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Caixa 2 de campanha Jorginho Mello Maikon Costa Moacir Sopelsa

Denúncia de Costa pode ter motivado confusão no comitê de Jorginho Mello; Lei do ICMS tramita na Alesc entre outros destaques

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O vereador de Florianópolis, Maikon Costa (PL), foi detido na segunda-feira (12) pela Polícia Militar e conduzido à força para a delegacia, após uma estranha confusão que ocorreu no comitê de campanha do senador, Jorginho Mello (PL), candidato ao Governo do Estado.

Segundo os policiais que atenderam a ocorrência, Costa e uma outra pessoa estavam dentro do pátio do comitê por volta das 23h e, não atenderam ao pedido do segurança para que deixassem o local. Um assessor de Jorginho e uma secretária, identificados apenas pelo primeiro nome, como Natan e Danieli, relataram que Costa estava importunando há diversos dias no comitê. Ao pedirem para o vereador que também é candidato a deputado federal, deixar o local, ele teria se recusado, o que, pelo relato da PM, iniciou uma confusão tendo sido feito o uso da força. Costa foi imobilizado, algemado e chegou a ferir o nariz.

Por sua vez, Maikon Costa desafiou a PM a divulgar as imagens das câmeras dos policiais que atuaram na ocorrência, o que, segundo ele, comprovará que não houve nenhum tipo de ação que merecesse a abordagem que recebeu. O vereador destaca ainda que as testemunhas apresentadas pelos policiais, Natan e Danieli, não estavam no local, por isso, não poderiam ter presenciado tal ação. “As testemunhas servem apenas para preenchimento de uma narrativa equivocada e recheada de mentiras, que deve inclusive ser apurada como crime de falso testemunho”, afirmou, através de nota.

Questionado se houve a negativa de sair do local, Costa explicou que por motivo de segurança, decidiu permanecer dentro do pátio, por temer a violência onde fica o comitê, localidade em que um amigo já chegou a ser baleado.

O vereador também afirma que nunca se negou a se identificar, mas, quando o policial perguntou sobre o motivo de sua presença no local, informou que não poderia dar detalhes, pois, um dos assuntos que foi para discutir com Jorginho Mello, era de competência da Polícia Federal por envolver alguém com foro privilegiado.

Procurada, a assessoria do senador informou que não haverá manifestação sobre o caso. Quanto a situação do vereador no partido, também não houve qualquer resposta.

Caixa 2

No mesmo dia 12, antes de se dirigir ao comitê de campanha do senador, Jorginho Mello (PL), candidato ao Governo do Estado, o vereador Maikon Costa (PL) foi à tribuna em sessão da Câmara da Capital. Ele disse que não compactua com Caixa 2 em campanha, seja de qual partido for, inclusive o seu. Através de nota que me foi enviada, o vereador escreveu: “Espero que meu discurso realizado na segunda (12) na Câmara Municipal de Florianópolis, em que relato que não passaria pano para possíveis irregularidades, sejam elas em outros partidos, ou no meu, não tenham sido as motivações para todo este verdadeiro circo. Sigo firme acreditando na integridade dos candidatos que carregam o 22, e alertando os postulantes de possíveis erros no curso do processo. Espero que este mal entendido seja logo esclarecido e que os mecanismos de “compliance” partidário sejam aperfeiçoados (sic) ”, escreveu.

Fonte confirma

Ontem à noite eu conversei com uma fonte ligada ao vereador, Maikon Costa (PL). Ouvi o relato de que o vereador tem o conhecimento de supostas irregularidades envolvendo Caixa 2 de campanha envolvendo candidatos do PL. Questionado sobre quais candidatos, a fonte não quis responder. Também procurado, Costa disse que não falará sobre o assunto, o qual será levado para as autoridades competentes.

Sopelsa consegue aprovar

O governador em exercício, o deputado Moacir Sopelsa (MDB), conseguiu aprovar três projetos de lei enviados por ele para a Assembleia Legislativa. As matérias aprovadas criam o Programa Vale Leite nas escolas estaduais, amplia o teto de enquadramento para microprodutores rurais e, também um projeto que visa incentivar investimentos nas redes de cooperativas de eletrificação rural. O próprio Sopelsa irá sancionar as novas leis.

ICMS

A Assembleia Legislativa admitiu a tramitação da Medida Provisória que reduziu as alíquotas do ICMS cobrado aqui no estado sobre a gasolina, o etanol e a energia elétrica. Em um dos artigos, a alíquota do imposto é reduzida de 25% para 17%. O outro artigo estende a não incidência do ICMS, sobre os serviços de transmissão, distribuição e encargos setoriais vinculados às operações com energia elétrica. A matéria seguirá para as comissões.

Errata

Ontem por um ato falho, errei ao publicar o nome do presidente estadual do Pros, Euclides Pereira Neto, como quem teria assinado uma resolução em que valida as ações o ex-presidente do partido, Jefferson Rocha, entre as quais, a que homologa a candidatura de Ralf Zimmer Júnior ao Governo do Estado. Na verdade, quem assinou o documento foi o presidente nacional, Eurípedes Macedo Júnior. Peço desculpas pelo erro!

Disputa

Enquanto que Euclides Pereira Neto quer que o Pros fique alinhado ao governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), a direção nacional do partido defende que seja mantida a candidatura de Ralf Zimmer Júnior ao Governo do Estado. Ralf tem sido o maior crítico de Moisés na campanha, situação que motivou a ação da chapa do governador, para tentar indeferir a candidatura de seu desafeto.

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