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Antídio começa a ceder e Udo e Sopelsa ganham força para vice de Moisés; Amin e Jorginho terão conversa definitiva até o dia 15; Três pré-candidatos já tem marqueteiro entre outros destaques

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Documentário sobre LHS levou um grupo seleto ao cinema

Parece que o filme da vida do falecido ex-senador, Luiz Henrique da Silveira, inspirou as lideranças emedebistas, ao ponto de provocar uma reviravolta nos rumos que estavam sendo dados. Ao deixarem o cinema do Shopping Beira-Mar em Florianópolis, todos foram para um almoço na presidência da Assembleia Legislativa, onde foram recebidos pelo deputado, Moacir Sopelsa.

Foi no almoço que o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, passou a considerar a suspensão do evento marcado para o próximo dia 11 em Curitibanos, para o lançamento de sua pré-candidatura ao Governo do Estado. Até mesmo lideranças próximas a ele já começavam a se preocupar, mesmo que o discurso público fosse o da manutenção. Acontece que havia um sentimento de que mesmo juntando um bom número de filiados, o encontro seria considerado um fracasso, devido à provável falta de lideranças de peso. “Uma coisa é fazer em um teatro em Jaraguá, onde se reuni mil, mil e quinhentas pessoas, agora, o evento de Curitibanos teria que ser muito maior”, relatou uma fonte.

Após algumas considerações, até mesmo da bancada estadual que estava presente em peso ao almoço e, de sua fiel assessora, Emanuela Wolff, Antídio aceitou. Ainda durante a conversa, ele deu o primeiro sinal de uma possível desistência da disputa ao governo, ao querer saber qual foi a proposta real feita pelo governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) aos deputados, para ter o apoio do MDB. Ele desconfia que tenha algo além do que já foi dito, mas ouviu como resposta, que foi oferecido ao partido os cargos de vice e ao Senado na chapa.

Com a resposta dos parlamentares, Antídio começou a especular quem poderia compor como vice de Moisés. Sugeriu o nome do deputado, Celso Maldaner, que foi rechaçado pela maioria que, entende que ele não agrega. Vale lembrar que o nome não agrada ao governador. O deputado estadual, Fernando Krelling, levantou o nome do ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler. Lunelli questionou se ele aceitaria e a conversa parou por aí. Quem também é cotado para vice é o presidente da Assembleia Legislativa, Moacir Sopelsa.

O entendimento de lideranças que estiveram no almoço, é que Antídio começa aos poucos a jogar a toalha, por ter sentido a pressão de que sua pré-candidatura estaria agravando o racha no partido. Com o enfraquecimento do ex-prefeito de Jaraguá, quem começa a ganhar musculatura é Udo Döhler. Eles conversaram na terça desta semana e devem voltar a se encontrar nos próximos dias.

Para aumentar ainda mais os rumores, Antídio Lunelli tomou um café com Moisés na Casa D’Agronômica a portas fechadas ontem à tarde. Segundo uma fonte, ele teria revelado a sua pré-disposição de declinar, tanto, que ficaram de voltar a conversar para tentar costurar o melhor cenário, o que inclui, uma saída honrosa para Lunelli. Ele até teria o interesse no Senado, porém, se Udo entrar no jogo inviabiliza, pois não cabem dois nomes da mesma região. Uma informação não confirmada oficialmente, é que ontem a noite os deputados Carlos Chiodini e Celso Maldaner, jantaram em Brasília com o presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi, para discutir a situação do partido em Santa Catarina.

Três pré-candidatos

O documentário sobre Luiz Henrique da Silveira, levou ao cinema três pré-candidatos ao Governo do Estado, posto conquistado pelo próprio LHS em duas oportunidades, uma das quais,relatada no filme exibido ontem. Gean Loureiro (UB), Antídio Lunelli (MDB) e o governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) assistiram atentamente.

O tertius

Quem pode ser o apaziguador do MDB é o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler (MDB). Conforme já relatei, Udo foi convidado para almoçar com o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), na Casa D’Agronômica na segunda-feira. A pedido do governador, o almoço foi restrito a eles e às esposas, nem assessores puderam participar. Durante a conversa, Moisés disse que deseja dar as vagas de vice e ao Senado para o MDB e, bastante cuidadoso com as palavras, perguntou se Udo se colocaria à disposição para ser o vice. O convite em forma de questionamento, teve ainda elogios de Moisés a história de Udo, além de destacar a importância de Joinville. O ex-prefeito deixou as portas abertas para novas conversas.

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Udo gostou

Fontes afirmam que o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler (MDB), gostou do convite feito pelo governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos). A quem lhe pergunta ele diz que, tem as empresas para cuidar e que é o partido quem decide.

Questão da idade

Seja o presidente da Assembleia Legislativa, Moacir Sopelsa, ou o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler, o fato é que a questão da idade preocupa os emedebistas. Uma liderança me disse que, no caso de o partido apontar o vice do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), seja Sopelsa, ou Udo, que o MDB terá que preparar um nome mais jovem para 2026, no caso de serem eleitos.

Quer no primeiro turno

O senador Jorginho Mello (PL) confirmou ontem em rápida conversa que tivemos, que ele realmente trabalha para se eleger no primeiro turno. Sobre uma aliança com o Progressistas, Jorginho disse que respeita a pré-candidatura do senador, Esperidião Amin (Progressistas), mas que se for possível, espera contar com o apoio. Entre os dias 13 e 15 deste mês, Jorginho e Amin se reunirão para um almoço decisivo. Na oportunidade, Amin dirá se disputará o Governo, ou se aceita se aliar ao PL e indicar o vice, que pode ser a deputada federal, Ângela Amin (Progressistas). Jorginho me disse que já está no segundo turno e que, não precisa de muitos partidos. Ele já estaria acertado com o Patriota e o PSC. Caso não feche com Amin, dois empresários filiados ao PL, um de Joinville e outro de Blumenau, são os cotados para vice de Jorginho.  

Amin e Bolsonaro

O senador Esperidião Amin (Progressistas) que é pré-candidato ao Governo do Estado, esteve ontem com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL). A conversa não foi muito demorada, mas durou o tempo suficiente para gerar rumores, já que Amin deixou escapar que falaram da eleição.

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Marqueteiros 1

Há uma informação de que Nelson Biondi de São Paulo, já estaria acertado para ser o marqueteiro do senador, Jorginho Mello (PL). Ele foi indicado pela família Bolsonaro. A produtora também deve ser paulista. Biondi foi responsável pela campanha que reelegeu Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo, na eleição de Beto Richa no Paraná e, ao lado de Nizan Guanaes, dirigiu e coordenou a campanha de José Serra à Presidência da República. Com Duda Mendonça ajudou a eleger Paulo Maluf em São Paulo, entre outras eleições, incluindo a de João Dória ao Governo de SP.

Marqueteiros 2

Já para a campanha do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), o gaúcho Alexandre Oltramari deverá ser o marqueteiro. Ele já trabalhou com Fernando Haddad, Aécio Neves e Marta Suplicy.

Marqueteiros 3

Conhecido no meio político catarinense, Fábio Veiga é a solução caseira encontrada pelo pré-candidato a governador, Gean Loureiro (UB), para trabalhar em sua campanha ao Governo do Estado. Aliás, Veiga é um dos bons nomes que Santa Catarina tem. Mesmo sendo aqui do estado, Veiga trabalhou nas campanhas de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin ao Governo de São Paulo, além de Henrique Meirelles à Presidência da República. Atuou em duas eleições no Paraguai e aqui no estado venceu três eleições com Dário Berger, duas com Raimundo Colombo e uma com Cesar Souza Júnior.

Barragens

Presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Alesc, o deputado Ivan Naatz (PL) solicitou apoio da bancada federal catarinense, para agilizar o processo de recuperação, liberação de recursos e encaminhamento das questões indígenas que dizem respeito ao Governo Federal. O pedido foi feito durante um balanço dos resultados da audiência pública realizada em Rio do Sul, na semana passada, que tratou do abandono das barragens do sistema de contenção de cheias do Vale do Itajaí, “Preocupa-nos por que o sistema está inoperante, como no caso da principal barragem de José Boiteux, ou que funcionam parcialmente como as barragens de Taió e Ituporanga, provocando um risco permanente na região”, observou. Uma missão deve ir a Brasília.

Contas do Governo

Pela primeira vez em Santa Catarina, as contas do Governo do Estado referentes ao terceiro ano da gestão de Carlos Moisés da Silva (Republicanos) foram aprovadas por unanimidade e, sem ressalvas do Tribunal de Contas. “Considerando que o exame das contas do Governo do Estado, relativo ao exercício de 2021, indica que o Balanço Geral do Estado representa adequadamente a posição orçamentária, financeira e patrimonial, emite-se parecer favorável pela aprovação”, declarou o relator e conselheiro César Filomeno Fontes, no julgamento das contas, que foi realizado virtualmente ontem.

Mínimos constitucionais

Pela primeira vez na história de Santa Catarina, o Governo do Estado cumpriu todos os mínimos constitucionais. Na Educação, foram aplicados R$ 7,53 bilhões em 2021, acima dos 25% exigidos por lei, excluindo os inativos. Já para a Saúde, foram destinados R$ 4,96 bilhões, o que corresponde a 14,45% da arrecadação dos impostos e, portanto, acima dos 12% previstos por lei. “É importante mencionar que, em 2021, não houve auxílio financeiro ligado a lei complementar no 173/2020 para enfrentamento da Covid-19”, destacou o conselheiro César Fontes.

Abrasel

Depois de 26 anos a Associação de Bares e Restaurantes de Santa Catarina (Abrasel), empossa a primeira mulher presidente. Aos 35 anos, Juliana Mota Debastiani assume o desafio. Empresária no ramo de alimentação, ela substitui o agora ex-presidente Rafael Dabdab, que ficou à frente da associação por 6 anos. Em seu discurso, Juliana disse que o associativismo ensinou muito, principalmente que todos juntos fazem a diferença para uma Abrasel mais forte.

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