Defesa Civil detalha critérios técnicos para confirmar tornados em Santa Catarina
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A confirmação da ocorrência de tornados em Santa Catarina segue um protocolo técnico que combina análise meteorológica e verificação de danos em campo. De acordo com a Secretaria da Proteção e Defesa Civil, nenhuma das etapas, isoladamente, é suficiente para caracterizar o fenômeno, sendo necessária a integração das evidências para garantir precisão. O processo envolve o uso de radares, satélites e estações hidrometeorológicas, além de vistorias presenciais realizadas por equipes especializadas.
A análise inicial é feita por meteorologistas, que monitoram a formação de tempestades com potencial de rotação por meio de quatro radares instalados no estado, além de uma rede com 172 estações que registram dados em tempo real. Em seguida, equipes regionais avaliam os impactos nas áreas atingidas, observando padrões característicos, como árvores retorcidas em direções opostas e faixas concentradas de destruição. Esses elementos ajudam a diferenciar tornados de outros fenômenos, como rajadas lineares de vento.
Um exemplo recente ocorreu em São Joaquim, onde a hipótese de tornado foi descartada após análise técnica. Apesar da intensidade dos danos provocados por temporais associados à passagem de uma frente fria, o levantamento em campo identificou queda de árvores em um mesmo sentido e ausência de um padrão rotacional, características compatíveis com uma linha de instabilidade severa. O monitoramento por radar também indicou a presença de uma supercélula inserida nesse sistema, comum em eventos de vento intenso.
Além da identificação dos fenômenos, a Defesa Civil reforça orientações de segurança à população antes, durante e após eventos extremos. Medidas como reforçar estruturas, buscar abrigo em locais internos e evitar áreas de risco são recomendadas. Em situações de emergência, o atendimento pode ser acionado pelos telefones 193 e 199, enquanto alertas preventivos são enviados por SMS, WhatsApp e Cell Broadcast para moradores cadastrados.
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