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Os detalhes da conversa de Amin com João Rodrigues; Dário é chamado a SP; Motta diz que o Republicanos está com Moisés entre outros destaques

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O senador Esperidião Amin (Progressistas) confirmou ontem à noite que conversou com o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD). Enquanto comia alguns pratos árabes acompanhado da deputada federal, Angela Amin (Progressistas), me disse que o diálogo com o pessedista ocorreu há cerca de dois meses. “João, você em Santa Catarina é por várias razões uma pessoa mais identificada com o Bolsonaro, do que qualquer outro. Mesmo eu que conheço o Bolsonaro há 31 anos, não posso dizer que sou íntimo, não tenho tantas peripécias com ele como você”, revelou Amin, o que disse a Rodrigues.

O senador destaca que Bolsonaro tem demonstrado um grande carinho pelo prefeito de Chapecó, situação a qual, atribui a amizade e solidariedade ao que definiu como momentos difíceis passados por João Rodrigues.

Amin foi além ao falar para Rodrigues sobre o futuro na política e, em qual espaço deve estar. “Se você quiser continuar na Prefeitura de Chapecó, você está no lugar certo, no partido certo, agora, se você quer disputar alguma espécie de uma eleição majoritária no ano que vem, você só não pode ficar no PSD”, disse o senador ao prefeito.

Antevendo no momento da conversa a filiação de seu colega de Senado, Rodrigo Pacheco, ao PSD, Esperidião Amin afirmou ainda que, o partido não estará com Jair Bolsonaro na eleição do próximo ano, portanto, João Rodrigues apenas estará em partidos que apoiem a reeleição do presidente, se for para o PL, Republicanos ou Progressistas.

Questionado se abriria a condição de candidato do partido em favor de Rodrigues, Amin respondeu que não fala sobre “se”, em referência a hipóteses, mas admitiu que segue sendo pré-candidato a governador e, afirmou de forma categórica que o Progressistas disputará o Governo do Estado. “O partido terá candidato, pode ser o João (Rodrigues), pode ser o Moisés, isso se algum deles se filiarem ao partido”, afirmou.

Sobre outro nome filiado ao Progressistas que deseja disputar a majoritária, o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, Amin afirmou categoricamente que se ele renunciar ao mandato de prefeito e, se anunciar candidato, terá o seu apoio. “Vou trabalhar por ele, mais do que por mim mesmo. Ele precisa se tornar mais conhecido do que eu”, disse Amin, destacando mais uma vez que o partido terá candidato como se quisesse mandar um recado. “Vocês apareçam para ser o candidato pelo 11, se não, não ficaremos sem candidato. E ninguém vai usar o partido para depois negociar composição, o 11 estará na telinha”, afirmou.

Já concluindo a conversa, Amin disse que o Progressistas precisa ter candidato, caso contrário, não sobreviverá. A leitura que ele faz é que mesmo se perder a eleição ao Governo do Estado, o partido crescerá, pois ganhará mais espaços, tanto na Assembleia Legislativa quanto no Congresso Nacional. “Se perder disputando, mesmo assim irá vencer”, conclui.

Chamado a SP

Uma fonte me contou ontem à noite de um convite feito pelo vice-presidente nacional do PSB, Márcio França, ao senador Dário Berger (MDB). A informação é de que eles devem conversar na próxima semana em São Paulo e, o teor será a aproximação do PSB com o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para uma possível aliança na eleição do próximo ano. França reforçará a Dário o convite para que se filie ao PSB, para ser um dos nomes indicados para ser o vice de Lula. Neste caso, até um plano B foi pensado, caso não dê certo o projeto nacional com o petista. Seria uma candidatura ao Governo do Estado com uma costura de cima para baixo, para o apoio dos partidos de esquerda a Dário Berger.

Alckmin na jogada

O senador Dário Berger (MDB) seria uma das apostas do PSB para ser um possível vice de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os petistas sabem que Santa Catarina é um estado pequeno, com um percentual mais limitado de eleitores comparado a todo o universo eleitoral do país. Por outro lado, é um bolsão bolsonarista, portanto, ter um candidato do Sul poderia influenciar no desempenho do atual presidente na região. Mesmo assim, hoje o principal nome para Lula é o de Geraldo Alckmin (PSDB), tanto, que já há conversas para uma possível filiação do tucano ao PSB, para formar uma aliança com o PT.

Escolha do MDB

O deputado federal, Celso Maldaner, presidente nacional do MDB, quer tentar construir um entendimento no próximo dia 6 de dezembro, para que seja definido o nome emedebista ao Governo do Estado. Maldaner já revelou em entrevista que me concedeu há algumas semanas no programa O Jogo do Poder na Jovem Pan News, que tem uma preferência pelo prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli. Se não houver entendimento, a escolha ficará para as prévias no dia 15 de fevereiro. “Em fevereiro temos que estar voando, fazendo campanha, precisamos definir o quanto antes”, afirmou.

Sem alinhamento

Recebi a ligação do deputado estadual, Sérgio Motta, que estava na Casa D’Agronômica ontem à noite com o governador Carlos Moisés da Silva (sem partido). Ele disse que entrou em contato para deixar claro que o Republicanos não está fechado com ninguém. “Não estamos fechamos com ninguém como alguns tem falado. Nós estamos próximos do governador e não nos comprometemos com nenhum outro partido”, afirmou Motta, lembrando que o partido tem no ex-vereador de Florianópolis, Claudinei Marques, o atual secretário de Estado do Desenvolvimento Social.

Republicanos com Moisés

Cada vez mais fica evidente a relação do Republicanos com o governador, Carlos Moisés da Silva (sem partido). Ontem à noite participaram de um jantar na Casa D’Agronômica, o deputado estadual Sérgio Motta, presidente estadual do Republicanos, acompanhado do secretário de Estado do Desenvolvimento Social, Claudinei Marques. Eles levaram os 27 vereadores, cinco vices e dois prefeitos filiados ao partido. “O grupo do governador Moisés é o único capaz de estruturar o nosso partido”, me disse uma fonte republicana. É dito nos bastidores que Moisés se filiando, deve levar prefeitos, vices e vereadores, entre os quais, os prefeitos de Bombinhas, Paulo Müller, o Paulinho; de Navegantes, Libardoni Fronza; de São Joaquim, Geovani Nunes; e de Pomerode, Ércio Kriek.

O Jogo do Poder – O Debate

Hoje é dia de debate no programa O Jogo do Poder na Jovem Pan News de Florianópolis 103,3 FM, e Jovem Pan News de Criciúma 101,5 FM. A partir das 16h, Maria Helena, Maga Stopassoli e eu, Marcelo Lula, debateremos os principais acontecimentos da política catarinense. Bastidores, análises, informações em primeira mão, vale a pena acompanhar. Você pode ouvir pelo rádio, ou nos assistir pela Panflix, ou acesse o perfil no Youtube Jovem Pan Floripa.

Paulo Afonso em Pauta

Ontem o ex-governador, Paulo Afonso Vieira (MDB), me concedeu entrevista no programa O Jogo do Poder na Jovem Pan News de Florianópolis 103,3 FM e Jovem Pan News de Criciúma, 101,5 FM. Ele fez duras críticas as prévias do MDB e avaliou o momento vivido pelo partido. Confira:

Bruno Souza em Pauta

Ontem também recebi no programa O Jogo do Poder, o deputado estadual Bruno Souza (Novo). Falamos sobre o projeto de educação domiciliar, sobre a vivência na política e o projeto do Novo. Confira:

Bloqueio de bens

A 1ª Promotoria de Justiça de Balneário Piçarras obteve, por meio de liminar concedida pela Justiça, o bloqueio dos bens de 18 pessoas acusadas de enriquecimento ilícito e danos ao erário do município de Penha, acusadas de atos de improbidade administrativa. Entre elas estão um ex-Prefeito, dois ex-Secretários municipais de Saúde e seis ex-servidores que ocuparam cargos comissionados que, lhes permitiam aprovar a prestação de contas em convênios com a administração pública. Os outros réus atuavam em funções administrativas de instituições da área de saúde e assistência social conveniadas com o município de Penha.

Mais de R$ 2 milhões

De acordo com o Ministério Público de Balneário Piçarras, o ex-prefeito de Penha, Evandro Dos Navegantes (PSDB), os ex-secretários de Saúde, Clovis Bergamaschi e Cleiby Darossi, além de Nilson Santiago Moya, Richard Da Silva Choseki e Jéssica Ramos Vergílio Moya, que atuavam como gestores do Instituto Adonhiran de Assistência à Saúde e do Hospital Nossa Senhora da Penha, teriam agido em conjunto. A acusação aponta que os réus teriam usado de seus cargos públicos e de suas posições nas instituições conveniadas, para embolsar R$ 2, 452 milhões dos cofres municipais e, com isso, enriquecerem ilegalmente às custas do erário. O valor total do bloqueio supera os R$ 14,7 milhões, como forma de garantir o ressarcimento aos cofres públicos dos prejuízos causados pelo grupo e, das multas em caso de condenação.

Outros réus

O Ministério Público de Balneário Piçarras informa ainda que Diogo Simões Tavares, Juracy Coutinho Franco Junior, Rafael Celestino e Rafael Murilo Celestino, que ocuparam os cargos de Controlador-Geral do município de Penha, além de Daniele Schweger Souza Lunge, então coordenadora de Controle Interno; e Luciana de Carvalho Fonseca Amaro, que foi coordenadora-adjunta, deram o suporte para as ações, já que tinham o controle das contas municipais. Também são réus Jéssica da Silva, Marcelo Henrique Rovaris, Marina Elisa Philippi, Moacir de Freitas Toledo, Roberto Petry da Luz e Vanessa Guazi Gonzaga, sócios ou administradores de empresas ou organizações conveniadas e fornecedoras do município. O Hospital Nossa Senhora da Penha, a Clínica Saúde e Vida Diagnóstico Ltda, o Centro Médico Coper-Vida Ltda e o Plano Med Representações Ltda, segundo o MP, teriam agido de forma consciente e coordenada para lesar os cofres públicos e se apropriarem das verbas municipais.

A prática

Segundo a ação civil pública do Ministério Público de Piçarras, o grupo se estruturou de modo a controlar todas as etapas inerentes à celebração e fiscalização de convênio firmado entre o município de Penha e o Instituto Adonhiran de Assistência à Saúde. “Dessa forma teriam fácil acesso a recursos públicos”, diz a denúncia. O MP aponta que os réus conseguiam forjar prestações de serviços de saúde da clínica e do hospital ao município, pagos por meio do convênio com o Instituto Adonhiran. “Ocorre que o mesmo Nilson que administrava o instituto é o dono do hospital e a sua filha, Jéssica Moya, é a dona da clínica”, diz o MP. Também foi constatado o pagamento de contas superfaturadas e de serviços não executados ao Centro Médico Coper-Vida Ltda e ao Plano Med Representações Ltda, empresas administradas por Richard Choseki, por meio do mesmo esquema.

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