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Na década de 60,a busca era nos bairros mais distantes de Joinville; nos anos 70 nos municípios vizinhos e na década de 90 no interior do Paraná. Agora a Tupy inovou: está selecionando futuros funcionários em Belém do Pará, onde termina hoje (8) um processo de seleção feita no Senai da Travessa Barão do Triunfo para preencher 50 vagas de operador de produção. Nos anúncios feitos na capital do Pará, a multinacional joinvilense revela que o candidato não precisa de ensino fundamental completo e “nem experiência prévia”. A empresa oferece salário que pode chegar a R$ 3.326,00 e toda a despesa de locomoção até Joinville.

Recomendação

Por que a Tupy foi até o Pará para recrutar 50 trabalhadores de “chão de fábrica”? Em primeiro lugar, Joinville atingiu um nível europeu de desemprego, com taxa inferior a muitas cidades industrializadas do mundo. A natureza de seu processo de industrialização limita a expansão do alto nível de automação, exigindo, assim, cada vez mais mão de obra. Em terceiro lugar porque os paraenses representam hoje a maior comunidade dentro da fábrica e a dedicação ao trabalho inspirou aumentar seu número de seus conterrâneos..

Década de 90

No início da década de 90, com a expansão da indústria de veículos comerciais no Brasil, a Tupy contratava os serviços de carros com alto falantes para anunciar nas ruas do interior do Paraná as ofertas de emprego. Até anúncios pagos em emissoras de rádio no Oeste do Paraná foram feitos por alguns anos.

Foto: Divulgação.

Novo presidente

Os novos 50 paraenses contratados já estarão na empresa quando o novo presidente assumir. Escolhido por uma empresa de “headhunter” com atuação de 80 países, Haro Burmann assume em 1º de junho. Ao contrário de seu antecessor, o engenheiro mecânico formado pela UFRS tem experiência no ramo: trabalhou na Dana, fabricante de eixos de cardans, cruzetas e sistemas de transmissão. Estava na Hidrovias do Brasil.

Foto: Divulgação / Apoio do governo estadual

Primeira fábrica fora da Alemanha

A multinacional alemã Schömacker definiu Joinville para sediar a primeira filial fora da Alemanha. Fundada em 1880, a empresa investiu mais de R$ 200 milhões em sua unidade no Condomínio Industrial Perini, onde projeta abrir 105 vagas. Especialista em industrialização de molas, a unidade de Joinville vai atender o mercado externo e exportação. Na solenidade de assinatura de um termo de cooperação no Palácio da Agronômica, estava presente o deputado joinvilense Matheus Cadorin (NOVO), um dos responsáveis pela escolha de Joinville pela empresa alemã.

Liderança chinesa

O Dolphin é o automóvel mais vendido em Joinville em 2026 com 150 unidades. O elétrico da BYD ultrapassou o Jeep Compass, com 132 unidades vendidas, atual líder entre as camionetas (SUV) e que vinha liderando as vendas de zero km desde o ano passado. O terceiro automóvel mais emplacado é o Honda HR-V com 120 unidades.

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