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Impasse envolvendo Emerson Stein gerou guerra de versões — Imagem: Alesc

Há uma guerra de versões no MDB sobre a permanência, ou não, de lideranças no partido. Na coluna de hoje cedo, em uma das notas, informei que o deputado Volnei Weber trabalhou pela permanência do deputado estadual Antídio Lunelli e dos suplentes Emerson Stein e Cleiton Fossá. Esses últimos ocuparam secretarias.

Quanto à situação de Lunelli, está tudo pacificado. Porém, em relação a Stein e Fossá, ainda há a necessidade de aparar as arestas. Eles me ligaram após lerem a coluna e negaram qualquer intervenção do líder da bancada na Assembleia Legislativa, Volnei Weber. Stein me disse que ainda não decidiu se ficará ou se vai sair. Fossá também disse que não teve qualquer conversa com Weber. Já uma fonte ligada ao líder emedebista na Alesc reafirmou que houve a conversa durante a tarde de ontem.

Há pouco, quem entrou em contato com a coluna foi o deputado Fernando Krelling. Ele relatou que esteve ontem na Casa d’Agronômica acompanhado do diretor do BRDE, Mauro Mariani, e do deputado estadual Jerry Comper. Krelling teria dito a Jorginho que precisava de ajuda para convencer Stein a não ir para o PL e Fossá a se colocar como pré-candidato e deixar a secretaria para ficar apto. O relato é de que o governador ligou, em viva-voz, para os dois e pediu que permanecessem no MDB.

Fernando Krelling também relatou que, antes de me ligar, conversou novamente com Emerson Stein e Cleiton Fossá e que estaria mantido o que foi conversado com Jorginho.

Estratégia

A atitude do governador Jorginho Mello de aceitar o pedido feito pelo deputado Fernando Krelling foi estratégica. Se não atendesse, poderia descontentar seus aliados na tentativa de conquistar o apoio do MDB. Ao mesmo tempo, mantendo Emerson Stein e Cleiton Fossá, reforça a presença dos dissidentes no núcleo emedebista para fomentar o debate interno. A estratégia do governador está clara: se não tiver o MDB, vai trabalhar para tentar dividir o partido.