FIESC inicia roteiro em Chapecó para ampliar diálogo com a indústria
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A FIESC iniciou, nesta segunda-feira (27), em Chapecó, o Circuito FIESC, programa que vai percorrer as 16 vice-presidências da entidade com o objetivo de aproximar sindicatos industriais e empresas e ampliar o diálogo sobre temas estratégicos para o setor.
O primeiro encontro reuniu empresários, dirigentes sindicais e representantes de entidades industriais da região Oeste para discutir competitividade, inovação e os principais desafios da indústria catarinense. A iniciativa integra a estratégia da federação de intensificar a presença regional e promover um ambiente contínuo de escuta, com foco na construção conjunta de soluções para o desenvolvimento industrial.
Vice-presidente da FIESC para o Oeste, Waldemar Antônio Schmitz destacou que a proposta é reforçar a proximidade com o setor produtivo. Segundo ele, a regional atende oito sindicatos e representa 5.217 indústrias, responsáveis por mais de 86 mil empregos. A estrutura inclui unidades do SESI e SENAI, além de centros de inovação e serviços voltados à indústria.
Durante o evento, especialistas do Observatório FIESC apresentaram análises sobre o cenário econômico regional. De acordo com dados do IBGE, a região Oeste tem população estimada em cerca de 640 mil habitantes e apresentou crescimento consistente do PIB na última década. O economista Matheus Rosa apontou que o PIB regional alcançou aproximadamente R$ 38,8 bilhões em 2023, com projeções de avanço para até R$ 47 bilhões até 2030.
A indústria se mantém como principal motor da economia regional, com destaque para o setor de alimentos e bebidas, responsável por 44,3% do valor adicionado industrial. Chapecó aparece como principal polo produtivo, enquanto Guatambu se destaca pela elevada participação da indústria no PIB municipal.
O encontro também abordou temas como acesso ao crédito e ambiente tributário. Representantes da Academia FIESC de Negócios apresentaram um hub de crédito voltado a conectar empresas a instituições financeiras como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e Financiadora de Estudos e Projetos. Já a análise tributária destacou mudanças em curso no sistema brasileiro e seus possíveis impactos sobre empresas, especialmente em questões patrimoniais e de conformidade fiscal.
O Circuito FIESC seguirá por outras regiões do estado ao longo do ano, com encontros voltados às demandas específicas de cada território e à articulação de estratégias para fortalecer a indústria catarinense.
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