Carol de Toni escorrega de novo e cria novo desgaste político em Santa Catarina
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A deputada federal Carol de Toni (PL), que é pré-candidata ao Senado, fez declarações públicas na semana passada que podem ser consideradas desastrosas.
Ela até começou bem ao cumprir com o seu papel de defender o partido e o governo Jorginho Mello (PL). De Toni mostrou confiança na reeleição do líder dos liberais e destacou ações realizadas pelo Governo do Estado na região Oeste, base eleitoral da parlamentar. “Jorginho se reelege no primeiro turno, tenha essa convicção. É impressionante tudo que ele tem feito por Santa Catarina. Eu particularmente sou do Oeste, vejo que o investimento de R$ 2,5 bi do Estrada Boa está beneficiando uma região”, afirmou.
A questão é que, mais uma vez, a deputada escorrega nas palavras e deixa a impressão de desconexão com a realidade. No ano passado, chegou a dizer que a vinda de Carlos Bolsonaro (PL) para Santa Catarina seria um presente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o estado e, agora, apresenta duas ideias que não somente foram rechaçadas por lideranças do MDB e do Progressistas, como também foram vistas como um desrespeito a dois partidos históricos.
Primeiro, disse que falará com Jorginho Mello para conversar com o pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), para que, em troca de uma composição do Progressistas com o PL aqui no estado, seja oferecido um espaço em um futuro governo de Flávio para Amin. Ela chegou a falar em ministério.
Uma liderança do Progressistas, que pediu para não ter o nome divulgado sob o argumento de não ter procuração para falar em nome de Amin, definiu a proposta como estapafúrdia e desrespeitosa. Segundo a fonte, Carol brinca com uma liderança histórica da política do estado ao tentar oferecer um “cheque pré-datado”, sem qualquer garantia. “Como ela pode oferecer algo que não existe? Nem sabe se o Flávio vai ganhar a eleição. Faltou respeito na fala que ela fez. Totalmente fora da realidade”, disse a liderança.
Já no MDB, a reação foi mais explícita. O deputado estadual Mauro De Nadal destacou outra declaração de Carol de Toni, de que teria falado com Jorginho que abriria mão da suplência para os emedebistas. “O MDB não é um partido de esmola para aceitar uma suplência de Senado da República. Esse MDB tem 60 anos de história. História essa que foi construída com o suor de muitos que batalharam, que foram presos ao longo dessa história porque defendiam o direito à democracia no Brasil. Não é um partido que foi criado em rede social”, cutucou o ex-presidente da Assembleia Legislativa. Confira a manifestação de Nadal.
Carol de Toni precisa ser melhor orientada sobre as suas declarações, pois, ao invés de ajudar o PL, acabou provocando ainda mais reações de aversão a qualquer aproximação.
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