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Participação em debates preocupa marqueteiros de Jorginho – Imagem: Secom

Há duas preocupações da equipe que fará a comunicação da campanha do governador Jorginho Mello (PL): o fato de o líder dos liberais não se comunicar bem, além da já perceptível falta de paciência para críticas e questionamentos que não o agradam.

É dito nos bastidores que o experiente marqueteiro Fábio Veiga, que deve ter Bruno Oliveira ao seu lado no comando da campanha, estuda impedir que Jorginho participe, pelo menos, da maioria dos debates. O dilema estaria entre expor o governador a embates diretos com João Rodrigues (PSD), Gelson Merisio (PSB) e até com Marcelo Brigadeiro (Missão), o que, segundo uma fonte, poderia deixar Jorginho em uma posição desconfortável, ou tirá-lo dos debates e deixar os adversários falando sozinhos, sem o mínimo de contraponto.

Além disso, há uma ideia que deve ser copiada da última eleição aqui no estado, também utilizada no pleito federal. Entraria a figura de uma espécie de “Padre Kelmon”: alguém que seria escolhido e financiado para “bater” nos adversários de Jorginho, com o objetivo de tentar desviar o foco do governador.

O fato é que estão sendo analisadas as estratégias que melhor podem contribuir frente ao cenário que se apresenta. Jorginho é o favorito no pleito, lidera as pesquisas sérias que o colocam abaixo dos 50% das intenções de voto, mas que, no voto válido, o apontam como vencedor no primeiro turno neste momento. Portanto, a ordem é risco o mais próximo de zero para evitar um segundo turno que tem tudo para ser desfavorável para o liberal.

Enquanto isso, os debates são vistos pelos adversários como a grande oportunidade de contrapor um governador que não está acostumado com oposição. Afinal, Jorginho navegou por mares calmos durante três anos, sem enfrentar grandes embates na Assembleia Legislativa. Para seus adversários, o confronto direto é a grande oportunidade para desidratar o governador e subir nas pesquisas.

De olho no Missão

Brigadeiro disputará a sua primeira eleição estadual – Imagem: Rede Social

Conforme já escrevi, o pré-candidato ao Governo do Estado, Marcelo Brigadeiro (Missão), poderá ter uma votação surpreendente. Na primeira pesquisa em que apareceu, a da AtlasIntel, Brigadeiro já somou 5,7% das intenções de voto. Ele deve ser impulsionado pelo desempenho do pré-candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), que, no último levantamento, apareceu em terceiro lugar. Se Brigadeiro mantiver o desempenho nas próximas duas pesquisas, é provável que possa alcançar cerca de 10%. E de onde virá esse eleitor? Da extrema-direita — a mesma que vota no governador Jorginho Mello (PL), por causa do 22.

Insatisfação na PC

Policiais estão insatisfeitos com excesso de trabalho – Imagem: Divulgação

O clima na Polícia Civil não é bom. Delegados e escrivães da Grande Florianópolis reclamam de excesso de trabalho, inclusive por terem que ficar constantemente de sobreaviso. Segundo relatos, alguns estão adoecendo e pedindo atestado. “Enquanto alguns setores estão inflados, faltam profissionais na ponta”, relatou um policial. O problema acontece em todo o estado, porém, na Grande Florianópolis, a situação é mais séria. As reclamações vão desde a falta de um período de descanso adequado, até a falta de tempo que lhes permita ter uma programação particular. Há um grande risco de que a situação comece a afetar o desempenho dos policiais.

Determinação

A informação é que o comando da Polícia Civil no estado determinou o reforço imediato da escala na Central de Plantão Policial na Grande Florianópolis. A medida foi tomada após um grande número de atestados médicos de última hora. Alguns plantões ficaram sem escrivão. Além disso, o aumento nos custos também teria motivado a decisão. O valor teria chegado a cerca de R$ 25 mil em diárias somente em março. Como há previsão de novos feriados e férias de plantonistas fixos, além de um possível aumento nos afastamentos, ficou definido que todas as delegacias, com exceção da 10ª DP, terão que indicar um policial para atuar na Central. A ideia é tapar o buraco da falta de policiais civis.

Prestação de contas

Herneus recebeu o governador ontem à tarde – Imagem: Caio Cezar/TCE-SC

O governador Jorginho Mello (PL) entregou ao Tribunal de Contas o balanço geral do Estado referente ao exercício de 2025, em ato que reforçou o discurso de responsabilidade fiscal e alinhamento institucional. Durante a apresentação, o governo destacou o cumprimento das metas fiscais e dos índices constitucionais, além da manutenção do equilíbrio das contas públicas. A avaliação técnica agora ficará sob responsabilidade do conselheiro relator Luiz Roberto Herbst, que, junto às áreas técnicas e ao Ministério Público de Contas, analisará os dados antes da emissão do parecer prévio. O documento servirá de base para o julgamento político-administrativo pela Assembleia Legislativa, conforme prevê a Constituição Estadual.

Harmonia institucional

Conselheiros conversaram com a equipe de governo – Imagem: Caio Cezar/TCE-SC

A entrega das contas do Governo do Estado ao Tribunal de Contas foi marcada por um forte tom de convergência entre os poderes. O presidente da Corte, Herneus De Nadal, ressaltou o momento como símbolo do compromisso constitucional de prestar contas, destacando a construção de uma relação “dialógica” entre controle externo e Executivo. Também houve espaço para apontamentos de temas sensíveis, como o aumento dos casos de feminicídio, levantado pela procuradora Cibelly Farias, que defendeu mais investimentos em políticas educacionais e ações preventivas. A melhora da relação entre o TCE e o governo é resultado do trabalho de articulação do secretário de Estado da Fazenda, Cleverson Siewert.

Scolari prefeito

Valmor Scolari chegou a Câmara ao lado da primeira-dama Mariza Scolari – Imagem: CVC

Valmor Scolari (PSD) tomou posse ontem como prefeito de Chapecó. O mandato é visto como uma sequência da gestão João Rodrigues (PSD). Isso fica muito claro na fala de Scolari, quando destaca o tripé lealdade, gratidão e respeito. Vale destacar que o próprio Rodrigues terá voz forte na gestão. Scolari terá o compromisso de entregar cerca de R$ 200 milhões em obras. A ideia é, mesmo com a mudança de comando, manter o rumo estabelecido. Além disso, em sua fala ontem na Câmara de Vereadores, o novo prefeito destacou a importância das ações em prol das famílias carentes, a tolerância zero com o feminicídio e também o apoio ao setor produtivo.

Nova era

Chapecó entra na era “pós-João Rodrigues”. O prefeito Valmor Scolari (PSD) terá dois anos para apresentar resultados, visando construir um projeto de reeleição. Ao contrário de 2024, quando muitas lideranças abriram mão de disputar contra Rodrigues, dados os números de aprovação de sua gestão — o que deixou até mesmo o PL sem candidato —, em 2028 o cenário se abre para atores consolidados na política de Chapecó e do estado tentarem o comando da Prefeitura em disputa contra Scolari.

Comando do Republicanos

Carmen assumiu a presidência do Republicanos – Imagem: Divulgação

Conforme adiantado pela coluna no ano passado, a prefeita de Lages, Carmen Zanotto, assumiu a presidência estadual do Republicanos. Dois são os motivos: primeiro, o deputado federal Jorge Goetten quer se dedicar à eleição; segundo, Carmen tem uma relação muito próxima do governador Jorginho Mello (PL), que é quem manda no partido. O Republicanos conseguiu ganhar uma boa gordura com as filiações feitas durante a janela, o que lhe deu mais uma cadeira na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, além de aumentar consideravelmente o potencial do partido, pensando nas eleições proporcionais.

Insatisfação

Pamelys também é um dos alvos de Júlia Zanatta – Imagem: Rede Social

Ontem, uma fonte informou que a irritação da deputada federal Júlia Zanatta (PL) não é apenas com a pré-candidatura a deputada federal da vereadora de Biguaçu, Bia Borba, que, segundo informações, teria se filiado ao Novo. Os outros alvos são a presidente da Câmara de Vereadores de Braço do Norte, Pamelys Barros (PL), e também a suplente de vereadora de Lages, Anna Valente. Ambas devem disputar a eleição deste ano. Em vídeo publicado ontem nas redes sociais, Pamelys informou que, por enquanto, não irá se manifestar sobre uma possível candidatura, por não ter se sentido bem. Ela está grávida de oito meses.

Frustração

Servidores se reuniram ontem para discutir a proposta do governo – Imagem: Divulgação

O que começou como uma sinalização de valorização terminou como mais um desgaste na relação entre o Governo do Estado e os servidores da agricultura. A não publicação da revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários frustrou expectativas criadas durante a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e deixou a categoria com a sensação de que aceitou termos insuficientes com base em uma promessa que não se concretizou. Nos bastidores, o entendimento é claro: sem a reestruturação das carreiras, o chamado “ganho real” perde força diante da defasagem histórica dos salários. O resultado prático é um reajuste que não recompõe perdas nem resolve distorções, ampliando o descontentamento entre técnicos que sustentam áreas estratégicas, como extensão rural e defesa sanitária.

Crise de confiança

Mais do que um atraso administrativo, a não oficialização do PCCS passou a ser interpretada como movimento político para conter mobilizações e empurrar um problema estrutural. A leitura dentro das empresas públicas da agricultura do estado é de quebra de confiança — e isso muda o tom da relação com o governo Jorginho Mello (PL). Sem cronograma definido para a publicação do plano, cresce a pressão por reação. A categoria já discute estado de greve e novas mobilizações na Assembleia Legislativa, em um cenário que pode tensionar ainda mais a relação com o Executivo. No centro do debate está um ponto sensível: a desvalorização do corpo técnico ameaça diretamente a eficiência de um dos pilares da economia catarinense, o agronegócio.

Nomes do Novo

Ontem, o pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), esteve em Chapecó, onde palestrou. Ele abonou as fichas dos novos filiados ao partido. Também foram anunciados como pré-candidatos o vereador Wilson Cidrão, a estadual, e o reitor da Unochapecó, Cláudio Jacoski, a federal. Cidrão é um parlamentar ligado à causa animal, enquanto Jacoski já presidiu a Acafe e é uma das principais lideranças do meio acadêmico do estado.

Pré-candidatos

O Podemos também tem pré-candidatos em Chapecó. Conhecidos como “gêmeos de Chapecó”, Luiz Felipe e Luiz Fernando foram anunciados pelo partido como pré-candidatos a deputado estadual e federal.