Governo em alerta após suposta ameaça do PGC; Jorginho não desiste do MDB; A força de Kleinubing na Prefeitura de Blumenau – E outros destaques
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Às vésperas do período eleitoral, o governador Jorginho Mello (PL) pode enfrentar um desafio até então inesperado em Santa Catarina. A possível intensificação da atuação de criminosos no estado acende um sinal de alerta e pode impactar diretamente a sensação de segurança da população, caso medidas firmes não sejam adotadas.
O cenário ganhou força após uma operação realizada nos últimos dias em Camboriú e Balneário Camboriú, que resultou na prisão de um dos líderes do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) por tráfico de drogas, além de outros seis integrantes apontados pelas autoridades como “disciplinas” — responsáveis por manter a ordem interna e garantir o cumprimento das regras da facção.
Como possível reação à ação policial, um comunicado atribuído ao PGC começou a ser compartilhado nas redes sociais, preocupando as autoridades. No texto, é mencionada a revogação de uma orientação interna, atribuída ao grupo desde 2017, que restringia roubos contra cidadãos comuns e furtos de itens como motocicletas, iphones, joias e alianças. A nova diretriz, segundo relatos, flexibilizaria essas práticas, mantendo restrições apenas contra membros da própria facção e seus familiares. O que chama a atenção é a liberação de uma espécie de “temporada de caça”.
Fontes ligadas à segurança pública relatam que o estado está em alerta, embora entendam que não há motivo para pânico. Na noite de ontem, uma ocorrência na Via Expressa, em Florianópolis, terminou com três suspeitos mortos após confronto com o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar. Os indivíduos que estavam em um veículo foram identificados como integrantes do PGC e portavam armamento de alto calibre, além de um galão de combustível. Um policial foi atingido durante a troca de tiros, mas passa bem.
Além das ações ostensivas, há indicativos de avanço no trabalho de inteligência e no sistema prisional. Relatos apontam que a Polícia Penal intensificou o controle dentro das unidades, especialmente após um acordo recente com o Governo do Estado, ampliando o combate à entrada de celulares e drogas — medida considerada estratégica para dificultar a comunicação entre líderes da facção. A Polícia Civil começou a monitorar a situação após tomar conhecimento das mensagens.
O histórico recente reforça a preocupação. Entre 2012 e 2015, Santa Catarina enfrentou sucessivas ondas de ataques criminosos, com registros confirmados de incêndios a ônibus, veículos e atentados contra estruturas de segurança pública em diversas regiões, incluindo Florianópolis, Joinville, Chapecó, Blumenau e Criciúma. As investigações à época apontaram a atuação de organizações criminosas com articulação a partir do sistema prisional.
Embora o cenário atual seja diferente, a memória daqueles episódios ainda pesa. À época, os ataques afetaram diretamente a rotina da população, com interrupções no transporte público, medo generalizado e forte mobilização das forças de segurança.
Diante disso, a principal incógnita passa a ser a reação do grupo criminoso frente à resposta do Estado na noite de ontem. Segundo a Polícia Militar, a ação pode ter frustrado um possível atentado, ainda sem alvo confirmado. O momento exige vigilância e resposta coordenada para evitar que episódios do passado voltem a se repetir e impactem novamente o cotidiano dos catarinenses.
Marqueteiros

Além do marqueteiro João Santana, lideranças do PSD, MDB e Federação União Progressista estão estudando outros nomes. Santana, conforme divulguei em primeira mão, poderá ser um consultor; porém, há quem defenda que o projeto que pretende eleger o ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), tenha um marqueteiro de fato, estabelecido aqui no estado. Guto Araújo, que fez parte das equipes do próprio Santana e de Duda Mendonça, também foi sondado. Já trabalhou com o Progressistas, MDB, PSDB, PT, antigo Democratas e União Brasil. Outro sondado foi Juarez Guedes, que, pelo segundo ano consecutivo, entrou na seleção dos 100 mais influentes marqueteiros do mundo, segundo a revista americana Whashington Compol.
Impacto
Alguns setores do projeto de João Rodrigues (PSD) ao Governo do Estado defendem nomes de impacto para o papel de marqueteiro da campanha. Uma fonte explicou que os nomes estão sendo avaliados, mas que há o entendimento de que a campanha “será pesada” e que, por isso, será necessário alguém com experiência em grandes eleições para construir a comunicação e as estratégias do projeto.
Segue tentando

O governador Jorginho Mello (PL) quer, pelo menos, mais uma conversa com o presidente estadual do MDB, deputado federal Carlos Chiodini. O líder dos liberais quer tentar mais uma vez recuperar a confiança dos emedebistas e garantir apoio à sua chapa. Jorginho conta com o apoio dos deputados estaduais Fernando Krelling, Jerry Comper, do deputado federal Valdir Cobalchini e do suplente Emerson Stein, que ficou por um bom tempo na Alesc no lugar de Comper, que assumiu a Infraestrutura. Segundo uma fonte, o governador teria uma proposta pronta: uma vaga no Tribunal de Contas para Chiodini.
Possibilidade
Caso se confirme a informação, o governador Jorginho Mello (PL) teria um problema: convencer o presidente estadual do MDB, Carlos Chiodini, de que conseguirá colocá-lo no TCE. Isso porque as próximas vagas somente serão abertas daqui a três anos, quando alguns conselheiros começarão a se afastar por causa da idade máxima. Uma fonte ligada ao MDB me disse que é quase impossível que Chiodini aceite a proposta. Primeiro, porque ele não faria um acordo para si; segundo, porque não teria qualquer garantia de cumprimento, ainda mais depois que o partido foi deixado de fora da chapa majoritária.
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Ocorrerá na próxima semana o anúncio oficial do presidente estadual do PSDB, deputado Marcos Vieira, de que o partido estará com o governador Jorginho Mello (PL). Vieira não deve levar todos os prefeitos. Ele terá a maioria; porém, uma parte já o informou que apoiará o ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD).
Força de Kleinubing

A troca na gestão de Egídio Ferrari (PL) em Blumenau, há alguns dias, mostra a força do ex-prefeito João Paulo Kleinubing (PL) e o quanto Ferrari está engajado para eleger o seu padrinho político a deputado federal. Nos bastidores, é dito que a troca de secretários alinha de forma mais contundente a gestão municipal ao projeto eleitoral de Kleinubing. Isso porque Marcelo Lanzarin volta a comandar a Saúde, cargo que ocupou nas administrações de João Paulo e Mário Hildebrandt (PL), e Fernando Lenzen, que foi secretário de Kleinubing, agora assume a Secretaria de Trânsito e Transporte com o objetivo de criar o projeto da guarda municipal armada, entre outras atribuições. Nos bastidores, a informação é que os nomes foram escolhidos pelo próprio João Paulo.
Padrinho
João Paulo Kleinubing sempre teve uma forte participação nas decisões da gestão de Egídio Ferrari (PL), em Blumenau. Quando estava no BRDE, recebeu uma missão do governador Jorginho Mello (PL): teria que ser o candidato a prefeito na eleição de 2024. Kleinubing não quis. Então, recebeu a missão de Jorginho de encontrar, em algumas semanas, um nome viável — e foi aí que surgiu Ferrari. Deputado estadual de primeiro mandato, Egídio estava acertado para se filiar ao MDB. No dia 19 de fevereiro de 2024, anunciei com exclusividade que ele estava indo para o PL para ser candidato a prefeito. Estava ali demonstrada a força de Kleinubing, que se sobrepôs até mesmo à do então prefeito Mário Hildebrandt (PL), que queria indicar a vice, Maria Regina Soar (PSDB).
Em roteiro

O ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), já está em ritmo de campanha. A ideia é rodar todo o estado para conversar com as lideranças do Novo e do setor produtivo. Silva estará amanhã cedo em São Bento do Sul. O Novo marcou uma coletiva para atender a imprensa da região a partir das 08h30, no Restaurante Edelweiss.
Ruth Cardoso

O vereador de Balneário Camboriú, Marcelo Achutti (MDB), denunciou a falta de equipamentos médicos no Hospital Ruth Cardoso. Para o emedebista, a Organização Social Viva Rio está prestando um serviço abaixo do mínimo aceitável. Segundo Achutti, cirurgias eletivas têm sido canceladas constantemente por falta de equipamentos básicos. “Alô, deputados da nossa região. Vamos parar de pensar na eleição e fiscalizar o hospital”, cobrou.
Maçonaria

A Assembleia Legislativa realizou uma sessão especial em homenagem aos 70 anos de história da Grande Loja de Santa Catarina. A solenidade reuniu autoridades, lideranças maçônicas e convidados no Plenário Deputado Osni Régis. A iniciativa partiu dos deputados Napoleão Bernardes (PSD) e Nilso Berlanda (PSD). Durante a cerimônia, também foram ressaltados os valores promovidos pela maçonaria, como liberdade, igualdade e fraternidade. O grão-mestre Paulo Augusto Meira de Albuquerque enfatizou o caráter formador da instituição, voltado à construção de cidadãos mais conscientes e atuantes na sociedade. A solenidade contou ainda com a presença de autoridades do Judiciário, da Segurança Pública e de representantes de lojas maçônicas de outros estados.
Reconhecimento
A sessão especial realizada pela Assembleia Legislativa marcou não apenas os 70 anos da Grande Loja de Santa Catarina, mas também prestou reconhecimento a lideranças e instituições que contribuíram para a consolidação da maçonaria no estado. Ao todo, 16 personalidades e entidades foram homenageadas durante o evento. Entre os destaques, ex-grão-mestres que tiveram papel relevante na história da instituição, como Wilson Filomeno, Airton Edmundo Alves, João Eduardo Noal Berbigier e Flávio Rogério Pereira Graff. Representantes da maçonaria destacaram a importância do trabalho desenvolvido ao longo das décadas, com foco na formação ética, moral e social dos membros, refletindo diretamente na comunidade.
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