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Érika Marena: A delegada da Alcatraz, deputados se reúnem em Chapecó, o HC de Júlio Garcia entre outros destaques

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Destaque do Dia

Érika Marena voltou para comandar a Alcatraz

Parece que a delegada da Polícia Federal, Érika Marena, é especialista em criar nomes para as operações de grande impacto. Conforme escrevi ontem, foi dela a ideia do nome Lava Jato, quando atuou na Força-Tarefa que iniciou a maior operação já realizada no Brasil, tanto, que ela virou um dos personagens principais da série “O Mecanismo” da Netflix.

A chegada de Érika a Santa Catarina, ou melhor, a volta, surpreendeu a muita gente, inclusive colegas de trabalho. Partiu do ministro Sérgio Moro a indicação para que uma das pessoas que mais gozam de sua confiança, viesse ao estado comandar a operação que pretende desbaratar um suposto grande esquema de corrupção.

Voltando ao nome Alcatraz, surgiu pela convicção de Érika que Florianópolis é uma ilha cheia de bandidos corruptos e, por se considerar uma grande conhecedora dos supostos esquemas que ocorrem na capital, que ela voltou para comandar os trabalhos em uma operação a qual, segundo algumas fontes, logo deve ter novas fases.

Esse trabalho está sendo feito em conjunto com a Receita Federal, conforme eu trouxe ontem em primeira mão, para apurar também, uma possível transação de liberação de isenções fiscais onde os beneficiados dariam em troca, parceria em seus empreendimentos a agentes políticos, entre outras formas de propina, além de uma isenção que teria beneficiado um grande frigorífico de renome nacional. A grande questão é, quem serão os próximos alvos.

Habeas de Garcia

O presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), deu entrada através de seus advogados a um Habeas Corpus, questionando a competência da juíza que atendeu aos pedidos da Polícia Federal e do Ministério Público para que ele fosse investigado. Acontece que por ter sido conselheiro do Tribunal de Contas, a defesa de Garcia entende que não poderia ter sido autorizada escutas contra ele, pois, somente o Superior Tribunal de Justiça teria tal prerrogativa. Por isso, é pedida a nulidade da investigação por falta de competência da primeira instância, incluindo as escutas feitas das ligações de Lúcia de Fátima Garcia, irmã do deputado, e de Nelson Nappi Júnior, sob a justificativa de que Júlio era o alvo quando ainda estava no Tribunal de Contas.

Outros casos

Um caso emblemática de nulidade da escuta de investigados foi do ex-presidente Lula, na famosa conversa com a então presidente, Dilma Rousseff (PT), que o informava que estava enviando o termo de posse como ministro, pelo “Bessias”, para evitar a sua prisão. Mas no HC apresentado pelos advogados de Júlio Garcia (PSD), foi citada a Operação Métis, que apurou a suposta atuação de policiais legislativos no auxílio de senadores em ações de contra inteligência no intuito de tentar obstruir investigações da Lava Jato. Naquele caso, embora quatro policiais legislativos tenham sido detidos, restou claro que os verdadeiros alvos da operação sempre foram os então senadores Fernando Collor, Gleisi Hoffmann, Edison Lobão Filho e José Sarney.

Audiência em Chapecó

Hoje o Fórum Parlamentar Catarinense se reúne na capital do Oeste. As 10h no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, acontece a audiência pública que reunirá lideranças e empresários da região. Entre as pautas, a Rota do Milho, as condições das rodovias e o aeroporto Serafin Enoss Bertaso.

Vieira e Empresários

Ontem ao chegar a Chapecó o deputado estadual, Marcos Vieira (PSDB), se reuniu com dirigentes da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), presidida pelo empresário, Cidnei Barozzi. Vieira que é o relator do projeto dos incentivos fiscais, fez uma explanação sobre a situação, além de falar sobre o duodécimo, a lei do valor agregado, a importância do planejamento das grandes obras do Oeste e respondeu aos questionamentos.

Incentivos fiscais

O Comitê da Defesa da Competitividade da Economia Catarinense, composto por 26 entidades e, que é apartidário, está realizando desde o início da semana reuniões com os deputados na Assembleia Legislativa, para alertar sobre os impactos negativos que o projeto do Governo do Estado que corta incentivos fiscais, pode causar à economia catarinense. Em uma das reuniões com a presença de mais de 20 empresários, segundo o coordenador do Comitê, Marcelo Alessandro Petrelli, muitos anunciaram que se o projeto original for aprovado, sem as alterações que o Comitê está sugerindo, eles deixarão Santa Catarina transferindo suas empresas para outros estados. Entre as empresas estão a Segalas Alimentos, Intelbras, Círculo, Fiação São Bento e Plasvale, entre outras, que somam mais de 35 mil empregos diretos. Na próxima segunda às 17h, será realizada uma reunião entre deputados estaduais e o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli. O coordenador do Comitê destaca que o último prazo para a validação dos incentivos é dia 31 de julho.

Monitoramento total

Uma liderança confirmou uma informação que há algum tempo recebi, mas ainda não tinha muitos detalhes. O Executivo tem monitorado todas as ações e votações na Assembleia Legislativa. A palavra que poderia ser usada é “controle”. Até mesmo em votações de vetos o governo monitora e como se diz no popular, “marca na paleta” quem vota contra os seus interesses. Que nome é possível dar a esse tipo de postura?

Ponticelli no PSL

O prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli (Progressistas), recebeu um convite do governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), para que se filie ao PSL. Moisés foi direto ao dizer que tem a obrigação de ter um candidato em Tubarão, cidade que considera como a sua terra pelo período em que viveu lá. Disse que tem acompanhado o trabalho de Ponticelli e que deseja ajudá-lo na reeleição. Ponticelli ficou de pensar, mas segundo uma fonte, nos próximos dias deverá anunciar a troca de partido. Ontem em rápida conversa no aeroporto Hercílio Luz, o prefeito disse que ainda não se decidiu.

Vôo parlamentar

 Ontem a sala de embarque do aeroporto Hercílio Luz, mais parecia um encontro político. Deputados estaduais, a exemplo de Marlene Fengler (PSD), Luciane Carminatti (PT), Maurício Eskudlark (PL), Marcos Vieira (PSDB) e Mauro De Nadal (MDB), se juntaram para conversar enquanto aguardavam o voo para Chapecó. Logo após, o senador Jorginho Mello (PL) e o prefeito de Tubarão e presidente da Fecam, Joares Ponticelli (Progressistas), se juntaram ao grupo. Alguns conversavam, outros aproveitavam para comer algo e falavam descontraidamente. Logo após apareceu o ex-senador, Casildo Maldaner (MDB) que preferiu ficar num espaço mais isolado, e a vice-governadora, Daniela Reinehr (PSL) que fez questão de cumprimentar a todos. As lideranças participam hoje as 10h do encontro do fórum parlamentar.

A propósito

A vice-governadora, Daniela Reinehr (PSL), chamou a atenção na sala de embarque, pelo fato de não estar acompanhada de seus habituais seguranças. Daniela embarcou acompanhada de uma assessora e quando chegou em Chapecó, parou até para conversar com um senhor. A atitude surpreendeu quem viu.

Ninfo candidatíssimo

Em Joinville não se fala em outra coisa. Os atos do vereador Ninfo König (PSB) são de quem deseja disputar a Prefeitura de Joinville. Ele estaria sendo estimulado pelo ex-deputado Gelson Merisio (sem partido), que atua no conselho de uma das empresas de König que aumentou o tom contra o prefeito Udo Döhler (MDB), seu amigo de infância. A questão é que Ninfo não se sente à vontade no PSB e busca um novo partido. Se está sendo incentivado por Merisio, será que o Progressistas será o caminho natural?

Mattos confirma

Outro nome que confirma a pré-candidatura, é o deputado federal Darci de Mattos (PSD). O parlamentar não abre mão de disputar a Prefeitura de Joinville.

Esmeraldino na capital?

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, está à disposição para disputar a Prefeitura de Florianópolis. O questionei se ele pensa em participar da eleição e a resposta, é que está às ordens do governador Carlos Moisés da Silva (PSL). “Eu estou com o meu comandante Moisés. Se ele pedir, eu faço. Já moro em Florianópolis há um ano, mas se não for o escolhido não tem problema, eu quero é trabalhar pelo partido”, afirmou Esmeraldino, em meio ao constrangimento de ter os familiares aparecendo na imprensa como réus em processos.

“Não balancei”

O secretário Lucas Esmeraldino afirmou que não balançou no governo, quando o jornal Notícias do Dia publicou que o seu irmão, Cristiano Esmeraldino, e a sua mãe, estão respondendo a processos devido a contratos com poderes públicos. Mesmo assim, ele me disse que se o governador achar que é o momento, que o cargo pertence a ele.

Carluxo em SC

Quanto a possível vinda do vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PSL), para morar em Santa Catarina, Lucas Esmeraldino acredita que o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) deve ficar em seu estado, e tentar ser prefeito da capital carioca. Mas se Carluxo resolver morar aqui, o recado é esse: “Pode vir. Tem vaga para disputar a deputado estadual, federal, mas ao Senado já tem. Tem que respeitar a fila”, respondeu Esmeraldino, deixando claro que a vaga é dele.

Criação de estatais

O deputado estadual, Bruno Souza (sem partido), busca as 14 assinaturas necessárias para uma nova Proposta de Emenda à Constituição de Santa Catarina: exigir que a criação de uma estatal no estado passe obrigatoriamente por consulta popular. Segundo o autor, a PEC privilegia o princípio democrático. “Vamos efetivar a participação popular na legislação e no processo de tomada de decisão do governo catarinense, submetendo à população a toda a criação de empresa estatal que ela terá de financiar”, explica Bruno. Além do autor, o primeiro deputado que subscreveu a proposta foi Jessé Lopes (PSL).

Deputado comemora

A comissão especial da reforma da Previdência aprovou, na tarde de ontem, o texto básico elaborado pelo relator, deputado Samuel Moreira. O parecer apresentado durante a madrugada mantém as diretrizes da proposta original do governo de Jair Bolsonaro (PSL).  Durante a reunião, o deputado federal catarinense, Daniel Freitas (PSL) pediu bom senso dos parlamentares membros da comissão, citando a inédita manifestação dos brasileiros em favor da proposta. “Agora é o momento de termos responsabilidade. Não é hora de pensarmos no próprio umbigo, e sim, no futuro dos nossos filhos e netos, e no Brasil próspero que queremos para todos nós”, enfatizou.

Coelho com Bolsonaro

Coelho na reunião com Sérgio Moro.

O Deputado Federal catarinense Rodrigo Coelho (PSB) teve agenda bastante movimentada ontem. Ele iniciou o dia participando do café da manhã promovido pela Frente Parlamentar da Agropecuária, da qual é membro. Ao final do encontro que ocorreu no Palácio do Planalto, pediu uma atenção especial para as obras de duplicação da BR 280, ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), que aproveitou para cumprimentar o povo joinvilense, agradecendo o apoio que vem recebendo. Depois, o parlamentar se reuniu com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, com os deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Efraim Filho (DEM-PB). Na oportunidade, salientou o apoio ao Pacote Anticrime que visa acabar com a impunidade e com a corrupção no Brasil. Ainda durante reunião, Coelho formalizou o convite para que Moro prestigie a 37ª edição do Festival de Dança de Joinville, que acontecerá entre os dias 17 e 27 de julho, e solicitou a visita do ministro para constatar a superlotação no Presídio Regional e conhecer a Penitenciária Industrial.

Violência contra a mulher

Para debater o crescimento da violência contra as mulheres em Santa Catarina e traçar estratégias de enfrentamento, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa está realizando uma série de seis audiências macrorregionais, até o dia 8 de julho. Já foram realizadas audiências em Joinville, Florianópolis, Blumenau e Lages. Em Chapecó, o evento acontece hoje, a partir das 14h, no auditório da Unoesc. A proponente das audiências, a deputada Marlene Fengler (PSD), defende um amplo debate sobre a questão, com participação da sociedade e de representantes de instituições que tratam da questão da violência contra as mulheres, como o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e o Ministério Público de Contas, universidades, Ongs, Polícias Civil e Militar, entre outras instituições.

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