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Pesquisa mostra números mais próximos da realidade – Imagem: TSE

Saiu ontem a pesquisa AtlasIntel de intenção de votos ao Governo do Estado, que trouxe os números para a realidade, desfazendo cenários fictícios. Isso é possível dizer com base em levantamentos realizados no ano passado pela Neokemp e também pelo IPC, que apresentaram cenários reais.

O cenário mostra que o governador Jorginho Mello (PL) deu uma melhorada em relação ao seu desempenho do ano passado, quando batia, no máximo, nos 44%. Neste cenário que se apresenta agora, há uma chance de o liberal ter êxito no primeiro turno, pois, com 49% das intenções, se buscarmos os votos válidos, passa dos 50%. Porém, é um cenário de momento que também mostra movimentações dos demais pré-candidatos.

Um exemplo é João Rodrigues (PSD), que subiu para 21,4% das intenções de voto e permanece em segundo lugar. Ao contrário de Jorginho, que está em constante campanha há mais de um ano, o pessedista começará a aparecer como pré-candidato de fato, o que o fará ser mais conhecido, provocando um aumento no percentual. Projeções apontam para isso, assim como Gelson Merisio (PSB), que aparece com 13,8%, também com viés de crescimento, pois está em processo de conquista do eleitor mais progressista. Ou seja, ambos devem crescer.

Um ponto importante que não deve passar batido: a aliança PSD, MDB e Federação União Progressista dá um tempo interessante de rádio e TV para João Rodrigues, que sabe fazer um bom uso da comunicação. Além disso, ele tem uma boa parcela desse eleitorado que os partidos aliançados levarão para ele, o que fortalece um provável cenário de crescimento. Por outro lado, embora favorito e com a máquina na mão, Jorginho só tem, de fato, o PL, um voto que já é seu, e o Novo, que é um partido muito pequeno no estado e com pouco potencial de voto para oferecer. Um ponto a favor são os prefeitos que conquistou e o grande número de candidatos na proporcional que servirão como cabos eleitorais.

Já Merisio sairá fortalecido pela união da centro-esquerda em torno de seu nome. Ele tem conseguido avançar até mesmo em partidos da esquerda mais ideológica, o que mostra que o potencial de crescimento é real. Poderemos ter um desempenho histórico do campo progressista nesta eleição, a depender do pleito nacional e do fato de que Merisio poderá ampliar o campo da esquerda através do diálogo com setores aos quais a esquerda progressista tem dificuldade de acesso, como o setor produtivo, por exemplo. Em suma, a eleição de Merisio passa menos pela esquerda tradicional e mais pela capacidade de furar a bolha ideológica em Santa Catarina.

Quem também aparece com um percentual que chama a atenção, embora não surpreenda, é Marcelo Brigadeiro (Missão), que está com 5,7% das intenções de voto. Embora seja pré-candidato de um partido que está iniciando as suas atividades, Brigadeiro pode ser beneficiado pelo desempenho do pré-candidato à Presidência da República, Renan Santos, conforme escrevi na semana passada. Um detalhe é que, confirmado esse crescimento, passará obrigatoriamente pelos eleitores da extrema-direita, afetando diretamente o desempenho do governador, caso se concretize.

Vale destacar que essa é uma eleição de turno único para Jorginho. Ou seja, ele precisa vencer no primeiro turno, pois, se houver segundo turno, poderá enfrentar grandes dificuldades se tiver um adversário de direita; no caso, hoje seria João Rodrigues.

O levantamento foi feito pela AtlasIntel, que ouviu 1.280 eleitores entre os dias 25 e 30 de março. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada da seguinte forma: TSE: SC-05257/2026.

Queda ou irrealidade?

Jorginho aparece com números mais reais – Imagem: Divulgação

Uma pesquisa anterior de outro instituto teria dado ao governador Jorginho Mello (PL) mais de 70% dos votos válidos. Acontece que agora ele cai para um pouco menos de 50%. A pergunta é: Jorginho estaria despencando nas pesquisas ou o levantamento do outro instituto estava completamente errado e teve números divulgados mesmo sob o risco de levar o eleitor catarinense ao erro?

Ao Senado

Carol e Amin se consolidam na disputa ao Senado – Imagem: Divulgação

Já a pesquisa da AtlasIntel de intenção de votos ao Senado também precisa de atenção. Os números, por enquanto, não serão divulgados, até que algumas dúvidas sejam sanadas. Porém, é possível prever, comparando com os levantamentos do ano passado da Neokemp e do IPC, que Carol de Toni (PL) segue na dianteira, seguida do senador Esperidião Amin (Progressistas). Carlos Bolsonaro aparece em terceiro e, mais para trás, Décio Lima (PT). O que é possível perceber: Carol está consolidada como favorita à primeira vaga. Amin capitalizou com toda a rejeição de Carlos Bolsonaro (PL) e consegue ter a simpatia do eleitor de direita e da centro-esquerda, atingindo até mesmo adversários históricos, como os emedebistas, que não querem o ex-vereador do Rio de Janeiro e despejarão o voto no senador. Amin conseguiu construir um cenário muito favorável; por isso, há uma tendência de que Carlos fique cada vez mais para trás.

Convite para o Senado

Melissa Amaral declinou do convite – Imagem: Divulgação

A presidente do Conselho Consultivo do Grupo SCC/SBT, Melissa Amaral, foi convidada para ser a primeira suplente na chapa de Décio Lima (PT) ao Senado. Com um trabalho reconhecido em todo o estado no combate à violência contra a mulher, a empresária chamou a atenção do Partido dos Trabalhadores pela pauta de gênero e defesa de agendas sociais, além de transitar no setor privado, que é um espaço que a esquerda tentará conquistar através do pré-candidato ao Governo do Estado, Gelson Merisio (PSB). Uma fonte me disse que ela chegou a analisar o convite, mas declinou. Teria agradecido por ter sido lembrada, mas prefere seguir com suas atuais atividades. Ela é filha do presidente do grupo, Roberto Amaral.

A decisão de Antídio

Antídio Lunelli foi convencido a ficar no MDB – Imagem: Divulgação

Ontem, conforme informado pela coluna, a bancada estadual do MDB se reuniu para um almoço na Assembleia Legislativa. Durante a conversa, o deputado Antídio Lunelli informou que iria para o PL, para ser o primeiro suplente na chapa ao Senado da deputada federal Carol de Toni (PL). A notícia praticamente encerrou o almoço. O presidente estadual do partido, Carlos Chiodini, e o líder da bancada, Volnei Weber, pediram para conversar com Lunelli no gabinete de Weber. Quando divulguei a informação, Volnei pediu a Antídio que gravasse um vídeo informando que ficaria no MDB, o que foi prontamente atendido.

Decisão

Líder da bancada do MDB, Weber foi decisivo nas articulações. – Imagem: Alesc

A essa altura, o deputado estadual Volnei Weber já havia convencido o seu colega de bancada, Antídio Lunelli, a não deixar o MDB. Lunelli anda insatisfeito com algumas questões, porém, Weber e o presidente Carlos Chiodini se mostraram dispostos a ouvir e tentar resolver. Fontes afirmam que a conversa foi tão intensa que, ao final, Antídio e Volnei se abraçaram e chegaram a se emocionar. Ali estava selada a permanência de Lunelli no MDB.

Reversão

O líder da bancada do MDB, Volnei Weber, e o presidente estadual, deputado Carlos Chiodini, conseguiram outras vitórias. Eles ligaram para os suplentes de deputado estadual Cleiton Fossá e Emerson Stein. Ambos ameaçavam sair do partido para apoiar o projeto de reeleição do governador Jorginho Mello (PL). Primeiro Weber, depois Chiodini, ambos através de ligações, os convenceram a ficar no partido. Um dia antes, Weber ajudou a manter Jerry Comper.

União

O clima é de alerta máximo no MDB até o final desta semana para as investidas do governador Jorginho Mello (PL) sobre lideranças do partido. O clima, segundo uma fonte, é de indignação com a postura do governador. Essa tentativa de desmantelamento do MDB se soma à mágoa do partido por ter sido preterido da vaga de vice, espaço dado ao Novo. Uma liderança me disse que um sentimento de reprovação a Jorginho está tomando conta do partido, o que poderá unir os emedebistas na decisão de compor com o PSD e a Federação União Progressista. Outra discussão no partido é sobre os nomes que serão indicados para compor a majoritária. O MDB terá a vice e a primeira suplência ao Senado. Carlos Chiodini, Antídio Lunelli, Volnei Weber e Rodrigo Coelho são os nomes com mais chance de indicação.

Ruídos

Essa situação envolvendo o nome do deputado estadual Antídio Lunelli (MDB) provocou ruídos no entorno do governador Jorginho Mello (PL). Acontece que, primeiro, teria oferecido a primeira suplência na chapa ao Senado de Carol de Toni (PL) ao empresário Henrique Malta. Depois, ofereceu a Lunelli, que preferiu declinar e ficar no MDB. Outra situação é que, a depender do desempenho de Carol, poderá entrar no cenário de 2030 como um possível nome ao Governo do Estado.

Crítica

Ivan Naatz pediu a saída do MDB do governo – Imagem: Alesc

O deputado estadual Ivan Naatz (PL) pediu ao MDB que deixe os cargos que ocupa no governo Jorginho Mello (PL). Naatz disse que reconhece que os emedebistas ajudaram o estado, mas que não podem seguir com cargos ao mesmo tempo em que anunciam apoio ao prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), para a disputa estadual.

Impasse em BC

Carlos Humberto cutucou os vereadores dissidentes – Imagem: Alesc

Ontem voltei a conversar com o deputado estadual Carlos Humberto Silva, presidente do PL em Balneário Camboriú. Sobre a provável troca de partido dos vereadores Guilherme Cardoso e Victor Fortes, que devem deixar o PL para se filiar ao Republicanos, Silva disse que, se continuarão no projeto do governador Jorginho Mello (PL), não haverá problema. “Se a pessoa não se sente bem no Partido Liberal, tenho que entender. Quem tem mandato tem liberdade. Já tínhamos vereadores do PL na base da Juliana (Pavan), antes da minha presidência. Tem gente que prefere trabalhar pela cidade, enquanto tem gente que prefere trabalhar contra”, disse o parlamentar, alfinetando os vereadores dissidentes. “Acho que é algo mais político ligado ao ex-prefeito. A pessoa não quer apoiar o Jair Renan e quer apoiar o ex-prefeito”, completou Silva, se referindo a Fabrício Oliveira, que também está no Republicanos.

Sem conversa

O deputado estadual Carlos Humberto Silva (PL) me disse que os vereadores Guilherme Cardoso e Victor Fortes não conversaram com ele e que soube da insatisfação através da coluna do SCemPauta. Uma reunião está marcada para a próxima segunda-feira, quando deve haver uma conversa. Em relação a uma possível candidatura de Cardoso a deputado estadual, Silva disse que vê com tranquilidade, entendendo que deve ser para apoiar a candidatura do ex-prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira, a deputado federal. “Tem voto suficiente para todos. Desejo sorte”, afirmou.

Filiações

Schiochet e Ramos durante a filiação do vereador – Imagem: Divulgação

O União Brasil filiou o vereador de Itapema, Saulo Ramos, que é pré-candidato a deputado estadual. Policial de carreira, Ramos está em seu primeiro mandato. Ele estava filiado ao Progressistas, mas não teve a garantia de espaço para a eleição deste ano, por isso mudou de partido, mas segue na federação. A informação é de que Ramos terá o apoio do partido para se candidatar. Nesta semana, o UB também filiou o deputado estadual Vicente Caropreso.

Troca de partido

Vereador mudou de partido pensando na eleição – Imagem: Mauro Schlieck/CVJ

O vereador de Joinville, Brandel Júnior, deixou o PL para se filiar ao Republicanos. Em seu novo partido, terá espaço para disputar uma vaga à Assembleia Legislativa. Chama a atenção a apresentação do perfil de Júnior, que é evangélico e de direita mais moderada.

Prisão em Penha

Luciano e ex-assessor foram presos ontem – Imagem: Divulgação

O Gaeco realizou ontem, em Penha, a Operação Repartição. Foram presos preventivamente o vereador e presidente afastado da Câmara de Vereadores, Luciano de Jesus (Progressistas), e o ex-chefe de gabinete, Fabrício de Liz. Eles são suspeitos da prática de rachadinha. Segundo a denúncia, servidores teriam que repassar ao então presidente, através de Liz, boa parte dos valores das diárias quando faziam alguma viagem. A decisão de pedir a prisão se deu após uma servidora admitir que teria feito repasses para Luciano, apresentando supostas provas.

Cassação

A Comissão Parlamentar Processante que iniciou os trabalhos na Câmara de Vereadores de Penha deve cassar o mandato do vereador Luciano de Jesus (Progressistas). A possibilidade já era considerada e a informação é de que os membros teriam tido acesso a provas e já estariam convencidos de que precisam cassar o mandato do presidente afastado. As prisões de ontem reforçaram o entendimento do que deve acontecer no máximo em 20 dias. Uma nova eleição para a presidência será convocada. A suplente Luciana Rodrigues (Progressistas) deve ser chamada a assumir na próxima semana.

OAB barra aumento

Mandelli propôs o mandado de segurança – Imagem: OAB

A OAB conseguiu barrar um aumento de impostos criado pela Reforma Tributária. A Justiça Federal acolheu mandado de segurança proposto pelo presidente da Seccional, Juliano Mandelli, com atuação das advogadas tributaristas Silvia Varella e Luana Debatin Tomasi, e concedeu liminar suspendendo o aumento de alíquotas para as sociedades de advogados no regime de apuração pelo lucro presumido. O foco foi a advocacia, mas a ação abre precedente para que outras categorias profissionais, que também utilizam a modalidade, busquem o mesmo entendimento. Na época da elaboração da reforma, essa questão gerou mobilização em todo o país, liderada pela OAB.

Questionamento

Evento de apoio a Ulisses Gabriel foi organizado pelo prefeito Luiz Henrique

O ex-delegado-geral Ulisses Gabriel (PL) recebeu apoio público de lideranças políticas de Pescaria Brava. A manifestação ocorreu durante uma reunião com moradores e lideranças locais, realizada em um salão comunitário da cidade. O encontro, no entanto, pode gerar questionamentos na Justiça Eleitoral, já que supostamente, houve oferta de comida e bebida aos participantes. A legislação eleitoral proíbe a distribuição de vantagens ao eleitor, mesmo durante o período de pré-campanha, quando esses benefícios podem ser interpretados como forma de atração de público e desequilíbrio na disputa eleitoral. A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), em seu artigo 39, parágrafo 6º, proíbe a distribuição. O entendimento da Justiça é de que a oferta gratuita de alimentação e bebidas pode se enquadrar nessa vedação.

Abuso

A coluna teve acesso a fotos e vídeos do encontro em Pescaria Brava. Vale destacar que o artigo 22 da Lei Complementar nº 64/1990 prevê a possibilidade de investigação por abuso de poder econômico, o que pode resultar em cassação de registro ou diploma e inelegibilidade por oito anos. Dependendo da situação, o caso também pode ser enquadrado como corrupção eleitoral, conforme o artigo 299 do Código Eleitoral, caso fique comprovado que houve oferta de vantagem com a intenção de obter votos.

Apoio polêmico

O apoio político anunciado no evento também trouxe repercussão por envolver o prefeito de Pescaria Brava, Luiz Henrique Castro de Souza (Progressistas), que responde a processo por corrupção passiva e organização criminosa. A denúncia aponta que o esquema investigado envolvia fraudes em contratos públicos e pagamento de propina a agentes públicos. De acordo com o Ministério Público, o grupo investigado teria atuado de forma estruturada para fraudar processos licitatórios e desviar recursos públicos, com pagamento sistemático de vantagens indevidas. A investigação aponta dezenas de episódios de corrupção, com repasses que, segundo a acusação, chegaram a valores elevados em cada operação. O processo está em andamento no Tribunal de Justiça e ainda não há decisão definitiva sobre o caso.

Maus-tratos aos animais

Outro apoio político anunciado ao delegado Ulisses Gabriel partiu do vereador de Pescaria Brava, Tóia Pereira, que, após ser eleito, se envolveu em uma polêmica ao afirmar, em conversa por aplicativo de mensagens, que utilizaria veneno para lidar com o problema de animais abandonados. A declaração teve grande repercussão e levou à abertura de investigação para apurar eventual crime ambiental. O episódio teve repercussão nacional à época e gerou forte reação de entidades de proteção animal e da opinião pública. O caso foi encaminhado para apuração pelas autoridades competentes. O espaço está aberto para manifestação dos citados.