Bancos de Leite Humano reforçam papel no atendimento a prematuros e bebês de baixo peso no SUS
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Os Bancos de Leite Humano mantidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) seguem como estrutura essencial no atendimento a recém-nascidos prematuros e de baixo peso no Brasil. De acordo com dados da Rede de Bancos de Leite Humano (rBLH), cerca de 330 mil crianças nascem nessas condições todos os anos no país, e muitas dependem do leite materno doado para sobreviver. A importância do serviço foi destacada durante a Semana Nacional de Doação de Leite Humano, celebrada em 19 de maio.
Coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz, a Rede de Bancos de Leite Humano é considerada a maior do mundo, com mais de 200 bancos e postos de coleta distribuídos em todos os estados brasileiros. Anualmente, cerca de 160 mil litros de leite humano são destinados a recém-nascidos de baixo peso. O modelo brasileiro já é utilizado como referência em projetos de cooperação internacional em países das Américas, Europa e África.
Em Curitibanos, o Hospital Hélio Anjos Ortiz mantém um Banco de Leite Humano voltado à coleta, análise, processamento e distribuição do leite doado, além do suporte às mães de bebês prematuros internados. Segundo o diretor da unidade e vice-presidente da Associação dos Hospitais do Estado de Santa Catarina, Marcelo Pasolini, mesmo pequenas quantidades fazem diferença no tratamento neonatal. “Em neonatologia, mesmo 1 ml de leite humano pode ser extremamente benéfico, especialmente nos primeiros dias de vida. Pode ser administrado em forma de micro-alimentação, ajuda a maturar o intestino do bebê, estimula o sistema imunológico e protege contra infecções”, afirmou.
A doação pode ser realizada por mulheres saudáveis que estejam amamentando e produzam leite acima da necessidade do próprio filho. A coleta pode ocorrer nos bancos de leite ou nas residências das doadoras, seguindo orientações específicas de higiene e armazenamento. Para o presidente da AHESC, Maurício José Souto-Maior, o fortalecimento desses serviços é estratégico para a saúde pública. “Os Bancos de Leite Humano são uma política pública consolidada e que salva vidas”, destacou.
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