Acesse o nosso Canal no WhatsApp!

Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!

Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.

Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.

Acesse e siga agora:

https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t

E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

Imagem: Divulgação

A proposta de implantação do Porto Brasil Sul, em São Francisco do Sul, foi apresentada nesta terça-feira (17) à Bancada do Norte da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). O empreendimento, estimado em cerca de R$ 6 bilhões, prevê a construção de um terminal portuário em uma área de 1,1 milhão de metros quadrados na praia do Sumidouro, o que tem gerado manifestações e questionamentos por parte da comunidade local e de lideranças políticas.

Durante a reunião, o representante do projeto, Paulo Bauer, detalhou que a estrutura contará com cinco berços de atracação e capacidade para receber navios de grande porte, incluindo embarcações do tipo pós-Panamax. Segundo ele, o terminal poderá atuar como ponto de redistribuição de cargas para outros portos. O investimento é conduzido pela empresa World Port, ligada ao Grupo H. Carlos Schneider-Ciser, de Joinville.

Parlamentares da região levantaram questionamentos principalmente relacionados a impactos ambientais e de infraestrutura. O deputado Dr. Vicente Caropreso informou que a bancada pretende realizar, em conjunto com a Comissão do Meio Ambiente, uma audiência pública para ampliar o debate com a população e órgãos envolvidos. Entre as preocupações estão os efeitos sobre comunidades próximas, como as praias do Forte e Capri, além das limitações logísticas, especialmente no acesso pela BR-280.

O projeto passou por um longo processo de licenciamento ambiental, que incluiu análises em âmbito estadual e federal, até a concessão da Licença Ambiental Prévia pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Segundo os responsáveis, estão previstas medidas de compensação ambiental, como a criação de áreas de preservação, recuperação de manguezais e plantio de árvores. Ainda assim, o empreendimento segue em discussão e deve ser tema de novos debates públicos.