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Maldaner receberá estudo que embasa possível futuro pedido de impugnação da candidatura de Moisés; Amin quer disputar ao Governo com Colombo ao Senado, entre outros destaques

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Em uma reunião o presidente estadual do MDB, Celso Maldaner, foi orientado a observar as movimentações provocadas pelo governo de Carlos Moisés da Silva (Republicanos), em relação ao Plano 1000, programa que tem destinado R$ 1 mil por habitante para cada município.

Há um estudo em andamento e que será entregue a Maldaner, apontando a prática do programa como abuso de poder econômico e político, por violar a impessoalidade quando uma comissão formada pelo próprio governo, é quem decide para qual município irão os recursos. Ao receber a informação o líder emedebista disse que o Plano 1000 aparenta ser abusivo e que, o governo tem deixado rastro.

A ideia é que Celso Maldaner após 5 de agosto, quando as candidaturas já tiverem sido homologadas, de posse do estudo apresente um pedido de impugnação da candidatura de Moisés na Justiça Eleitoral. Ele não respondeu se irá fazer a denúncia, mas terá acesso aos documentos.

Para um dos autores do estudo, os crimes de abuso do governo ficam escancarados, quando no anúncio dos recursos, Moisés vai com o seu staff aos municípios beneficiados e durante os eventos, os prefeitos fazem manifestações de apoio à reeleição do governador.

Três prefeitos de diferentes partidos que anunciaram apoio a Moisés, defenderam a prática. Disseram que o governo os tem atendido oportunizando que o dinheiro chegue na ponta, ou seja, nos municípios. “Sempre foi uma dificuldade tremenda receber recursos assim, direto, com a liberdade para aplicar o dinheiro, em o que é prioridade para o município. Agora é diferente, agilizou o processo”, afirmou.

O fato é que Carlos Moisés terá que enfrentar alegações de que o Plano 1000 é um programa eleitoreiro, que beneficia quem apoia o seu governo e que, os atos são uma verdadeira campanha antecipada pela sua reeleição.

E tem mais

A dor de cabeça do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), pode se tornar ainda maior. Acontece que lideranças bolsonaristas em reunião com o procurador geral da República, Augusto Aras, ouviram do líder do Ministério Público Federal que serão ajuizadas duas ações contra Moisés no Supremo Tribunal Federal. A primeira será contra a indenização pelo uso do veículo por servidores públicos do Estado, em setores específicos. O benefício apelidado de “vale gasolina” é de R$ 5 mil. Além disso, a transposição dos cargos da Fazenda também será alvo de denúncia de Aras contra o governo de Moisés.

Sopelsa no governo

O presidente da Assembleia Legislativa, Moacir Sopelsa (MDB), deverá assumir o Governo do Estado durante o período eleitoral. O acordo já estaria firmado, faltando somente a definição das datas. Uma fonte adiantou que Sopelsa deverá ficar à frente do governo nos meses de agosto e setembro, período em que o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), terá que intensificar os seus roteiros por conta da eleição.

Almoço das bancadas

Tanto o almoço da bancada do MDB na Assembleia Legislativa, quanto o do PSD, não teve nenhum vazamento de informação. Ou melhor, antes de ir para a Assembleia Legislativa, o presidente estadual dos emedebistas, deputado Celso Maldaner, confidenciou para algumas pessoas que manterá a sua defesa pela candidatura de Antídio Lunelli ao Governo do Estado até o fim. Esse era o recado que ele iria levar para a bancada, segundo uma fonte.

Para tirar foto

A reunião entre os pré-candidatos ao Governo do Estado, Antídio Lunelli (MDB), e Raimundo Colombo (PSD), além do pré-candidato a deputado estadual, Napoleão Bernardes (PSD), teve um único objetivo: o de Colombo e Antídio foi o de mostrar que estão conversando com outros partidos. Foi uma sinalização para as suas bases que buscam construir uma forte aliança. No mais, nada de concreto.

Para valer

A reunião para valer, aconteceu na Prefeitura de Criciúma e contou com a participação do prefeito, Clésio Salvaro (PSDB), anfitrião do encontro, do senador, Esperidião Amin (Progressistas) e de Raimundo Colombo (PSD). A conversa de ontem mostra a intensificação dos encontros entre os partidos, já que na semana passada, em uma rua de Florianópolis, por um ato falho, Colombo entregou que estava indo ao encontro de Salvaro. “Salvaro, já estou a caminho”, disse o ex-governador ao telefone, bem no momento em que parei para cumprimentá-lo e ao seu assessor, Cláudio Thomas. O fato é que Amin deseja ser o candidato da chapa, mas não forçará a barra, já que Colombo também deseja. A diferença é que para a formação de uma aliança, Amin até abre mão da cabeça, desde que se tenha viabilidade. Por enquanto, Colombo seguirá mantendo a sua posição de disputar o governo, porém, há quem diga que ele aceitaria disputar uma vaga ao Senado. Já Salvaro tentará a construção de um espaço de protagonismo ao PSDB.

Gean quer asfaltar

Pré-candidato ao Governo do Estado, Gean Loureiro (UB) tem dito que deseja repetir em Santa Catarina a Operação Asfaltaço, que pavimentou mais de 240 quilômetros de ruas de Florianópolis. O ex-prefeito da Capital ficou inconformado com os dados da Prefeitura de Joinville, maior cidade do Estado, de que quase metade das ruas do município ainda são de barro. Em uma visita ao prefeito Adriano Silva (NOVO), Gean falou da necessidade de o governo se aproximar mais de Joinville. “É a maior cidade do Estado, um dos grandes pólos geradores de riqueza em Santa Catarina, e boa parte da população ainda suja o sapato com poeira e lama. A Prefeitura tem um orçamento apertado, gerencia um grande hospital, o Estado precisa fazer justiça com a Capital do Norte”, disse Gean.

Mais reunião

O pré-candidato emedebista ao Governo do Estado, Antídio Lunelli, esteve ontem acompanhado do presidente estadual de seu partido, Celso Maldaner, reunido com o PROS. O partido nanico foi representado pelo seu presidente no estado, Jeferson Rocha, e pelo pré-candidato do PROS ao Governo do Estado, Ralf Zimmer Júnior, que convidou o advogado, Leandro Maciel para se integrar às conversas. Durante o bate-papo, foi apresentada a ideia de convidar o deputado estadual, Kennedy Nunes (PTB), para conversa. Em viagem aos Estados Unidos, Nunes que está hospedado na casa de um sobrinho, atendeu ao telefone e aceitou o pedido para que mesmo remotamente, participasse da conversa. Foi apresentada a ideia da formação de uma chapa bolsonarista, que teria Antídio na cabeça, Ralf de vice e Kennedy ao Senado. Em resposta, o líder do PTB no estado disse achar muito difícil, a tarefa de convencer os bolsonaristas raiz, a votar no MDB.

PTB com o Progressistas

Uma fonte petebista me disse que um possível alinhamento do PTB com o Progressistas, seria visto com bons olhos, ainda mais se o senador, Esperidião Amin, for o candidato a governador. Neste caso, o deputado estadual, Kennedy Nunes (PTB), poderia disputar a vaga ao Senado alinhado a Amin que é considerado um bolsonarista, devido a sua amizade de anos com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

Esquerda

Ontem aconteceu mais uma reunião entre o PT, PDT, PSB, PCdoB, PV, Rede, PSOL, Solidariedade e Rede Sustentabilidade, que se intitulam como da Frente Democrática. Segundo nota enviada pela assessoria, o debate sobre a composição da chapa majoritária segue em aberto, sendo garantida a autonomia dos partidos na indicação de pré-candidaturas que representem o esforço da unidade e seu programa, cuja construção se iniciou com a reunião liderada por Manoel Dias na tarde de ontem, contando com a participação de representantes dos distintos partidos. Após o encontro, o presidente petista, Décio Lima, foi para São Paulo comemorar junto com o ex-presidente Lula, pré-candidato do PT à Presidência da República, o aniversário de sua esposa, a ex-deputada estadual, Ana Paula Lima.

Querem que o leite suba?

Ontem à Assembleia Legislativa foi palco da votação dos vetos do governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) em emendas incluídas no Projeto de Lei que trata de alterações no ICMS. Por 19 a 13, os deputados estaduais decidiram pela manutenção dos vetos. É curioso observar a lista de deputados que votou pela derrubada do veto, ou seja, parlamentares que são a favor do aumento de ICMS do leite longa vida para 17%, bem como, a favor da redução dos impostos para bebidas quentes, como uísque, vodca e demais destilados para 3,2%. Na verdade, os que votaram a favor da redução do percentual das bebidas, não procuraram construir, apenas votaram de forma política em uma pauta que cairia rapidamente através de uma Ação Direita de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal. Mediador do conflito, o presidente da Alesc, Moacir Sopelsa (MDB), tentou até os últimos dias salvar a questão do imposto nos alimentos servidos nos ambientes comerciais.

Interesse da sociedade

“É a construção de um acordo fundamentado no interesse da sociedade civil”, disse a deputada estadual, Ana Paula da Silva, a Paulinha (Podemos), ao se colocar favorável à manutenção dos vetos do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), em relação ao ICMS. Ela foi acompanhada pelos deputados Fabiano da Luz (PT) e Valdir Cobalchini (MDB). “O projeto diminui para 3,2% o imposto sobre a comida e atende parcialmente bares e restaurantes”, acrescentou Cobalchini, enquanto que Fabiano destacou que se o veto fosse derrubado, o alimento ia pagar mais imposto que as bebidas alcoólicas. “Esse projeto atende bares e restaurantes na parte dos alimentos, coloca o leite de volta à cesta básica e atende os produtores de farinha de trigo”, disse Sopelsa ao final.

Pela diminuição dos impostos

No último dia 11, o Governo do Estado encaminhou um novo PL para reduzir a alíquota do leite longa vida para 7% e dos alimentos em bares e restaurantes para 3,2%. O documento prorroga, também, o benefício fiscal da farinha para pães até 31 de dezembro de 2023. Para atender o pleito da indústria do leite, que acumula prejuízos com a retirada do benefício de 4% de crédito sobre matéria-prima do leite, em 2012, o Estado propôs a criação de um grupo de trabalho.

Mourão em Chapecó

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (Republicanos), desembarcará hoje de manhã em Chapecó. Pré-candidato ao Senado no Rio Grande do Sul, Mourão somente usará o aeroporto da capital do Oeste, pois o município gaúcho de Frederico Westphalen não tem um terminal com a capacidade de Chapecó.

Aprasc nega

Lideranças e diretores ligados a Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc), entraram em contato para negar que durante a conversa com a vice-governadora, Daniela Reinehr (PL), pediram ajuda para a nomeação de dois policiais ligados a entidade na Assembleia Legislativa. De acordo com os dirigentes, a atual gestão é totalmente contrária que qualquer integrante da diretoria assuma cargos com indicação política.

Secretário da Aprasc nega

Recebi com surpresa a matéria do SC em Pauta, do jornalista Marcelo Lula, em especial por citar especificamente o meu nome. Sendo assim, se faz necessário restabelecer a verdade, conforme segue:

Reitero que desde o pleito eleitoral eu defendo que diretores de entidades representativas NÃO podem pleitear quaisquer cargos políticos, mantendo assim sua independência para trabalhar em prol da categoria.

Sendo assim, na conversa com a vice-governadora, ou com qualquer outro político catarinense, conforme os registros de diálogo com deputados, sendo eles da base governista ou oposição, nunca houve pedido para que qualquer diretor tivesse um cargo na casa militar da ALESC, lugar almejado por muitos pela gratificação paga aos policiais que ali trabalham.

A visita realizada a Vice-Governadora teve objetivo institucional, para debater assuntos do interesse da coletividade dos praças, visando levar a Vice-Governadora a visão da Aprasc acerca do plano de carreira, Iprev e demais assuntos de interesse da coletividade, além de deixar um convite para que a ex-policial militar (praça), hoje vice governadora, possa nos visitar na entidade” – Rafael Domingos Neto – Secretário-Geral da Aprasc.

Eleições Sinpol SC

Com mais de 77% dos votos válidos, os Policiais Civis de Santa Catarina elegeram, ontem (19), a “Chapa Unicidade”, que dá continuidade à gestão do atual presidente Elmar Schmitt Osório. Foi eleito, Paulo Abreu, que vinha atuando como diretor jurídico e, agora, atuará à frente do Sinpol SC até 2025. O processo eleitoral contou com 31 seções espalhadas pelo Estado e foi muito elogiado pela organização.

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