Acesse o nosso Canal no WhatsApp!

Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!

Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.

Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.

Acesse e siga agora:

https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t

E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

Debate cobra soluções para insegurança alimentar / Foto: Ana Quinto/Agência Alesc

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina sediou debate sobre alternativas para ampliar o atendimento a pessoas em situação de insegurança alimentar, com foco na realidade de Florianópolis. O encontro abordou, entre outros pontos, o fechamento do restaurante popular da Capital em 2024 e as restrições impostas pelo município à distribuição de refeições por movimentos sociais, cenário que, segundo participantes, também se repete em cidades como Chapecó, Joinville, Blumenau e Criciúma.

Durante a reunião, o coordenador do Fórum Parlamentar de Soberania e Segurança Alimentar, deputado Marquito (PSOL), sugeriu a suspensão do chamado “decreto da Marmita”, que limita a distribuição de alimentos a um único local e impede que as refeições sejam levadas pelos beneficiários. “Ao menos no período do inverno, essa situação precisa ser revista”, afirmou. O grupo também planeja, até a próxima reunião em 21 de maio, visitas a estruturas como o Albergue Manoel Galdino, a Passarela da Cidadania e o espaço do restaurante popular atualmente fechado.

A secretária municipal de Assistência Social, Luciana dos Passos, informou que a prefeitura estuda ampliar o atendimento a pessoas em vulnerabilidade para além da região central, mas descartou a reabertura do antigo restaurante popular na Avenida Mauro Ramos. Segundo ela, o imóvel apresentava condições inadequadas. O município estima que entre 800 e 1.100 pessoas vivem em situação de rua e oferece acolhimento com alimentação, higiene e encaminhamento profissional na Passarela da Cidadania.

Representantes de entidades também participaram do debate. A ouvidora da Defensoria Pública de Santa Catarina, Maria Aparecida Caovilla, afirmou que há expectativa de questionar judicialmente medidas que restringem a atuação de grupos solidários. Já o representante do Conselho Estadual de Segurança Alimentar, Daniel Paz dos Santos, destacou a insuficiência de equipamentos públicos na área e relatou impactos sociais após o fechamento do restaurante. Parlamentares e vereadores da região indicaram que o tema seguirá em discussão em diferentes instâncias.