “Eu sempre respeitei a convenção. Sou um emedebista da gema e disciplinado”, disse.
Na avaliação do deputado, o MDB precisa começar desde já a se organizar para voltar a disputar o governo com competitividade, mirando especialmente o cenário de 2030, com planejamento e construção política consistente. Ele mesmo admite a possibilidade de uma pré-candidatura a governador daqui a quatro anos.
Greve ilegal

A greve dos servidores municipais de Florianópolis foi declarada ilegal pelo desembargador do Tribunal de Justiça, João Henrique Blasi. O Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal tem 24 horas para atender à decisão e liberar os grevistas para a retomada das atividades nos serviços públicos. Na decisão, Blasi afirma que o sindicato não apresentou um plano que garanta a continuidade dos serviços à população, especialmente em áreas essenciais como educação e saúde. A legislação estabelece que, em casos de greve no serviço público, os serviços essenciais devem ser mantidos, o que, segundo o magistrado, não foi cumprido.
ICMS dos alimentos

O governador Jorginho Mello (PL) sancionou a lei que prorroga a isenção de ICMS sobre seis itens da cesta básica até 31 de dezembro. A medida garante imposto zero nas operações internas destinadas ao consumidor final para arroz, feijão e as farinhas de trigo, milho, mandioca e arroz. O projeto, de autoria do Poder Executivo, foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
Isenção do ICMS
A prorrogação da isenção do ICMS para itens da cesta básica em Santa Catarina mantém a desoneração em toda a cadeia produtiva dos alimentos produzidos no Estado. Já os produtos vindos de outras unidades da federação seguem com o benefício aplicado apenas na venda ao consumidor final. A política foi adotada pelo Governo do Estado ainda em 2025, quando a alíquota foi reduzida de 7% para 0% para arroz, feijão e farinhas, como forma de conter a alta dos alimentos. Outros itens, como ovos e hortifrutigranjeiros, já contam com imposto zerado. A Associação Catarinense de Supermercados participou das articulações que levaram à adoção da medida, considerada estratégica para reduzir preços e ampliar o acesso da população a produtos essenciais.
Aniversário da Amrec

Os 43 anos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) foram celebrados, em Criciúma, com uma reunião de trabalho que reuniu prefeitos dos 12 municípios associados e lideranças políticas do Sul do Estado. O encontro, realizado na sede da entidade, teve como foco a apresentação de 14 bandeiras institucionais e o alinhamento de ações em torno do desenvolvimento regional. A condução foi do presidente da entidade e prefeito de Criciúma, Vagner Espíndola, o Vaguinho (PSD), que destacou a importância da construção coletiva das prioridades.
Compromisso com a Amrec
Deputados da região Sul também participaram da celebração dos 43 anos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), e assumiram o compromisso de defender as demandas municipais nas esferas estadual e federal. Estiveram presentes o presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), além dos deputados Zé Milton Scheffer (Progressistas) e Rodrigo Minotto (PDT). Em suas manifestações, eles reconheceram a legitimidade das pautas e a necessidade de articulação política para garantir avanços. Foi firmado um termo de cooperação entre prefeitos e parlamentares, transformando demandas locais em uma agenda regional estruturada.
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