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O evento chamado “Marcha para Jesus” realizado em Balneário Camboriú pelo Conselho de Pastores de Santa Catarina, teve dois resultados. Se por um lado, a parte religiosa atendeu as expectativas, por outro, a face política do ato expôs um resultado muito menor do que era esperado, mesmo com a vinda do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), principal convidado.

É até possível dizer que Bolsonaro não sentiu tanto o impacto de um público mais reduzido, pois, supostamente, não tinha a noção do que era esperado, mas a organização e sobretudo, os políticos catarinenses ligados a ele, sentiram, tanto, que nos vídeos postados pelas assessorias é possível notar um grande malabarismo, para encontrar ângulos que mostrassem um público muito maior do que realmente teve.

O fato, é que há tempos não via tanto constrangimento por metro quadrado. Parece que o bom senso foi deixado em casa e a impressão deixada pelos pré-candidatos bolsonaristas que lá estiveram, é de desespero para aparecer ao lado de Bolsonaro, como se isso representasse tudo numa eleição com tantas pautas importantes para serem discutidas, seja para o Estado, ou para o país. A impressão que dá, é que não importam as propostas, o negócio é selfie e vídeo ao lado de um presidente que parece se mostrar cansado de tanta bajulação.

Primeiro foi o fora levado pela vice-governadora, Daniela Reinehr (PL), e pelo pré-candidato ao Senado, Jorge Seif Júnior (PL). O interessante é que ficou um jogo de empurra entre as assessorias, sobre quem teria sido o alvo, porém, em dois ângulos diferentes é possível notar que a dupla, Daniela- Seif, é que foi o alvo da irritação de Bolsonaro, afinal, as pessoas que ali estavam foram para ver o presidente, não políticos locais que insistiam em querer aparecer em momentos não oportunos. Assista:

Vídeo Frontal: Bolsonaro manda Daniela e Seif irem para trás
Vídeo Lateral: Bolsonaro manda Daniela e Seif irem para trás

Já os pré-candidatos ao Governo do Estado, Esperidião Amin (Progressistas) e Jorginho Mello (PL), se expuseram menos, mesmo assim, Jorginho também passou por um constrangimento ao se pendurar no carrinho que levava Bolsonaro, até que foi convencido a descer. Quem pretende disputar uma majoritária estadual, precisa ser avisado que não pega bem se pendurar num carrinho cercado de seguranças, só para dizer que está com o presidente.

O que é preciso observar sobre o que aconteceu no sábado, é que Jair Bolsonaro está preocupado com a sua eleição, nada mais do que isso. Não moverá uma palha por candidatos da proporcional e tampouco a governador, nem agora, menos ainda depois. Há meses venho falando que Bolsonaro não tomará partido, onde tiver mais de um candidato bolsonarista. No dia 14 deste mês eu trouxe na minha coluna uma informação de Brasília que, o presidente confidenciou a lideranças que não se envolverá na eleição ao Governo catarinense, apenas ao Senado, já tendo escolhido Jorge Seif, que mesmo com o apoio declarado, precisa entender que não se invade um espaço de um presidente sem ser convidado.

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Afago

Ao final do evento já nos bastidores, o presidente Jair Bolsonaro (PL) deu alguns afagos e tirou rapidamente foto com lideranças como Júlia Zanatta (PL), e a deputada estadual, Ana Carolina Campagnolo (PL). O senador Jorginho Mello (PL) também ganhou um abraço apertado de Bolsonaro, porém, tudo nos bastidores e sem apoio eleitoral.

Todos os palanques

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), tem três lideranças que são muito próximas a ele em Santa Catarina. Esperidião Amin (Progressistas), João Rodrigues (PSD) e Jorginho Mello (PL). Ambos prometem palanque para o presidente que, trabalha para manter a sua força em Santa Catarina. Acreditar que diante do cenário eleitoral que se desenha, Bolsonaro abrirá mão de qualquer palanque para declarar apoio a apenas um candidato, é querer se iludir. O posicionamento aqui no estado e nos demais onde, tenha mais de um candidato ao Governo que seja bolsonarista, será de neutralidade. Vale lembrar que Amin e Jorginho são pré-candidatos, enquanto que João Rodrigues apoia o pré-candidato a governador, Gean Loureiro (UB).  

Voo bom

Algumas lideranças catarinenses pegaram carona no avião presidencial que voou de Brasília até o aeroporto de Navegantes. Algumas, se deram ao trabalho de viajar de Florianópolis à capital federal só para voltar no avião com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL). Será que esses gastos foram todos com dinheiro público?

Desfritar o ovo?

Hoje às 14h30 no Hotel Castelmar em Florianópolis, os membros titulares e suplentes do Diretório Estadual do MDB se reúnem para discutir a escolha do pré-candidato ao Senado, além de definir a data da convenção que deve ser antecipada. Acontece que membros da bancada estadual e da executiva, já defendem levantar a discussão sobre a indicação do ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, a vice na chapa do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos). Segundo fontes do partido, não é possível saber se hoje o assunto será colocado na mesa, mas se houver um número suficiente de lideranças dispostas a desfritar o ovo, o assunto será levantado.

Descontentamento de Moisés

A intenção de virar a mesa em relação a escolha de Antídio Lunelli, para ser o nome do MDB na majoritária, se deve a uma insatisfação do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), que permanece em silêncio em relação ao ex-prefeito de Jaraguá do Sul. Além de até o momento não ter mencionado o nome de Antídio, nos bastidores, já teria dito a emedebistas que não é o seu preferido. O deputado estadual, Moacir Sopelsa, e o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler, são os que mais agradam a Moisés. Vale lembrar que na reunião em que ficou definido o nome de Antídio, o presidente estadual do MDB, Celso Maldaner, disse que a escolha cabe ao partido. Em falar em Maldaner, ele disse a lideranças no final de semana, que teria uma manifestação de Moisés dizendo justamente o contrário do que demonstra. A fala seria favorável a ter Lunelli como vice. Se Maldaner tem essa cartada, terá que apresentar ainda hoje na reunião.

Fritura desnecessária

Lideranças do MDB sabiam que alguns problemas envolvendo o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli (MDB), seriam um inconveniente para a eleição, então, por qual motivo o deixaram renunciar a Prefeitura de Jaraguá do Sul e, o incentivaram a seguir até agora como o nome à majoritária? Se depois de todo esse tempo e uma prévia vencida, mesmo que esvaziada, Antídio for alijado da condição de vice na chapa de Moisés, será uma das maiores puxadas de tapete da história da política catarinense, que poderá até mesmo ser visto como um gesto de traição. Não dos que se opunham a ele, mas de quem o incentivou a seguir até aqui, para abandoná-lo no caminho.

Reação

Há uma forte reação nas bases emedebistas, contrárias a uma aliança com o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos). Lideranças falam em sentimento de traição e, cobram tanto do presidente estadual, Celso Maldaner, quanto do agora, ex-pré-candidato ao Governo do Estado, Antídio Lunelli, que prometeram candidatura própria. Algumas reações vindas de Jaraguá do Sul, me fazem pensar que não será surpresa se Antídio voltar atrás e impor a sua pré-candidatura a governador, que seria levada para a convenção do partido. Neste caso, não teria como fazer uma previsão sobre o que poderia acontecer.

Jorginho e Amin

Os senadores e pré-candidatos ao Governo do Estado, Jorginho Mello (PL) e Esperidião Amin (Progressistas), voltaram a se reunir, agora para um café. Jorginho tenta convencer Amin a se juntar ao seu projeto, enquanto que o progressista aguarda por uma decisão do PSDB, que hoje reunirá o comando da federação formada com o Cidadania. Se Amin fechar com os tucanos, Jorginho terá dificuldade pois, ficará isolado como poucos segundos de rádio e TV. Segundo uma fonte ligada aos liberais, uma pesquisa deve ser encomendada para posterior análise de Jorginho e Amin.

Made Ucrânia

O governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) foi para as BRs no sábado e, soltou até mesmo umas indiretas. Vestido à moda Volodymir Zelensky, como bem observou o colega da NSC, Evandro de Assis, Moisés foi até a BR-470 em Navegantes, rodovia federal que recebeu recursos do Governo do Estado. Primeiro ele disse que era dia de trabalho e, completou fazendo a seguinte afirmação: “Nós poderíamos reclamar, poderíamos tentar encontrar culpados, mas decidi colocar a mão na massa”, afirmou. É claro que Moisés aproveitou a visita de Bolsonaro para dar algumas indiretas via rede social.  

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Trabalhando por espaço

O pré-candidato a deputado estadual, Napoleão Bernardes (PSD), reuniu a coordenação política de seu projeto. Cerca de cem lideranças de 22 municípios, sendo cinco suplentes de deputado e três prefeitos, um vice, treze vereadores e um ex-vice-prefeito. Da esquerda para a direita o ex-deputado estadual, Jean Kuhlmann, além de Marco Antônio Wanrowsky, Fabiano Dadam Nau, Murilo Flores e Arão Josino. Ex-prefeito de Blumenau, Bernardes tem visitado todas as regiões do estado.

Receita estadual

O presidente da Associação dos Analistas da Receita Estadual (Anare), João Henrique Hiedrisch, e o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, recepcionam hoje os 162 novos Analistas 4. De acordo com a entidade, a principal missão dos profissionais será a de recuperação dos créditos inadimplentes, aumentando de forma significativa a receita do Estado. Após mais de 30 anos sem concurso, a entrada dos novos analistas reforça o time da secretaria. A solenidade será no Centro Administrativo, no Teatro Pedro Ivo.

Reconhecimento

O delegado regional da Polícia Civil de Xanxerê, Vinícius Iunes, receberá uma moção de aplausos da Câmara de Vereadores local. Os vereadores querem homenagear Iunes por causa dos resultados alcançados, sendo que a delegacia é a 4ª mais atuante em número de prisões em todo o estado, mantendo êxito em 100% de esclarecimento nos casos de homicídio.  

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