...
Alesc Antídio Lunelli Antônio Ceron Carlos Chiodini Carlos Moisés da Silva Dário Berger Esperidião Amin Fabrício Oliveira Gean Loureiro Gelson Merisio Jair Bolsonaro JBS Jorginho Mello Márcio Vaccaro Raimundo Colombo

Chiodini já tem proposta de chapa para Moisés; Nome de empresário para vice; Colombo já aceitou declinar da candidatura entre outros destaques

  Agora estamos nas redes sociais. Segue lá!
 
Instagram: @scempauta
 
Twitter:  @scempauta
 
https://www.facebook.com/scempauta

Para receber a coluna via WhatsApp, favor enviar mensagem com o seu nome e cidade e salvar o número: 49 98504.8148. Faça parte da lista de transmissão do site que todo mundo lê.

Chiodini costura aliança pró-Moisés

Lideranças afirmaram ontem à noite com exclusividade à coluna, que o MDB baterá o martelo sobre o seu futuro na próxima semana, ou mais tardar, na semana seguinte. O deputado federal, Carlos Chiodini, ficou com a tutela da decisão que deve carregar os deputados estaduais, federais e prefeitos do partido.

A chapa dos sonhos de Chiodini tem o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), na cabeça, com o empresário Márcio Vaccaro (PSDB) de vice e, o próprio Chiodini ao Senado. Além de abrir uma vaga aos tucanos, o emedebista aposta no apoio do ex-deputado estadual, Gelson Merisio (Solidariedade), e de parte da esquerda em um eventual segundo turno. Com Merisio e Vaccaro no jogo, Moisés passaria a não ter mais problema de financiamento de campanha.

Se tudo sair como Chiodini planeja, ele se consolidará como o superpoderoso do MDB. De um mero desconhecido, passou a ganhar espaço quando foi secretário de Estado no governo de Raimundo Colombo (PSD). Depois através das mãos do senador Dário Berger, conseguiu alcançar a vice-presidência nacional do MDB e, foi nomeado para comissões importantes no Congresso Nacional.

Apesar dos espaços que ocupou, faltava capilaridade e força política a Chiodini, que agora supera as limitações e mostra o seu lado articulador. Primeiro ele se juntou ao presidente estadual do partido, deputado Celso Maldaner, para derrotar a bancada estadual nas chamadas prévias, que por fim acabaram nem acontecendo, mas que deu espaço ao ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, que vinha carregado por Chiodini e Maldaner no colo.

Agora, será a vez de Maldaner ser derrotado pelo seu aliado Carlos Chiodini, que dará a Moisés uma condição um pouco mais confortável e segura para a eleição, abrindo mão de uma das vagas que o governador ofertou aos emedebistas, no caso a vice, para atrair o PSDB e construir uma aliança em busca da reeleição de Moisés.

Vaccaro

O empresário Márcio Vaccaro é presidente da Rafitec S/A Indústria e Comércio de Sacarias, empresa localizada em Xaxim no Oeste. Ele também é envolvido com outros empreendimentos, a exemplo de uma empresa de Açaí, localizada no Norte do país, além de uma marca de suplemento alimentar para atletas entre outros negócios. Vaccaro tem uma grande amizade com Gelson Merisio e na eleição passada chegou a pensar em disputar uma vaga a deputado estadual.

Merisio aceitou

O pragmático Gelson Merisio (Solidariedade) está pronto para dar mais uma guinada em seu projeto eleitoral. Dando certo o projeto de Chiodini, Merisio se afasta da frente de esquerda e se junta a seu amigo e sócio, Márcio Vaccaro, a quem filiou ao PSDB quando ainda estava no partido, em apoio a seu adversário na eleição passada, o governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos). Os movimentos de Merisio já começaram. Foi plantada uma informação de que ele anunciou apoio ao ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por ter sido forçado pela JBS onde é conselheiro, caso contrário, teria sido retirado do cargo. Merisio ao seu modo, segue com movimentações bruscas em busca de um projeto para chamar de seu.

A matemática de Merisio

Até as pedras sabem que o ex-deputado estadual, Gelson Merisio (Solidariedade), decidiu seguir o projeto da esquerda por puro pragmatismo, nada mais do que isso. Onde tiver um caminho aberto que possa levá-lo a disputar o Governo do Estado, é por ali que ele caminhará. Merisio é inteligente, viu o crescimento de Lula nas pesquisas e, como não tinha espaço em outro projeto, decidiu aderir ao Lulismo de ocasião. Até mesmo a sua filiação ao Solidariedade foi de caso pensado. Aconteceu na época em que Geraldo Alckmin ameaçou não ir para o PSB e, o Solidariedade apareceu como opção. Ágil, Merisio fez a conta certa, ou seja, se filiaria ao Solidariedade e, se Alckmin fosse para o partido, ele seria alçado à condição de candidato a vice de Décio Lima (PT), tirando Dário Berger (PSB) do jogo.

Não houve imposição

O que Gelson Merisio (Solidariedade) fez, foi o famoso cálculo político, nada mais do que isso. Portanto, a JBS não o obrigou a apoiar o ex-presidente Lula, pois se tivesse que ter feito isso, teria sido com um nome em evidência no cenário estadual. Em suma, Merisio não assume o seu já conhecido pragmatismo e tenta imputar à JBS, o papel de vilã da história, ao invés de assumir que deseja de qualquer forma, participar de um projeto com condição de vencer a eleição, mesmo não sendo candidato. Foi isso que ele disse ao PSB quando tentou ir para o partido.  

Colombo já declinou

Ontem à noite eu conversei com o prefeito de Lages, Antônio Ceron (PSD), sobre a fala que ele fez em um evento na Serra com o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos). Conforme escrevi na coluna de ontem, a fala de Ceron praticamente expôs a decisão de Raimundo Colombo (PSD) de não disputar o Governo do Estado. O fato é que Colombo já teria assimilado que, a maioria do partido quer estar com o ex-prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (UB). Até mesmo o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, ligou pra Colombo pedindo que ele aceite disputar ao Senado. O entendimento no partido é de que o ex-governador, é o nome mais competitivo entre os postos para a disputa à Câmara Alta.

Ceron confirma

O prefeito de Lages, Antônio Ceron (PSD), confirmou a informação que haviam me passado ontem à tarde, de que será o Senado o caminho escolhido por Raimundo Colombo (PSD). O ex-governador se reuniu ontem com a bancada estadual e a noite jantou com o deputado Júlio Garcia (PSD), e o ex-governador, Jorge Bornhausen. Após alguns dias um pouco conturbados, a paz volta a reinar entre os pessedistas.

Fiel ao partido

“O senhor pode contar com a região serrana, que ela vai reconhecer muito o que o senhor fez. E a maneira de reconhecer todos sabemos qual é”. Esse é um trecho da fala o prefeito de Lages, Antônio Ceron (PSD), num evento no final de semana com a presença do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), que motivou a leitura que fiz na coluna de ontem, sobre Raimundo Colombo (PSD) estar fora da disputa ao Governo do Estado. Questionei a Ceron se ele está realmente decidido a apoiar Moisés. A resposta foi que o governador sabe que ele (Ceron), é fiel ao seu partido, portanto, não poderá apoiá-lo em seu projeto de reeleição. O prefeito disse ainda que apenas expressou o sentimento da região em relação aos políticos que ajudam a Serra. “Assim como o Raimundo (Colombo) também fez pela região”, afirmou.   

Espaço para a esquerda

Para o prefeito de Lages, Antônio Ceron (PSD), das candidaturas que estão se colocando no cenário, apenas uma não tem um alinhamento com a direita, o que segundo ele, é uma vantagem para a esquerda que poderá chegar no segundo turno.  

Fabrício com Moisés?

Na semana passada a colega Dagmara Spautz do grupo NSC, divulgou um encontro entre o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), e o prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (Podemos). Moisés apareceu de surpresa e pediu para que a conversa fosse a portas fechadas. Segundo Dagmara, ele fez um convite para Fabrício coordenar a sua campanha. Ontem, foi a vez de Fabrício retribuir a visita e se encontrou com Moisés na Casa D’Agronômica. A aproximação tem dividido opiniões entre os apoiadores de Fabrício.

Aproximação

O prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (Podemos), que chegou a ser pré-candidato a governador, até então era um crítico do governo de Carlos Moisés da Silva (Republicanos), tanto, que ele era uma das vozes de resistência à aproximação do Podemos com o governador. A partir da desistência de disputar, Fabrício começou a receber visitas constantes da deputada estadual, Ana Paula da Silva, a Paulinha (Podemos), e do prefeito de Bombinhas, Paulo Müller, o Paulinho. Eles entendem que Fabrício é a peça que falta para o Podemos ir por inteiro com Moisés, inclusive, pode entrar no jogo a promessa de revitalização da orla em Balneário.

O erro de Fabrício

Lideranças próximas ao prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (Podemos), avaliam como um erro o fato dele não disputar a eleição deste ano. O entendimento é de que Fabrício seria um forte candidato a se eleger, tanto para a Assembleia Legislativa, como para a Câmara Federal.

Amin com o PROS

O senador Esperidião Amin, o secretário geral do Progressistas, Aldo Rosa, e o presidente estadual do partido, Silvio Dreveck, se reuniram ontem com o presidente estadual do PROS, Jeferson da Rocha, e com o pré-candidato do partido a governador, Ralf Zimmer Júnior. A informação é que discutiram o estado, mas nada conclusivo sobre uma possível aliança.

Destaque

O vereador de São José, Cryslan de Moraes (NOVO), recebeu na semana passada o Troféu Destaque Nacional, da União dos Vereadores do Brasil, pelo projeto “Fiscaliza São José”, realizado por seu gabinete. O prêmio reconhece práticas inovadoras e de destaque nacional. O projeto visa a fiscalização de equipamentos públicos, contratos, obras e os serviços públicos.

Para receber a coluna via WhatsApp, favor enviar mensagem com o seu nome e cidade e salvar o número: 49 98504.8148. Faça parte da lista de transmissão do site que todo mundo lê.

  Agora estamos nas redes sociais. Segue lá!
 
Instagram: @scempauta
 
Twitter:  @scempauta
 
https://www.facebook.com/scempauta