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As três operações que ocorreram nas últimas horas em Blumenau podem ser apenas a ponta do iceberg de grandes esquemas envolvendo lideranças políticas, tanto do Poder Executivo quanto da Câmara de Vereadores.

Alguns pontos importantes para ficar no radar: há o entendimento de que essas operações poderão escalar, numa próxima fase, para outros nomes mais fortes no cenário político. Além disso, os R$ 3,6 milhões em propina pagos pela Risotolândia podem ter ajudado a financiar campanhas à Câmara de Vereadores. A ideia seria tentar conquistar o comando do Legislativo e, supostamente, colocar o suposto operador do esquema em uma posição de comando na administração da Câmara.

Entre os alvos de hoje estão Cesar Botelho, ex-chefe de gabinete do ex-prefeito Mário Hildebrandt (PL), e uma familiar dele. André Espezim, braço direito de Hildebrandt e ex-secretário adjunto da Defesa Civil. Cesar Poltronieri, ex-secretário da Fazenda, também na gestão de Mário, atual secretário em Indaial, e Alexandro Fernandes também estão entre os alvos.

Uma fonte me relatou que a questão dos postos usados no suposto esquema envolvendo a Orcali, na área de segurança patrimonial, limpeza urbana e serviços especializados, inclusive em creches do município, pode abrir outra frente de investigação. A informação é de que a operação pode levantar uma apuração sobre a quem pertencem os postos.