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Alesc Bancada do MDB Carlos Moisés da Silva Dário Berger

Falta de partido complica a situação de Moisés; Bancada analisa hoje a situação do MDB entre outros destaques

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A bancada estadual do MDB se reúne hoje no tradicional almoço das terças, para fazer uma avaliação do atual cenário nas internas do partido, no pós-prévias que acabaram esvaziadas a pedido da própria bancada. Vale lembrar que a pedido dos deputados, o senador Dário Berger e o deputado Valdir Cobalchini, desistiram da disputa como forma de potencializar a convenção que, legalmente, é a instância que definirá os rumos do partido.

Um deputado me chamou a atenção para a situação de Dário Berger. Segundo ele, o senador segue no partido e revelou o que foi dito por Berger ao final do almoço da semana passada na Alesc. “Eu posso praticar o gesto a pedido da bancada, mas meu nome segue à disposição para ser o candidato a governador”, relatou.

O fato é que para alguns nomes consultados ontem, a impressão é que o presidente estadual do partido, Celso Maldaner, e o hoje, pré-candidato a governador Antídio Lunelli, conseguiram passar com um trator por cima de todas as instâncias do partido. Resta saber o que pensa a bancada sobre esse sentimento de algumas lideranças emedebistas.

Uma fonte pró-Antídio mostrou confiança durante uma conversa que tivemos ontem. Disse que há um cenário o qual considerou como favorável, para o convencimento de pelo menos, parte da bancada estadual a optar pelo apoio ao prefeito de Jaraguá do Sul. Os deputados, Valdir Cobalchini e Mauro De Nadal, foram apontados como alguns dos tais alvos. Segundo o relato, Maldaner daria a Cobalchini a garantia de que não disputará a reeleição, enquanto que Mauro não teria Rose Maldaner, ex-prefeita de Maravilha, atrapalhando a sua votação no Extremo-Oeste.

Agora vale o destaque sobre as verdadeiras intenções de Celso Maldaner. O hoje deputado federal já teria a garantia de que, se Antídio vier a se eleger, que será dado a ele o cargo de diretor por Santa Catarina no BRDE.

Entrevistas na Pan News

Hoje eu recebo o vice-prefeito de São José, Michel Schlemper, no programa O Jogo do Poder nas rádios Jovem Pan News de Florianópolis 103,3 FM e Jovem Pan News Criciúma, 101,5 FM. Falaremos sobre a crise no MDB. O início será às 16h. Você pode ouvir pelo rádio, ou assistir através da Panflix, ou do perfil Jovem Pan Floripa no Youtube.

Não combinou?

Ontem algumas lideranças petistas reagiram à nota que escrevi sobre a proposta do senador, Dário Berger, ao MDB, de que sendo o candidato emedebista ao Governo do Estado, atrairia entre seis e sete partidos de esquerda, entre os quais, o PT, PDT e o PSB. De acordo com fontes do PT, Dário não tem carta branca para falar em nome do partido e, foram além, ao afirmar que o senador terá que provar que conseguirá aglutinar, caso deseje ser o candidato da esquerda a governador. “O Décio (Lima) representa a esquerda, tem proximidade com o presidente Lula e é o nosso candidato”, afirmou. O que chamou a atenção é que o próprio Décio, não negou que possa haver um apoio, caso Dário seja o nome dos emedebistas.

Moisés se complica

O tempo passa e o governador, Carlos Moisés da Silva, não tem um partido para chamar de seu. Dividido entre os conselheiros que entendem de leitura política e já apresentaram o caminho das pedras e, a ala militar com Lucas Esmeraldino, que o tem levado a buscar cenários equivocados, Moisés acabou se complicando. O atual momento tornou insegura a sua filiação ao MDB, já que não tem a garantia de que será o candidato. Já com o Republicanos, há pontos a serem superados. O PSDB exige um apoio ao governador de São Paulo, João Dória, tudo o que Moisés não quer e, o Progressistas, está aberto a recebê-lo, mas não vai esperar para sempre. O governador precisa entender que o ritmo dos movimentos políticos exige uma velocidade a qual ele se nega a acompanhar.

Derruba o veto!

Os deputados estaduais precisam derrubar o veto do Governo do Estado, ao projeto que reduzia o ICMS dos alimentos e bebidas quentes para bares e restaurantes. É uma questão de sensibilidade com um setor que foi um dos mais atingidos pela pandemia. Colocar no discurso contrário a derrubada, que os maiores beneficiados serão os estabelecimentos que atendem a um público de maior poder aquisitivo, mais parece uma discriminação do que um olhar técnico, sobre uma demanda que ajudará na criação de emprego, renda e mais arrecadação ao Estado.

Fundo dos dativos

Em seu discurso na posse da presidente da OAB/SC, Cláudia Prudêncio, na noite de sexta-feira (18), o governador Carlos Moisés da Silva (sem partido), confirmou a constituição de um grupo de trabalho, em conjunto com o Tribunal de Justiça, para estudar a elevação do fundo que mantém a Assistência Judiciária Gratuita (AJG) em Santa Catarina. O pleito foi feito pessoalmente por Cláudia a Moisés e também ao presidente do Tribunal de Justiça, João Henrique Blasi, há cerca de uma semana. A AJG é atendida atualmente por cerca de 10 mil advogados dativos, que prestam serviços gratuitamente à população sem recursos para custear um defensor privado. Quase 174 mil pessoas já foram beneficiadas pelo sistema desde a sua criação, há menos de três anos, também a pedido da OAB/SC. A Seccional projeta aumento da procura do serviço dativo com a crise econômica e busca ainda a elevação da tabela de remuneração dos profissionais.

Plano 1000

O prefeito de Lages, Antônio Ceron (PSD), era só sorrisos na reunião de ontem, com o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli. O objetivo do encontro era tratar quais obras prioritárias do município, que receberá R$ 157 milhões, estarão no Plano 1000. A reunião foi acompanhada pelo subchefe da Casa Civil, Juliano Chiodelli. Além de Lages, estiveram também na Secretaria da Fazenda os prefeitos de Joinville, Camboriú, Rio Negrinho, Garopaba, Fraiburgo e Caçador. Juntas, estas cidades receberão mais de R$ 1 bilhão do Governo do Estado somente com o Plano 1000.

Pesquisa?

A primeira pesquisa eleitoral para o Governo de Santa Catarina e para o Senado deve ser divulgada nesta quinta-feira (24). O questionário foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral em 18 de fevereiro. O instituto que realiza a pesquisa tem apenas três meses de funcionamento. O nome? Ibop Pesquisas, similar ao antigo e tradicional Ibope, atual IPEC. A empresa foi registrada no município de São José e tem como endereço um coworking, escritório compartilhado. A inexperiência e a falta de estrutura deixaram a todos em alerta quanto a qualidade da pesquisa.

Agradecimento

Quero agradecer ao colega Mauro Demarchi, do jornal Alfredo Wagner Online pelo destaque dado ao SCemPauta e ao meu trabalho na Jovem Pan News de Florianópolis e Criciúma.  Confira:

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