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O futuro de Napoleão Bernardes, crise na Celesc de Criciúma, Sopelsa pede para sair do MDB entre outros destaques

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Destaque do Dia

Os tucanos acordaram sob a ressaca da notícia de ontem, da desfiliação do ex-prefeito, Napoleão Bernardes, do partido. Não querendo polemizar, em seu anúncio para lideranças do PSDB de Blumenau, em reunião no início da noite desse domingo (17), na casa do vereador, Alexandre Matias, Bernardes disse que precisa de um ano sabático da política, para se dedicar à vida acadêmica e para a advocacia.

Se fosse somente isso, Bernardes não teria a necessidade de se desfiliar. Poderia ter se afastado, ou, até mesmo se licenciado, mas, deixa o PSDB para não voltar. Lideranças próximas a ele afirmam que o ex-prefeito estava descontente com o partido, pelo fato de ter sido candidato a vice de Mauro Mariani (MDB) na eleição estadual, quando de fato, desejava disputar uma vaga ao Senado. “Ele se sentiu usado”, disse a fonte.

Mesmo tendo demonstrado surpresa, lideranças tucanas já desconfiavam que Napoleão tomaria alguma decisão, já que havia declinado da presidência estadual do PSDB, além de falar para algumas pessoas de que pensava em tirar um tempo fora da política. O presidente da sigla, o deputado Marcos Vieira, não atendeu o telefone e deverá enviar uma nota ainda hoje sobre a situação.

O fato é que Napoleão é um dos jovens políticos mais promissores de Santa Catarina e, pode estar acertado com lideranças que pensam num projeto para a próxima eleição ao Governo do Estado, mas que ainda não definiram em qual partido. Acontece que muitos líderes políticos entendem que o governo de Carlos Moisés da Silva (PSL) não irá deslanchar e, que haverá a necessidade de um projeto com um nome com cara de renovação, mas, com a experiência necessária para comandar o Estado. Entre os possíveis partidos para Napoleão, estão o Democratas, PSD e Podemos.

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Contraponto

Uma liderança tucana que não quis se identificar, me disse que o ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, não pode se sentir usado pelo PSDB, pois, participou de todas as reuniões quando foi definida a aliança com o MDB. Ainda segundo a fonte, na última reunião pré-eleição, os tucanos tinham a possibilidade de compor com os emedebistas, ou com o Progressistas, mas, que Esperidião Amin havia deixado apenas uma vaga para o partido. “Ele votou a favor da aliança com o MDB”, relatou o tucano.

Repercussão da saída

O provável futuro presidente estadual do PSDB, Beto Martins, disse que é uma perda irreparável de uma grande liderança. A deputada federal, Geovânia de Sá, disse que o partido perde um grande homem público. O presidente do PSDB em São Lourenço do Oeste, Thomé Etges, destacou a juventude e capacidade de Napoleão Bernardes, enquanto que Leonel Pavan respondeu a uma carta que Napoleão lhe enviou. Escreveu Pavan: “Sou seu amigo e em algumas vezes, tentei interferir na sua opção de escolher o que querias com a política, na última não tive sucesso quando achava que não deverias disputar a eleição como candidato vice governador, você viu a minha reação e preocupação com seu futuro, quando decidiste ir como vice na coligação com PMDB. Amigo tens meu apoio como sempre teve. Sua decisão me força também a repensar minha continuidade neste momento político. Grande abraço”, escreveu Pavan.

Pavan, é o próximo?

Pavan pensa em trocar de partido.

O ex-governador, Leonel Pavan, poderá ser o próximo a deixar o PSDB. Ele que também ocupou os cargos de prefeito de Balneário Camboriú, deputado estadual, federal, senador e vice-governador, não dá detalhes, mas, também está descontente com alguns encaminhamentos do partido. Pavan ainda não quer falar sobre o assunto, mas, pela amizade que tem com o senador, Álvaro Dias, poderá se filiar ao Podemos.

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Vampiro responde

O líder do MDB na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Fernando Cardoso, o Vampiro, enviou nota de contraponto a análise que fiz da atuação do partido, na crise instalada na bancada emedebista na Alesc. Segue a nota:

 

Prezado jornalista Marcelo Lula,

Para corrigir versões que não correspondem com a verdade dos fatos, sugiro correções necessárias em relação a informações publicadas em sua coluna, a saber:

1 – A escolha dos deputados Romildo Titon e Luiz Fernando Vampiro para representantes do MDB na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi determinada pela maioria da bancada (unanimidade dos presentes em reunião pré-agendada), e obedeceu critérios: o deputado Titon pela experiência de seis anos à frente da comissão, entre 2007 e 2012, período em que teve amplo reconhecimento de colegas de Parlamento, por sua capacidade de bem conduzir os trabalhos da principal comissão técnica da Casa; e este deputado por ser o líder, que tradicionalmente participa da CCJ.

 

2 – A Bancada nunca excluiu qualquer deputado de entendimentos ou processos de escolhas para definições de espaços; os deputados Valdir Cobalchini e Moacir Sopelsa é que se excluíram, apesar de convidados para as reuniões, que tradicionalmente ocorrem às terças-feiras, sempre com comunicações prévias feitas a todos os gabinetes parlamentares.

 

3 – O quesito quantidade de votos para deputados vale para a eleição e ordenamento da lista dos que garantem lugar no Parlamento, mas a partir daí todos são deputados com iguais direitos e deveres, e a Bancada preza pelo bom relacionamento entre todos seus integrantes, independente da quantidade de votos que cada um obteve.  Até porque todos são representantes do Partido e ninguém fez sozinho o quociente eleitoral.

 

4 – A forma como a Bancada chegou ao entendimento para escolha do deputado Mauro de Nadal para disputar a presidência da Assembleia Legislativa, que depois resultou em entendimentos para compor a mesa e ocupar a primeira vice-presidência foi democrática e transparente, com todos participando do debate no primeiro momento, e com a deliberação de escolha por voto em reunião para a qual todos foram convidados, mas dois deputados decidiram não participar.

 

5 – Os deputados que se mostram insatisfeitos com deliberações da maioria da Bancada não têm se colocado na condição democrática de debater suas divergências e acatar, democraticamente, a vontade da maioria. As insinuações sobre trocas de sigla criam desgaste desnecessário no MDB, e não cabe à Bancada Estadual tomar posição a respeito. Aliás, quem eventualmente pode questionar a posição de quem opta por deixar o Partido em meio ao mandato é seu suplente imediato.

 

6 – Para finalizar, a bancada sempre esteve aberta ao diálogo e assim permanecerá. Ao jornalista também, para os devidos esclarecimentos e contrapontos.

Atenciosamente

 Luiz Fernando Vampiro / Líder do MDB na Alesc

 

Vampiro defende a bancada

Em rápida conversa com o líder da bancada do MDB na Assembleia Legislativa, Luiz Fernando Cardoso, o Vampiro, me disse que não faltou respeito a Valdir Cobalchini e nem a Moacir Sopelsa. A ex-deputada, Dirce Heiderscheidt, foi nomeada para cuidar da articulação da bancada e, recebeu a incumbência de tentar apaziguar os ânimos. Quanto à possibilidade de Cobalchini e Sopelsa pedirem para sair do partido, Vampiro disse que não pode falar pelo MDB e, que neste momento, o próprio Cobalchini preside o partido, já que Mauro Mariani se licenciou, jogando a decisão para o deputado estadual.

Espaços

Quanto aos espaços, o líder do MDB na Alesc, Luiz Fernando Cardoso, o Vampiro, relata que na escolha da vaga do partido para disputar a presidência da Assembleia Legislativa, que Valdir Cobalchini conversou apenas com deputados de fora do partido e, quando foi conversar com a bancada, Mauro De Nadal já havia se articulado internamente. Quanto a reclamação de Cobalchini e de Moacir Sopelsa de que não há um gesto, Vampiro me disse que ofereceu o espaço pretendido na CCJ. “Eu perguntei ao Cobalchini, se eu tentasse a construção da presidência da CCJ para ele, se no outro dia apaziguaria a situação. Ele disse que seria um indício, aí não, né? Aí chamamos para o almoço da bancada e não vai, política é construção. Aí não adianta ficar enviando cartinha querendo isso e aquilo”, disse Vampiro.

 Sopelsa e a crise

Sopelsa está insatisfeito.

Ontem o deputado estadual, Moacir Sopelsa (MDB), me disse que a sua insatisfação não é pessoal, é contra as ações que foram feitas no partido que o fizeram se sentir excluído. Sopelsa que foi a Concórdia para almoçar com a sua mãe, falou que a executiva e até mesmo o então governador, Eduardo Pinho Moreira, não fizeram nenhum gesto para tentar pacificar a situação. “Em momento algum eu impus o meu nome para presidir a Alesc. Eu queria um debate sobre quem tinha mais condições de ter os 21 votos. Aí depois escolheram o nome para ser o presidente, depois virou vice”, disse Sopelsa, que também reclamou a escolha da presidência e da composição nas comissões. “Isso me fez entender que não tenho mais espaço para mais nada, o que está prejudicando os meus eleitores”, afirmou.

Quer sair

“Eu quero que o partido me dê a liberdade para ir embora. Se o partido não decidir eu vou buscar os meus direitos na justiça. Eu não vou ficar afogado por alguns que eu não sei quanto tempo tem de partido e, o que fizeram pelo MDB”, me disse ontem o deputado estadual, Moacir Sopelsa (MDB). Ele nega que já esteja conversando com outro partido, mas, lembrou que está junto com o seu colega de bancada, Valdir Cobalchini, que está na mesma situação. “Eu preciso saber o que será feito da minha vida. Enquanto o partido não disser, ou eu for procurar judicialmente para estar livre. Eu não vi nenhum gesto de aproximação da bancada e, não vi nenhum gesto do partido de fazer as coisas acontecer, a não ser alguns amigos antigos do partido, pessoas que sabem a minha trajetória que vieram conversar”, relatou Sopelsa, que somente tomará uma decisão quando tiver uma garantia de manutenção de seu mandato.

Crítica ao MDB

Moacir Sopelsa disse ainda que o recado das urnas não foi entendido pelas lideranças do partido. Segundo ele, em relação ao MDB não precisa nem falar de Brasília, pois, aqui no estado mesmo tem coisas que não dá para falar nem de Santa Catarina. “O recado das urnas, tem alguns que não entenderam o recado. Pensam que continuarão mandando e um bando obedecendo, isso não é certo”, criticou Sopelsa, afirmando que a condução do partido é diferente da história do partido. “O MDB nunca foi de atropelar a ninguém”, disse.

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Pré-candidato

O ex-deputado federal, João Rodrigues (PSD), ainda aguarda a sua situação na justiça, ainda sobre o processo da retroescavadeira de Pinhalzinho. Lideranças próximas a ele, afirmam que Rodrigues ainda acredita que é possível recuperar o seu mandato, já que foi reeleito no ano passado, porém, que ainda precisa aguardar. Mas a informação principal para o Oeste, é que se for mantido o seu direito político, que Rodrigues é pré-candidato a prefeito de Chapecó. Seria um recomeço?

Problema na Celesc em Criciúma

Amanhã as 08h, na sede da Celesc em Florianópolis, o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), acompanhado de deputados e lideranças da região, se reunirão com o presidente da estatal, Cleicio Poletto Martins. É grande a insatisfação após o vazamento da informação através da coluna do colega, Moacir Pereira, do Grupo NSC, de que a regional da Celesc deve ser transferida para Tubarão, coincidentemente, o município adotado pelo governador, Carlos Moisés da Silva (PSL). Salvaro chegou a conversar com o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli (Progressistas), destacando a importância de toda a região, mas, que um não pode tirar o que é do outro para crescer. Conversei com o prefeito de Criciúma, que deseja que a escolha seja técnica, não política. Ele lembrou ainda, que a regional de Criciúma é a primeira em termos de eficiência e a quarta em faturamento, perdendo para Joinville, Blumenau e Florianópolis.

Crítica ao governo

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), não poupou o Governo do Estado. Ele me disse que a política adotada de não ouvir, não se enquadra no processo democrático. Além disso, criticou os discursos contra a política. “Quem ocupa cargo público é um agente político. Que não venham com essa de dizer que não são políticos. São todos políticos, não importa se é da política velha ou da nova, o que importa é que se faça uma boa política e que atenda as pessoas”, disse Salvaro. Ele ainda disse que o governo está agindo de uma forma desrespeitosa com uma região que tanto produz. “É um desrespeito, não só pelo fato da forma como fazem as coisas, mas, também pela falta de qualquer diálogo, é uma atitude pouco republicana”, criticou.

Critério é técnico

Liguei para o presidente da Celesc, Cleicio Poletto Martins, que não pôde falar comigo. Logo após, ligou um assessor da presidência da estatal, que explicou que Martins está seguindo a linha do novo governo, estudando para enxugar a máquina e melhorar os serviços. A ideia inicial, é de reduzir para apenas seis ou sete regionais que atenderão as macrorregiões, mas, ainda está em fase de estudo. O assessor ainda relatou que a estrutura em Criciúma será melhorada através da construção de uma nova edificação. Questionado sobre a possível mudança para Tubarão, ele apenas respondeu que a questão é técnica, mas, sem falar os detalhes. “Eu não tenho essa informação”, disse.

Câmara de Joinville

A pauta da Câmara de Vereadores de Joinville, tem para hoje a eleição do Conselho de Ética, que é uma das mais sensíveis de um parlamento. A escolha deveria ter sido feita na semana passada, porém, foi adiada para hoje. São ao todo, cinco membros e três suplentes. Eles serão os responsáveis por analisar os casos de denúncia de quebra de decoro parlamentar. Também será feito um levantamento sobre os abrigos de ônibus da Rua São Paulo, pela Comissão de Urbanismo. Os vereadores vão debater, ainda, nesta reunião, problemas relatados por cidadãos em acessos à BR-101.

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Deputadas

A primeira reunião da bancada feminina, na Assembleia Legislativa, sob a coordenadoria da deputada Ada de Luca (MDB), foi marcada pelos projetos e ações do grupo, em defesa da mulher, e já pensando também no Mês da Mulher. Participaram da reunião as deputadas Luciane Carminatti (PT), Ana Paula da Silva, a Paulinha (PDT), Marlene Fengler (PSD) e Regiane, representante da deputada Ana Caroline Campagnolo (PSL), além de Marianne Tilmann, assessora da bancada feminina.

Comissão de Turismo

O deputado Estadual, Ivan Naatz (PV), deverá presidir a Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, em vias de instalação.  A Comissão é responsável por analisar e fomentar as políticas públicas de turismo e meio ambiente do estado. Naatz promete empenho para ajudar os empreendedores do trade turístico a destravar alguns entraves burocráticos que impedem o crescimento sustentável do setor. Conforme havia anunciado, o deputado, com apoio e aval de outros parlamentares da região, protocolou requerimento para criação da Frente Parlamentar em Defesa da Instalação da Região Metropolitana de Blumenau, que inclui ainda os municípios de Gaspar, Pomerode, Timbó e Indaial. O desafio inicial, será, ainda, buscar o consenso entre os prefeitos da região, já que existem divergências quanto ao tema.

Bancada do Oeste

O final de semana serviu para selar alguns compromissos com o município de Chapecó. O deputado estadual Fabiano da Luz (PT), promoveu reunião com os vereadores sobre os primeiros trabalhos da Bancada do Oeste, grupo de trabalho formalizado nesta semana. “Mais do que ouvida, Chapecó está representada. Vamos construir juntos este novo cenário de oportunidades”, enfatizou o deputado, que também é Líder da Bancada do Partido dos Trabalhadores na Assembleia Legislativa. Ele relatou no plenário da Câmara Municipal os desafios que a região, em especial Chapecó, terá em âmbito estadual e nacional.

Instituto Federal

O deputado estadual, Fabiano da Luz, participou de uma reunião no Instituto Federal Catarinense (IFC). A força- tarefa para que a educação pública seja prioridade nos debates políticos, é preocupação de Fabiano que foi colocada durante o encontro. “Educação, infraestrutura, saúde e segurança pública são as prioridades da nossa Bancada do Oeste. Precisamos discutir constantemente os direitos de quem vive aqui e tanto contribui para o Estado, mas que infelizmente recebe de volta tão pouco”. O roteiro seguiu com a posse do Batalhão da Polícia Militar Ambiental.

Estranho

Há algum tempo tenho abordado a situação das finanças do Estado e, trouxe a informação de que o governo de Carlos Moisés da Silva (PSL), poderia atrasar o salário dos servidores. O secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, refutou a informação divulgada por esta coluna enviando, inclusive, um calendário de pagamento. Agora, chama a atenção, que Eli admite a possibilidade de atrasos. O que mudou? Trarei esse assunto amanhã.

 Progressistas fora

O deputado estadual, João Amin (Progressistas), enviou ao presidente de seu partido no estado, Silvio Dreveck, um ofício pedindo para que o Progressistas não tenha filiados no governo de Carlos Moisés da Silva (PSL). De acordo com Amin, quem estiver no governo deverá se licenciar. Dreveck ainda não se manifestou.

Convite aceito

Renato Muniz, assessor e coordenador de campanha na Região da AMAI do senador Jorginho Mello (PL), aceitou o convite feito pelo deputado estadual, Nilso Berlanda (PL), para integrar a sua equipe de assessoria especial, dando representatividade a Xanxerê e região da AMAI em Florianópolis.

Volta da UDN

A família Bolsonaro se prepara para mudar de partido. Enquanto que o PSL começa a se dividir em meio a uma crise que demonstra a falta de experiência política das lideranças de um partido que emergiu mais rápido do que imaginava, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e seus filhos devem se filiar na nova União Democrática Nacional (UDN). O deputado federal, Eduardo Bolsonaro, é cotado para presidir o novo partido. Para a criação, as lideranças que trabalham pela refundação já conseguiram 380 mil assinaturas, mas, são necessárias 497 mil.

A UDN

A União Democrática Nacional (UDN) foi um partido político fundado em abril de 1945, que fazia oposição às políticas de Getúlio Vargas. O seu lema era baseado em uma frase de Thomas Jefferson que disse: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.  Naquela época a UDN defendia o liberalismo clássico e a moralidade de costumes, além de ser contrário ao populismo. Entre as principais pautas, estava a abertura econômica para o capital estrangeiro e a valorização da educação pública.

 

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