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Motta demonstra força, mas é ignorado por Moisés; Pessedistas abraçam Gean; Dário Berger já pensa em alternativas entre outros destaques

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Ontem o deputado estadual, Sérgio Motta, presidente do Republicanos aqui no estado, deu uma grande demonstração de força. Aliado ao ex-secretário de Estado da Assistência Social, Claudinei Marques, realizou um evento no Golden Hotel em São José, onde, de acordo com a organização, reuniu quase 2 mil pessoas.

Tanto Motta que é pré-candidato à reeleição, quanto Claudinei que é pré-candidato a federal, receberam o apoio dos presentes que em sua maioria, são ligados ao movimento evangélico, sobretudo a Igreja Universal do Reino de Deus, que praticamente tem o comando do partido. Vale lembrar que o Republicanos também tem entre os seus pré-candidatos na proporcional, o ex-prefeito de Chapecó, Luciano Buligon; o ex-prefeito de Balneário Camboriú, Edson Piriquito; o ex-presidente do Bolshoi, Valdir Steglich, o ex-secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro e o ex-secretário de Estado da Administração Prisional, Leandro Lima, que disputarão a estadual. À federal, o deputado estadual, Coronel Mocellin, Lucas Esmeraldino e o próprio Claudinei Marques.

O que chamou a atenção, é que em pleno domingo o governador Carlos Moisés da Silva não tirou um tempo, para prestigiar o evento para o qual ele foi convidado. Foi mais uma clara demonstração de distanciamento de Moisés em relação ao seu partido. Uma fonte me relatou que Sérgio Motta sabia que o governador dificilmente iria e, o motivo alegado foi o “Dia dos Namorados”. Quem olhar no perfil de Moisés nas redes sociais, verá que ele postou uma foto cozinhando para a sua esposa, a primeira-dama Késia da Silva. “O bispo (Sérgio) chegou a enviar uma mensagem um pouco antes do evento, mas o governador nem respondeu”, relatou uma liderança, que também informou que o nome de Moisés não foi citado durante o encontro.

Moisés segue cozinhando o deputado Motta

A mesma fonte externou o sentimento dentro do partido em relação a Moisés. Me passou que o governador tem sido visto como ingrato, alguém que não demonstra a mínima consideração para com o Republicanos e suas lideranças que o acolheram. “Não há absolutamente nenhuma ligação de afeto, companheirismo, ou como se fala no próprio meio militar, espírito de corpo. O pior de tudo, é o fato de que se antes da eleição está desse jeito, imagina depois caso ele venha a ser reeleito”, desabafou a fonte.

Somado ao distanciamento, a foto do almoço em que Moisés aparece ao lado do ex-deputado estadual, Gelson Merisio, discutindo um apoio mútuo na eleição estadual e com reflexos pró-Lula, segue repercutindo no partido. Na opinião da liderança com quem conversei, o governador pode ter evitado comparecer, para não ser obrigado a dar explicações. Pelo visto, preferiu ignorar os correligionários, assim como tem feito com o deputado Sérgio Motta, já que até o momento não deu explicação alguma do que ocorreu em Brasília.

Marqueteiro à distância

O governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), e um de seus maiores articuladores político, o prefeito de Bombinhas, Paulo Müller, já estão acertados com o gaúcho, Alexandre Oltramari, para ser o marqueteiro da campanha. Essa informação eu divulguei há alguns dias. Acontece que ontem uma fonte relatou que o trabalho de Oltramari será à distância, pelo fato de que ele também estaria fechado com Alexandre Kalil (PSD) que disputará o Governo de Minas Gerais e, com o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), que disputará a reeleição. Neste caso, Oltramari teria dois nomes aqui no estado para fazer o trabalho orientado à distância.

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Insatisfação

Fontes com circulação na Casa D’Agronômica me relataram uma situação no mínimo curiosa. Há cerca de três meses, o governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) se mostrando bastante irritado, cobrou fortemente do secretário da Casa Civil, Juliano Chiodelli, do secretário de Estado da Administração, coronel Jorge Tasca, e do secretário geral de Governo, coronel Márcio Ferreira, uma melhor articulação na Assembleia Legislativa. Moisés está irritado pelo fato de que não há um deputado fiel, ao ponto de fazer uma forte defesa de seu governo. Durante a “bronca”, o governador chegou a mencionar os deputados estaduais de oposição ao seu governo, Bruno Souza (Novo) e Jessé Lopes (PL), dizendo que, apesar das diferenças, os admira pela atuação na Alesc. Segundo os relatos, Moisés chegou a dizer que “gostaria de ter uns loucos assim, ao seu lado”.

E o MDB?

Segue a novela emedebista. O presidente estadual do partido, deputado Celso Maldaner, está conseguindo se isolar. Até mesmo lideranças que, até então, estavam próximas a ele, começam a questionar o comportamento de Maldaner. Fontes do partido começam a acusá-lo de forçar a barra para ganhar um espaço na majoritária. Isso seria o resultado da decisão do ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, que já teria descartado a disputa ao Governo do Estado. Ele ainda não anunciou oficialmente. Pessoas próximas a Lunelli, ainda tentam convencê-lo a disputar a convenção.

Alternativas

O ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, somente pode se encaixar em três possibilidades que são: disputar o Governo do Estado, a vice, ou a deputado estadual. Como é dono de algumas emissoras de rádio, Lunelli não pode disputar a deputado federal, ou Senado, pois, se for eleito, poderá perder as concessões. A questão é que o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler, tem conversado quase que diariamente com o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), que já o convidou para vice. Neste caso, sobraria a estadual, porém, Lunelli baterá de frente com Fernando Krelling, o único deputado estadual que esteve ao seu lado durante todo esse tempo.

Tem um porém

“Lunelli tem autonomia para decidir desde que seu nome foi homologado, desde que renunciou a prefeitura de Jaraguá do Sul para abraçar a candidatura ao governo de Santa Catarina pelo MDB”, diz uma parte da manifestação do presidente estadual do partido, deputado Celso Maldaner, a qual divulguei na sexta-feira. Portanto, se Antídio Lunelli for convencido pelo seu grupo, que deve disputar a convenção como pré-candidato ao Governo do Estado, Maldaner não poderá contrariar a sua própria afirmação.

Casamento firme

Na sexta e no sábado o PSD realizou dois eventos, um em Rio do Sul, capitaneado pelo prefeito, José Thomé (PSD), e no sábado em Braço do Norte, com a organização do prefeito, Roberto Marcelino (PSD). Um grande número de filiados e simpatizantes foram aos eventos que apresentaram os pré-candidatos, Gean Loureiro (UB), ao Governo do Estado, e Eron Giordani (PSD) para vice. Uma leitura feita pelas lideranças é que a militância do PSD e, o eleitorado bolsonarista próximo ao prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), simpatizou com Gean.

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Disputa na esquerda

Os movimentos fratricidas na esquerda, podem provocar o enfraquecimento da chamada Frente Democrática. Uma fonte me contou que o senador, Dário Berger (PSB), já pensa na possibilidade de conversar com o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), e com o pré-candidato a governador, Gean Loureiro (UB). Neste caso, a proposta seria o alinhamento de Berger, porém, disputando em chapa avulsa ao Senado. Outra alternativa, conforme já divulguei, seria uma aliança com o PDT, oferecendo palanque aqui no estado para o pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT). Neste caso, Jorge Boeira pode ser o vice.

Possibilidades

A má repercussão do almoço em Brasília entre o governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) e Gelson Merisio (Solidariedade), quando se discutiu um possível pacto de apoio ao pré-candidato a presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode provocar uma resistência de Moisés a Dário. A leitura é que se Berger se unir a chapa, o eleitor que não quer a esquerda, se afastará de Moisés. Já uma fonte ligada ao pré-candidato a governador, Gean Loureiro (UB), me disse que não existe a possibilidade de aliança com Dário.

Curiosidade

Algumas lideranças ainda tentam entender o movimento feito pelo presidente estadual do PT, Décio Lima, visto como brusco e que, claramente, afasta o senador, Dário Berger. Nos bastidores da esquerda, lideranças chamam de blefe a aposta de Lima, pois, todos mencionam que Gelson Merisio (Solidariedade), praticamente não tem partido, base e nem estrutura, ainda mais se comparado a Berger.

Amin no páreo

O senador Esperidião Amin (Progresistas) esteve durante o final de semana em Chapecó. Ele participou do evento em que a pré-candidatura à reeleição do deputado estadual, Altair Silva, e a federal da ex-secretária nacional da Juventude, Jay Nicaretta, foram lançadas. Amin está decidido a disputar a eleição ao Governo do Estado e, é preciso dizer que não terá nada a perder. Se não se eleger, volta para o Senado onde terá mais quatro anos de mandato. Conforme já escrevi, a chapa dos sonhos de Amin tem o PSDB de vice, podendo ser a deputada federal, Geovânia de Sá, e ao Senado o deputado estadual, Kennedy Nunes (PTB).

Efeitos

A decisão do senador, Esperidião Amin (Progressistas), de disputar o Governo do Estado, dividirá ainda mais o palanque Bolsonarista e isolará de vez o senador, Jorginho Mello (PL), que terá que recorrer a uma solução caseira. Na mesa, os nomes de empresários de Joinville e Blumenau para vice.

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