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Indústria impulsiona empregos, mas ritmo perde força no estado / Imagem: ChatGPT

Santa Catarina encerrou o primeiro trimestre de 2026 com saldo positivo de 59,4 mil empregos formais, embora o resultado represente uma queda de 8,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados, analisados pelo Observatório FIESC, indicam que, apesar da desaceleração no acumulado, o mês de março apresentou avanço, com 16,9 mil vagas criadas, acima das 10,6 mil registradas em março de 2025.

A indústria foi o principal motor da geração de empregos no estado, respondendo por 32,4 mil novos postos com carteira assinada no período — mais da metade do total. Dentro do setor, a construção civil liderou as contratações, com 9,6 mil vagas, impulsionada pelo mercado imobiliário aquecido, especialmente no litoral catarinense.

Outros segmentos industriais também tiveram desempenho relevante. O setor têxtil, de confecção, couro e calçados somou 5,4 mil vagas, embora tenha registrado retração em relação ao ano anterior. Já o ramo de alimentos e bebidas apresentou o maior crescimento proporcional, com alta de 43,5% e saldo de 4,1 mil postos, beneficiado pelo aumento das exportações e do consumo interno. “A indústria catarinense tem se mostrado resiliente, mas os avanços estão concentrados em alguns setores específicos”, afirmou o presidente da entidade, Gilberto Seleme.

Entre os demais setores, os serviços aparecem como a segunda maior fonte de empregos, com 23,6 mil vagas no trimestre, seguidos pela agropecuária, com 3,1 mil. O comércio teve desempenho mais moderado no acumulado, com saldo de 151 postos, embora tenha registrado recuperação em março, com a criação de 1,9 mil vagas.