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Enchentes: a necessidade de união entre os governos; Jorginho é convidado por Bolsonaro para a posse de Milei; MDB realiza encontros regionais entre outros destaques

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Recebi algumas manifestações sobre a minha coluna de sexta-feira, quando abordei a fala do ministro dos Transportes, Renan Filho, em resposta ao governador Jorginho Mello (PL), que segue cobrando a devolução dos R$ 465 milhões liberados em 2021 pelo então governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) ao Governo Federal. A destinação dos recursos foi o que garantiu a continuidade da ampliação e revitalização das BRs-470, 163, 280 e 285.

Vale lembrar que a decisão acertada de Moisés se deu pela retirada de recursos destinados a Santa Catarina pelo governo passado, o que provocaria a paralisação das obras. Na época, Fiesc, deputados e demais lideranças reclamaram do contingenciamento, dada a importância do estado e a necessidade de uma infraestrutura adequada à sua produção e ao que arrecada para o país.

Em comparação, Filho disse que no atual governo estão sendo investidos nas rodovias do estado cinco vezes mais do que no governo de Jair Bolsonaro (PL). Em meio às manifestações a favor e contra a fala do ministro, destaco uma de um empresário que apoiou a cobrança feita pelo governador. Ele entende que Santa Catarina merece um melhor tratamento.

Expliquei que a postura de Jorginho não poderia ser diferente. Ele precisa cobrar, primeiro por ser uma obrigação do governador defender os interesses dos catarinenses, além do fato de que a pressão é enorme sobre o seu governo que vê nos mais de R$ 400 milhões uma forma de ajudar os atingidos. Quanto a isso, está tudo certo. Acontece que a questão está na forma de fazer essa cobrança. O conflito em nada ajuda. O presidente do Sebrae, Décio Lima, foi muito feliz em sua fala logo após um momento em que o governador se exaltou durante a reunião. Lima chamou a todos para uma união por Santa Catarina.

Dito isso, também é preciso destacar que o presidente poderia ter feito um gesto, mesmo que algumas declarações do governador o tenham incomodado. Poderia ter vindo ao estado, ou pelo menos ter feito a ligação que estava programada para fazer a Jorginho. Foi um erro estratégico, pois, mesmo com o envio de vários ministros somando a primeira enchente deste ano com a atual, e com a garantia de recursos na ordem de R$ 150 milhões, deu voz à sua oposição aqui no estado ao não fazer um gesto de aproximação.

O fato é que o Governo Federal e o Governo do Estado estão trabalhando para que a população atingida tenha uma breve resposta. Que as prefeituras agilizem a apresentação dos planos de trabalho para que os recursos sejam liberados o mais breve possível, afinal, quem foi atingido precisa o quanto antes ser atendido.

Mas o que também deve incomodar a todos nós, além do sofrimento das pessoas, é a politização da dor, que não constrói casas, não recupera os municípios atingidos e tampouco trará as vidas perdidas de volta. Somente serve para likes de deputados nas redes sociais que em nada contribuem para resolver o problema.

Casas para os atingidos

O deputado federal Carlos Chiodini (MDB) se reunirá nos próximos dias com o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho. O deputado levará uma lista dos municípios em situação de calamidade, para que sejam enquadrados num programa federal de construção de casas populares. Neste caso, as prefeituras doam as áreas de terra e o Governo Federal libera os recursos. Chiodini entende que é possível obter as casas para os atingidos pelas enchentes.

Sobre o mal-estar nos governos

Sobre a fala do ministro dos Transportes Renan Filho, que é filiado ao MDB, o deputado federal Carlos Chiodini, que preside o partido aqui no estado, me disse que não deseja entrar na divergência. Mesmo assim, falou que o Estado precisa cobrar do Governo Federal, mas tem que reconhecer que o governo atual está investindo muito mais do que o anterior em Santa Catarina.

Encontro do MDB

Mais de mil pessoas compareceram ao Encontro Regional Solidário do MDB de Chapecó, no salão comunitário da linha Colônia Cella. O evento, que foi realizado pelo coordenador regional do partido em Chapecó, Cleiton Fossá, contou com a presença dos deputados federais Carlos Chiodini e Valdir Cobalchini; do deputado estadual Antídio Lunelli, além de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e outras lideranças. Fossá ressaltou a força do MDB no Oeste catarinense e demonstrou o trabalho de organização e mobilização que vem sendo destaque no partido.

De olho em 2024

O MDB também realizou outros eventos regionais durante o final de semana, levando um grande número de filiados a participar. O partido tem uma meta de se aproximar de 100 prefeitos eleitos. O presidente Carlos Chiodini avalia que o MDB, PL e PSD serão os três maiores partidos do estado após as eleições do próximo ano. Ele destacou a força do MDB no interior do estado.

Posse de Milei

Questionei algumas lideranças estaduais do Partido dos Trabalhadores sobre o convite feito pelo presidente eleito da Argentina, Javier Milei, ao presidente Lula (PT), para a sua posse em 10 de dezembro. Em uma carta enviada a Lula, Milei diz desejar um “trabalho frutífero e de construção de laços” entre o Brasil e a Argentina. As lideranças petistas se mostraram favoráveis à ida de Lula à posse, devido à relação que os países sempre tiveram.

Jorginho convidado

Jorginho Mello (PL) é um dos governadores convidados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para ir a Buenos Aires no dia 10 de dezembro para a posse de Javier Milei. Entre os governadores convidados, o catarinense é tido como um dos mais próximos do ex-presidente. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), que também foi convidado, informou que não conseguirá viajar para a Argentina.

Senador se convidou?

Uma fonte ligada ao Partido Liberal me contou que ao saber da ida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a Buenos Aires, o senador catarinense Jorge Seif (PL) teria se convidado para acompanhar. Bolsonaro está convidando alguns parlamentares, porém, segundo a fonte, Seif nem esperou receber o convite.

A volta de Gean

O ex-prefeito Gean Loureiro (UB) desembarcou em Florianópolis neste final de semana, após alguns meses de estudo na Austrália. A expectativa é para a condução da questão do comando do União Brasil, já que o deputado federal Fábio Schiochet foi eleito presidente estadual. Eles devem se encontrar nesta semana para uma primeira conversa. Tanto Loureiro quanto Schiochet são lideranças importantes no cenário. Por isso, nos bastidores, um entendimento entre eles é aguardado. O ex-prefeito me disse que a prioridade é ajudar a preparar o partido para as eleições municipais do próximo ano.

Nova eleição

O município de Bela Vista do Toldo terá nova eleição para prefeito. O pleito indireto acontecerá no dia 13 de dezembro. Mesmo sendo de forma indireta, ou seja, somente os vereadores votarão para eleger o prefeito que terá um mandato tampão até o final do próximo ano, qualquer cidadão em dia com a justiça eleitoral e filiado a um partido poderá se candidatar. O prefeito Adelmo Alberti (UB) renunciou ao mandato em 2022, após ter sido preso na operação Et Pater Filium.

Filiação

O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) anunciou neste fim de semana a filiação de Luiz Carlos João. O ato aconteceu em Criciúma e seu nome está à disposição para a formação da nominata de candidatos a vereador. João foi o segundo suplente de senador de Ideli Salvatti (PT), tendo assumido no mês de janeiro de 2011, durante o recesso parlamentar.

Celesc

O Governo do Estado e a Celesc anunciam, amanhã, às 14h, na Sede Central, um pacote de ações. Segundo a assessoria do governo, serão anunciados investimentos para promover o desenvolvimento sustentável do Estado, a economia de energia e a eficiência energética. O evento contará com a presença do governador Jorginho Mello (PL), do presidente da Celesc, Tarcísio Rosa, secretários de Estado, deputados e outras autoridades.

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