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Foto: Reprodução (TVBE/Joinville)

O futuro porto Brasil Sul terá uma novidade inédita no Brasil: os navios poderão desligar seus motores porque a energia interna será cedida por uma subestação da Celesc em solo. A novidade em termos de meio ambiente (motores desligados não causam poluição) foi revelada pelo presidente do projeto, o ex-senador Paulo Bauer em entrevista ao programa Encontro com a Imprensa da TVBE/Joinville. Ele lembrou que todos os navios ficam à deriva e atracados nos portos com os motores ligados para gerar a energia indispensável à iluminação e manter os equipamentos funcionando. No futuro porto de São Francisco do Sul, que será o quarto maior do país e o maior de Santa Catarina, cada navio receberá um cabo condutor de energia que substituirá aquela fornecida pela geração dos motores, economizando diesel e eliminando a poluição ambiental.

Maior investimento privado

A obra será iniciada após vencer as etapas de licenças ambientais. Hoje o projeto possui apenas a licença prévia do IMA (Instituto do Meio Ambiente). Após receber o certificado, confirmou Paulo Bauer, um grupo japonês que atua no ecossistema portuário global demonstrou interesse em participar do projeto, hoje orçado em cerca de R$ 6 bilhões de reais e que irá gerar 2.400 empregos diretos na cidade mais antiga de Santa Catarina e a terceira do País. O novo porto será o maior investimento privado em infraestrutura do Brasil.

Foto: Divulgação / Cinco berços de atracação

Local estratégico

Paulo Bauer garante que o futuro porto catarinense será um “hub” para receber grandes navios vindos da Ásia. “Eles deixarão suas cargas aqui e elas serão distribuídas em navios menos para outros destinos”, acrescentou. A região do Sumidoro tem um calado natural (profundidade) de aproximadamente 22 metros, o que permite a mobilidade de grandes navios sem a necessidade de dragagem. A região fica entre as praias do Forte e Capri e só é frequentada por surfistas.

Foto: Anderson Gomes / Maior área de preservação da Ilha

Meio ambiente

O diretor do projeto portuário lembra que a área utilizada será de 40%, permanecendo 60% de área preservada. As inevitáveis investidas na área de preservação serão compensadas em investimentos em outras áreas, conforme ficar acordado com os órgãos ambientais, uma espécie de TAC (Termo de Ajuste de Conduta). Uma das sugestões é a empresa investir no Parque Estadual do Acaraí, a maior área de preservação da Ilha de São Francisco do Sul, tornando-o um dos pontos turísticos. Criado em 2005, o parque de 6,667 hectares é administrado pelo IMA.

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