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Damares visita a Granfpolis; Ofensas entre vereador e vereadora da Capital prometem novos capítulos – Coluna da Maria Helena

Um dos compromissos da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, em Santa Catarina nesta sexta-feira (25), foi na Associação dos Municípios da Região da Grande Florianópolis, atendendo convite feito no ano passado em Brasília, pela ex-presidente da entidade, Cleci Veronezi (MDB), prefeita de Rancho Queimado, e primeiras-damas da região.

O objetivo da visita foi para apresentação dos diversos programas do MMFDH voltados às mulheres, idosos, crianças e adolescentes. Pra tanto, Damares contou com a participação do Secretário Nacional  dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maurício Cunha, e pela Secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Britto. A ministra também conheceu o Núcleo de Primeiras-Damas, uma iniciativa inédita entre associações de municípios, e se disse “encantada” com o projeto além de sugerir que seja adotado pelas demais entidades municipalistas.

Damares foi recepcionada pelo presidente da Granfpolis e prefeito de São José, Orvino Coelho de Ávila (PSD), e pela primeira-dama do município e coordenadora do Núcleo de Primeiras-Damas, Sandra Mikulski; pela ex-presidente Cleci; além do  senador Jorginho Mello (PL); do secretário Adjunto de Estado do Desenvolvimento Social, Daniel Netto Candido; dos deputados federais Daniel Freitas (PL) e Carmem Zanotto ( ); a deputada estadual Dirce Heiderscheidt (MDB);  a primeira-dama de Governador Celso Ramos, Angela Silva, que falou em nome das demais; prefeitos; vice-prefeitos; vereadores; secretários municipais e gestores dos 22 municípios associados e de outras regiões do Estado.

Na oportunidade houve encaminhamentos de intenções para adesão a programas do MMFDH por alguns municípios como Rancho Queimado, Anitápolis, São Bonifácio, Governador Celso Ramos e Palhoça, também São José deverá contar com Centro Integrado de Atendimento à Criança Vítima de Violência.

Ainda na Câmara da Capital

A respeito da minha Coluna do último dia 23, que destacou, entre outros fatos, desentendimentos na Câmara de Florianópolis com o título “No mês dedicado às mulheres, vereador da Capital diz para vereadora voltar a sua insignificância”, recebi do vereador Maikon Costa (PL), solicitação para se manifestar por meio da Coluna.

O vereador Maikon acusado pela vereadora Pri Fernandes (Podemos) de praticar ofensas e perseguições, diz o seguinte:

NOTA OFÍCIAL

Elefante tenta se esconder atrás do bambuzal, mas não conseguirá!

Um corte de pequenos segundos de um vídeo editado não ilustra o contexto e integralidade do acontecido na sessão da última segunda (21) na Câmara de Florianópolis, para entender é necessário ver toda a sessão para elucidar os fatos, diante da latente manipulação dos fatos, por parte do partido PODEMOS

Nacional e da OAB-SC, me posiciono nesta nota.

A verdade dos fatos, pode ser obtida na audiência de sessão, onde em minutos antes a mesma vereadora, que se sente ofendida e se vitimiza em busca de desviar o foco de possível “superfaturamento” licitatório no órgão de Bem Estar Animal da cidade, com fortes indícios de tráfico de influência de seu Marido, servidor da ALESC, em favorecimento a um empresa da sua amiga que custará 300 mil reais mais caro aos cofres de Florianópolis,  me chamou de “patético”, já pensou se eu tivesse-a chamada de “patética”?

Outro parlamentar em ação orquestrada me chamou de “estrume” e em total descontrole veio para cima de mim ficando cara a cara enquanto eu usava oficialmente no curso da sessão o microfone em questão de ordem, em ato contínuo outro vereador, aquele mesmo que nomeou inúmeros parentes e familiares na prefeitura seguiu em defesa da vereadora me chamando de “Retardado”. Com isso visam apenas gerar uma cortina de fumaça para os fatos que realmente devem ser apurados.

Vejamos que o mais importante talvez sejam palavras aveludas, doces e serenas, enquanto os cofres da municipalidade são surrupiados e saqueados por verdadeiras “quadrilhas” institucionalizas, o problema vai ver está num parlamentar intoxicado pela coragem de combater sacanagens e que não faz o joguinho dos favorecimentos, enquanto os fisiológicos, e oportunistas não são advertidos pela opinião pública.

Sim errei, errei foi no adjetivo utilizado, insignificante é pouco pra descrever uma parlamentar omissa com fatos na “ponta do seu nariz”, em especial na causa que defende, que não se posiciona em defesa das mulheres quando precisa se posicionar, em outras denúncias, estas sim relevantes, como a acusação de ex-servidora da Prefeitura de Florianópolis, DIBEA de assédio sexual por parte do seu marido que mesmo trabalhando na ALESC exercia ingerência total em órgão municipal, a parlamentar silenciou em absoluto, mesmo presidindo a Comissão em Defesa das Mulheres.

Insignificante é pouco. Mas, eu educadamente escolhi uma palavra um tanto quanto leniente para descreve-la, e diante da minha inviolabilidade material por palavra e opinião, justamente para garantir o “ parlaimentary freedom of speech” prevista na Constituição Federal no artigo 29, com simetria do artigo 53, reforçado pela emenda 35/2001 que deixa ainda mais robustecido o texto, e também na carta maior do nosso munícipio transcrita no artigo 42 da Lei Orgânica. Dispositivo que garante que enquanto a sociedade para, o parlamentar prossegue, fato que aconteceu enquanto eu parlava oficialmente, ou seja, eu sim fui desrespeitado na minha prerrogativa funcional, ao ser interrompido, e não ela, já que a palavra estava comigo. Interrompido por berros e gritos de palavras que nem mesmo eu teria coragem de reproduzi-las, bradados fora dos microfones, por traz de uma máscara que pra ela ainda não caiu e nem cairá filosoficamente, ato proposital feito para provocar e se esconder das consequências da sociedade Florianopolitana e da opinião pública, assim como faz com suas inúmeras faltas em sessões e comissões, saídas de plenário em votos importantes e outras matérias de interesse da capital dos catarinenses, inclusive em matérias em defesa dos animais, bandeira que a vereadora diz defender. Dá o tapa e esconde a mão!

O adjetivo insignificante pode também ser trocado por inúmeros outros , entre eles irresponsável, já que a vereadora ao estigar o seu partido o PODEMOS e a OAB/SC a emitirem notas de repúdio que inclusive imputam atos criminosos a minha pessoa, coloca ambos na berlinda de uma seara da perda de credibilidade sem precedentes.

Adianto que sou o primeiro a assinar o ato que apure os fatos com clareza, em comissões de ética, ou mesmo na comissão de defesa das mulheres, para que  trazer transparência e luz para o caso, já sobre os atos corrupção e na licitação da DIBEA a vereadora também assinará a respectiva apuração? Duvido!

Por fim digo, parlamentares sejam de qual gênero for, merecem o meu respeito, já os corruptos, estes e estas, jamais terão o meu respeito, terão sim o meu total desprezo por sua insignificância republicana.

Quem planta armadilha, cairá na própria armadilha!

Maikon Costa

Vereador por Florianópolis

Na mesma linha, o vereador Maikon Costa também se pronunciou da tribuna da Câmara. Confira abaixo com imagens da TV Câmara Municipal.

Considerando os relatos da vereadora e do vereador acredito que haverá desdobramentos.