Operação Mensageiro soma 53 ações penais contra ex-prefeitos, empresários e servidores municipais
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A Operação Mensageiro, considerada uma das maiores investigações de corrupção já realizadas em Santa Catarina, avançou nos últimos 12 meses com novas denúncias, condenações e julgamentos envolvendo agentes públicos e empresários suspeitos de integrar esquemas de fraude em contratos municipais.
Entre abril de 2025 e abril de 2026, o Ministério Público de Santa Catarina apresentou 22 novas denúncias contra 53 investigados. Entre os denunciados estão 14 ex-prefeitos, três ex-vice-prefeitos, 18 agentes públicos e empresários ligados ao grupo investigado. As acusações somam mais de 500 crimes relacionados a fraudes em licitações, contratos públicos e pagamento de propina.
No mesmo período, a operação registrou sete novas condenações, cinco no Tribunal de Justiça de Santa Catarina e duas em primeira instância. Também foram confirmadas outras duas condenações por meio de acórdãos do TJSC. Somadas, as penas ultrapassam 895 anos de prisão.
Entre os condenados estão um prefeito em exercício, cinco ex-prefeitos e dois ex-secretários municipais. Três condenações já transitaram em julgado, encerrando a possibilidade de recursos. Entre os casos está o de um ex-prefeito de Itapoá.
Atualmente, a operação possui 53 ações penais em andamento. Do total, 12 já foram julgadas, embora ainda caibam recursos, e outras 10 aguardam sentença após o encerramento da fase de instrução processual.
Deflagrada em dezembro de 2022 pelo Ministério Público de Santa Catarina, a Operação Mensageiro investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo contratos nos setores de coleta de lixo, abastecimento de água e iluminação pública em municípios catarinenses e de outros estados.
As investigações tiveram origem em informações obtidas durante a Operação Et Pater Filium, realizada em 2021 no Planalto Norte catarinense. A partir de acordos de colaboração premiada, o Ministério Público ampliou as apurações sobre o pagamento de propinas a agentes públicos municipais.
Em agosto de 2025, a operação chegou à sexta fase, com prisões preventivas de empresários e cumprimento de mandados de busca e apreensão contra servidores, ex-servidores e agentes políticos suspeitos de manter práticas ilícitas ligadas ao esquema investigado.
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