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Estado registra recuperação gradual nos preços pagos ao produtor em 2026 – Foto: Aires Mariga/Epagri

Os preços do leite pagos ao produtor começaram a reagir em Santa Catarina, após um período de queda ao longo de 2025. A avaliação é da analista da Epagri/Cepa, Andrea Castelo Branco.

Segundo ela, o movimento de recuperação ocorre após meses de pressão provocada pelo aumento da produção nacional. “O aumento da produção em 2025 ampliou a oferta e pressionou os preços. A reação observada a partir de fevereiro de 2026 reflete um ajuste do mercado”, afirma.

Dados do setor, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que a captação de leite no Brasil cresceu 8,4% em 2025, elevando a disponibilidade interna e impactando diretamente os valores pagos ao produtor.

No ranking nacional, Santa Catarina manteve a quarta posição, com produção de 3,5 bilhões de litros, alta de 6,4% em relação a 2024, e participação próxima de 13% no total brasileiro. Minas Gerais segue na liderança, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul.

Em 2026, os preços começaram a subir gradualmente. O valor de referência projetado pelo Conseleite/SC para abril gira em torno de R$ 2,33 por litro, enquanto a média observada pela Epagri/Cepa ficou próxima de R$ 2,35 no início do mês.

Apesar da recuperação, os valores ainda permanecem abaixo dos registrados no mesmo período de 2025, indicando que o setor segue em processo de recomposição. A tendência, segundo a analista, é de retomada gradual, condicionada ao equilíbrio entre oferta e demanda.

No mercado externo, o Brasil segue com déficit na balança de lácteos, com importações superiores às exportações, o que também influencia a dinâmica de preços no mercado interno.