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Zema não contou com a presença de Adriano Silva em suas agendas pelo estado — Imagem: Divulgação

A nova visita do pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), ao estado confirma a informação que divulguei na sexta-feira sobre a irritação do ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), com as críticas do ex-governador mineiro ao pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), por causa do áudio em que o liberal pede dinheiro ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Silva participou de um encontro do partido no domingo à noite, mas não teria se deixado fotografar ao lado de Zema. Além disso, não acompanhou a agenda do mineiro no estado e não confirmou se estará em Blumenau hoje à noite. A justificativa usada é que está envolvido na elaboração do plano de governo de Jorginho Mello (PL).

Se a manifestação de Romeu Zema na semana passada já irritou Adriano Silva, que temeu uma contaminação, aqui no estado, da crise nacional entre o Novo e o PL, as falas do pré-candidato ao Palácio do Planalto ontem, em Florianópolis, geraram ainda mais constrangimento ao ex-prefeito. Zema disse à imprensa que não se arrepende da crítica a Flávio Bolsonaro, justificando que, mesmo com alianças com o PL nos estados do Sul e em Goiás, o Novo não foi informado sobre contatos e a relação entre o 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro e Daniel Vorcaro, a quem chamou de “banqueiro bandido”. “Nós fomos surpreendidos e fiquei indignado”, afirmou.

O fato é que a reafirmação de Zema sobre o seu posicionamento em relação a Flávio tem tudo para azedar de vez sua relação com Adriano Silva e com alguns integrantes do Novo aqui em Santa Catarina. O ex-prefeito tomou lado para não perder a vaga na chapa de Jorginho Mello. O que gera um imbróglio no Novo, já que o partido conta com ele para dar palanque ao mineiro aqui no estado. Resta saber o que será prioridade para o Novo catarinense: apoiar o seu futuro candidato à Presidência ou enfraquecer o seu palanque em prol da aliança estadual com o PL. Por enquanto, Jorginho está levando a melhor.

Reações internas

Conversei com algumas lideranças do Partido Novo a respeito do posicionamento do ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva, em relação ao pré-candidato à Presidência, Romeu Zema. Uma fonte me disse que um possível afastamento do ex-governador mineiro preservará a relação de Adriano com o governador Jorginho Mello e com o PL. Já outra fonte criticou. Disse que Silva é mais um que tem medo de enfrentar os bolsonaristas e que deixa o projeto do partido de lado por causa da aliança com o PL. “Minha impressão é que ele se envolveu de corpo e alma no projeto do governo”, afirmou.

Caiado em SC

Ronaldo Caiado em Florianópolis ao lado de João Rodrigues – Imagem: Rede Social

Ontem, o pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), também participou, em Florianópolis, do Conexa 2026. Ao conversar com a imprensa, disse que, se for eleito, será o primeiro presidente, após Juscelino Kubitschek, a fazer com que haja um novo pacto federativo no país. Acompanhado de perto do pré-candidato ao Governo do Estado, João Rodrigues (PSD), Caiado também fez críticas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nem o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) foi poupado. Ronaldo disse que cada um precisa responder por seus atos.

Climão em Jaraguá

Ida de Franzner para o PL motivou duras críticas de Chiodini – Imagem: Divulgação

Em reação à provável filiação do prefeito de Jaraguá do Sul, Jair Franzner (MDB), ao Partido Liberal, o presidente estadual do MDB, deputado Carlos Chiodini, disse que vê a situação com tranquilidade, porque o PL levará um nome, não o capital político. Segundo Chiodini, Franzner não tem capital político e faz questão de não ter. Ele ainda alfinetou quem acusa de ser o mentor da ida do prefeito para o PL. “Quem está fazendo toda essa confusão é o Maurício Peixer (PL), que conta com o apoio do Jair na eleição. O Peixer tem baixa aceitação em Jaraguá e vai continuar assim”, disparou. Para Chiodini, o município seguirá apoiando nomes locais, a exemplo dos deputados estaduais Antídio Lunelli (MDB) e Vicente Caropreso (UB). Ele também anunciou que Edson Junges, que disputou a prefeitura pelo PL, deverá se filiar ao MDB.

Crítica

Lunelli foi criticado por Carlos Chiodini por tentar se aproximar do bolsonarismo — Imagem: Divulgação

Sobre o que escrevi na coluna de ontem, a respeito da possibilidade de o deputado estadual Antídio Lunelli (MDB) se afastar do governador Jorginho Mello (PL) por causa da provável filiação do prefeito de Jaraguá do Sul, Jair Franzner, ao PL, Carlos Chiodini fez uma dura crítica ao parlamentar. “O Antídio não valoriza o legado dele para tentar surfar na onda do bolsonarismo. Jaraguá é a melhor cidade do Brasil em segurança, moradia e emprego. O Antídio não sabe capitalizar, pois foi ele quem fez. Fica falando de Bolsonaro e não fala do trabalho dele”, afirmou Chiodini.

Diálogo

Gelson Merisio se reuniu com movimentos sociais no Oeste — Imagem: Divulgação

O pré-candidato ao Governo do Estado, Gelson Merisio (PSB), trabalha para conquistar todas as alas da centro-esquerda estadual. Ele se reuniu com Lino Peres (PT), que chegou a se lançar como pré-candidato ao Governo do Estado, mas teve que recuar devido à decisão do PT de compor com o projeto de Merisio, apadrinhado pelo presidente Lula (PT). Segundo uma fonte, Merisio ouviu Lino e outros integrantes do partido e sinalizou pela participação de todos na construção de um projeto da esquerda para Santa Catarina. Outro encontro foi com o Sinte. Os professores gostaram do que ouviram e também estão abraçando o projeto de Merisio.

CPI

Mário Motta tem nove das 14 assinaturas necessárias para a CPI — Imagem: Vicente Schmitt/Agência AL

O deputado estadual Mário Motta (PSD) já tem 9 das 14 assinaturas necessárias para a abertura da CPI do caso do Cão Orelha. Hoje e amanhã, o parlamentar conversará com outros deputados que ainda não assinaram. Pelo menos dois parlamentares já teriam se comprometido a assinar. A possível abertura da comissão tem preocupado o Governo do Estado, que pretende trabalhar para que ela não seja instalada.

Furto de morfina

Suposto furto de morfina no Hospital de São José não é um caso isolado – Imagem: SES

Um caso envolvendo o suposto furto de morfina no Hospital Regional de São José expõe uma sequência de ocorrências semelhantes registradas nos hospitais públicos do estado. A investigação, que apura a responsabilidade de um ex-servidor temporário da unidade da Grande Florianópolis, soma-se a outros episódios de desaparecimento de medicamentos controlados na rede estadual. Em março deste ano, a Secretaria de Estado da Saúde instaurou outro processo disciplinar para investigar o extravio e o furto do medicamento no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, em Joinville. A suspeita é de que o crime tenha sido praticado por duas ex-servidoras que atuavam como farmacêuticas temporárias na unidade.

Outro caso

Em março, a Secretaria de Estado da Saúde abriu sindicância para apurar o desaparecimento de duas ampolas de morfina na Unidade de Tisiologia do Hospital Nereu Ramos, em Florianópolis. O extravio teria ocorrido durante o atendimento de uma intercorrência médica, em janeiro deste ano. Os registros envolvendo medicamentos de uso controlado na rede pública catarinense não são recentes. Em 2018, o Conselho Regional de Farmácia de Santa Catarina registrou a prisão de uma funcionária do Hospital Tereza Ramos, em Lages, suspeita de furtar medicamentos controlados da unidade. Na época, segundo a Polícia Civil, ela desviava substâncias como fentanest, midazolam, morfina, propranolol, cloridrato de tramadol e dexametasona. Casos desse tipo são recorrentes em diferentes regiões do país, seja para consumo de profissionais da saúde dependentes químicos, seja para abastecimento do mercado ilegal de drogas.

Tentando voltar

Carlos Moisés lança pré-candidatura à Câmara Federal – Imagem: Divulgação

Agora filiado ao União Brasil, o ex-governador Carlos Moisés da Silva escolheu a sede da ACIT, em Tubarão — um estratégico polo do Sul do estado — para lançar oficialmente sua pré-candidatura a deputado federal. Ele aposta todas as suas fichas na desidratação da polarização por meio de um discurso técnico, ancorado na defesa de seu legado, no equilíbrio fiscal e, principalmente, no municipalismo pragmático, o que, segundo ele, marcou sua passagem pelo Centro Administrativo. A estratégia de Moisés visa atingir o eleitorado moderado.