Acesse o nosso Canal no WhatsApp!

Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!

Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.

Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.

Acesse e siga agora:

https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t

E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL

Debate reuniu movimentos sociais e entidades na Alesc nesta quinta-feira / Foto: Jeferson Baldo (Agência Alesc)

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina sediou nesta quinta-feira (14) uma audiência pública para discutir o direito humano à alimentação adequada e a manutenção de políticas públicas voltadas à população em situação de vulnerabilidade social. O encontro, promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Família, reuniu representantes de movimentos sociais, conselhos de direitos humanos, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil.

Durante o debate, foram abordadas pautas relacionadas à segurança alimentar, moradia, saúde, educação e trabalho. O deputado Marquito, autor do requerimento da audiência, afirmou que a iniciativa surgiu a partir de uma solicitação do Conselho Nacional de Direitos Humanos encaminhada às assembleias legislativas. “Nosso intuito aqui é tratar principalmente da questão do direito humano à alimentação adequada e também de outros direitos fundamentais, como moradia, saúde, educação e trabalho.”

Representantes de entidades e órgãos públicos também criticaram o fechamento de restaurantes populares e as restrições impostas às cozinhas solidárias em municípios catarinenses. O conselheiro nacional de Direitos Humanos, Diego Alves, afirmou que a ausência de políticas públicas voltadas à população em situação de rua contribui para o aumento da exclusão social. Já a defensora pública Ana Paula Fischer destacou que o Restaurante Popular de Florianópolis atendia cerca de 2 mil pessoas diariamente antes da suspensão do serviço.

Entre os encaminhamentos discutidos na audiência está o pedido para que o espaço onde funcionava o Restaurante Popular da capital seja destinado a entidades da sociedade civil voltadas ao atendimento da população vulnerável. Representando movimentos sociais, Daniel Paz dos Santos afirmou que a distribuição de alimentos está diretamente ligada à garantia da dignidade humana. “Quando a gente fala sobre alimento, a gente fala sobre vida.”