ARTIGO: Até quando vamos aceitar as mortes prematuras de CNPJ?
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Por: Osmar Arcanjo de Oliveira, Economista
É inaceitável observar os alarmantes índices de fechamento de empresas no Brasil, onde mais de 60% não ultrapassam os cinco anos de atividade. Esse ciclo de vida muito curto deixa um rastro preocupante de inadimplência, famílias endividadas e sonhos destruídos, frequentemente resultantes da falta de planejamento, do escasso apoio governamental ou da falta de conexão com quem busca construir um futuro melhor fundamentado em conhecimento, qualidade e cooperação.
Embora a instabilidade para empresas entrantes no mercado seja um fenômeno global, no Brasil esse cenário é potencializado por uma burocracia legislativa que dificulta a vida de quem busca empreender, gerar empregos e renda — fatores que, por consequência, aumentam o Produto Interno Bruto (PIB). Neste ambiente desafiador, somente os empreendedores mais preparados e conectados com as práticas mais modernas do mercado conseguem sobreviver.
As Ilhas de Prosperidade e os Pilares do Sucesso
Apesar das dificuldades, observamos “ilhas de prosperidade” em determinados setores econômicos ou áreas geográficas, formadas por empresas que superam a burocracia estatal, inovam, promovem o desenvolvimento e geram riqueza. Todos esses casos de sucesso compartilham fatores em comum:
- Foco na Vida Financeira: Preocupação constante com o fluxo de caixa e com a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), garantindo a vitalidade e a sobrevivência do CNPJ.
- Foco nas Pessoas: Atenção rigorosa à Saúde e Segurança no Trabalho e às normas voltadas à integridade física e mental de seus colaboradores.
- Foco nos Processos: Crescimento estruturado por meio de planejamento estratégico, buscando sempre a perenidade, a lucratividade e a competitividade a longo prazo.
E agora, o que fazer?
Ao observar esses três passos, o leitor pode refletir e identificar que o seu negócio, por vezes, não seguiu este roteiro e a empresa cresceu, mas não se desenvolveu e atualmente encontra-se desorganizada. Neste momento, surge a pergunta inevitável, qual seja: e agora, o que fazer?
A resposta é simples e direta: ORGANIZAR PARA CRESCER. Os passos para essa retomada são:
- Diagnóstico: Elaborar um diagnóstico financeiro e de gestão da empresa para identificar a real situação e mapear os caminhos para resolver o problema.
- Reestruturação: Reestruturar a empresa ou seus processos de trabalho, colocando em prática os “remédios” propostos no diagnóstico situacional.
- Avaliação de Valor (Valuation): Calcular o valor real da empresa e neste caso ocorrendo alguma situação que impeça a implementação de um plano de recuperação, ou se o proprietário do CNPJ não tiver mais interesse em aplicar o remédio das mudanças, a recomendação é vender o negócio e assim manter o patrimônio acumulado até aquele momento.
A conclusão é copiar o modelo que deu certo
As empresas e os CNPJs não têm coração, mas têm vida e transformar mentalidade de escassez, burrocracia e morte, num processo gerador de vida, prosperidade pulsador de lucro, que equilibre o fluxo de caixa e torne o CNPJ saudável, deveria ser o objetivo geral da sociedade e copiar os modelos da “ilhas de prosperidade” uma meta; No entanto, não é nossa realidade, mas é a necessidade na qual deveremos focar, ou seja, organizar para crescer colocando ORDEM para conseguirmos o PROGRESSO estampado na bandeira nacional e o caminho é a ação, ter atitude de começar dar o primeiro passo rumo ao desenvolvimento.
Economista Osmar Arcanjo de Oliveira
Contato: (49) 99129-2627 / osmararcanjo@gmail.com


