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Kassab, em uma de suas vindas a Santa Catarina – Imagem: divulgação

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, ligou ontem à noite para o prefeito de Chapecó, João Rodrigues, reforçando o apoio à sua pré-candidatura ao Governo do Estado. A ligação teria durado cerca de 20 minutos, quando falaram dos últimos acontecimentos.

Liguei para Rodrigues, que confirmou a conversa e se mostrou animado com o apoio ao seu projeto de disputar a eleição. “Agora, só faltam algumas costuras internas, e vamos adiantar as coisas para definirmos o cenário nestes últimos dias de março”, informou. O foco, segundo o prefeito, será nas conversas com possíveis aliados, no caso, a Federação União Progressista, e também com o MDB. “Vamos trabalhar para bater o martelo. Eles sabem que terão um importante espaço no nosso projeto. Terão protagonismo. Estamos trabalhando firmes com esse objetivo”, destacou.

Rodrigues, em áudio enviado em um grupo de WhatsApp, afirmou que as tratativas serão retomadas durante o dia de hoje e que espera definir até a próxima semana. “Não tem mais volta. É um caminho sem volta. Agora é só para frente. Vamos continuar o trabalho juntos aqui, porque tem expectativa muito boa”, afirmou.

Outra questão no PSD: a expulsão do prefeito de Florianópolis, Topázio Neto, seguirá tramitando. Segundo uma fonte, ele já é considerado um nome fora do partido.

Progressistas

Ciro Nogueira deu carta branca a Amin para decidir o futuro do Progressistas – Imagem: Progressistas

Além da presidência estadual do Progressistas, o senador Esperidião Amin também ganhou carta branca do presidente nacional, senador Ciro Nogueira. Todas as decisões tomadas por Amin quanto ao projeto eleitoral deste ano serão referendadas por Nogueira, que aposta na reeleição do senador catarinense para reforçar a base da federação. Falando nisso, as conversas com o União Brasil também serão lideradas por Amin. Uma liderança me disse que o senador já deixou um forte recado: “Que o partido decidirá no seu tempo e que não tomará nenhuma decisão pressionado por ninguém”.

Sem chapa avulsa

Amin não aceita disputar a reeleição em chapa avulsa – Imagem: Agência Senado

O senador Esperidião Amin (Progressistas) tem dito, nos bastidores, que não aceita disputar a reeleição em chapa avulsa, como quer o governador Jorginho Mello (PL) e alguns integrantes de seu partido, capitaneados pelo deputado estadual Pepê Collaço e pela trinca Aldo Rosa, Leodegar Tiskoski e Silvio Dreveck. Lideranças mais fiéis a Amin acusam o grupo de estar atuando em favor de projetos pessoais, mesmo que isso signifique sacrificar o projeto de reeleição do senador catarinense.

Irritação

Uma liderança do União Brasil disse que a tentativa de alguns nomes do Progressistas de levar o partido a se aliar ao projeto do governador Jorginho Mello (PL) é um desrespeito. “Eles esqueceram que é uma federação. Aqui ninguém arrasta ninguém. O PP não decide nada sozinho; nós temos que participar e ajudar a decidir”, afirmou.

Convocação arquivada

Convocação de Ulisses Gabriel foi arquivada – Imagem: Divulgação

A Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa teve que arquivar o pedido de convocação do ex-delegado-geral Ulisses Gabriel. O pedido foi feito com base em uma solicitação de impeachment apresentada por um munícipe de Criciúma. Como o pedido não foi apresentado à presidência, a comissão, presidida pelo deputado estadual Jessé Lopes (PL), votou pela convocação. A data não foi marcada e, como Gabriel deixou o cargo de delegado-geral, perdeu o objeto da convocação, tendo que ser arquivado.

Encaminhamento

A Comissão de Segurança Pública da Alesc aprovou, por 4 votos a 2, parecer que reconheceu a perda parcial de objeto do processo envolvendo o ex-delegado-geral Ulisses Gabriel, após seu desligamento do cargo. O caso foi encerrado sem análise do mérito. Mesmo assim, diante da robustez das denúncias, os autos foram encaminhados ao Ministério Público e à Corregedoria da Polícia Civil.

Exposição

Na época, para se defender, o então delegado-geral Ulisses Gabriel criou uma narrativa de que sua família havia sido exposta por parte da imprensa, que noticiou o pedido de impeachment. Até hoje, ele não apresentou quais veículos ou jornalistas seriam os responsáveis pela exposição. O fato é que, no pedido de impedimento, havia imagens captadas das redes sociais de Ulisses, onde ele próprio expôs a imagem de familiares. A coluna não fez nenhum uso de imagem ao cumprir com o seu dever jornalístico de divulgar o pedido de impeachment e também a convocação.

Combustíveis

Pedro Uczai fez o anúncio da criação da Frente Parlamentar – Imagem: Rede Social

Líder do PT na Câmara Federal, o deputado Pedro Uczai anunciou que a bancada trabalha na criação de uma Frente Parlamentar pela reestatização da BR Distribuidora. A proposta também abre espaço para a criação de uma nova estatal no setor, com o objetivo de ampliar o controle sobre os preços dos combustíveis. Além disso, o parlamentar defende a instalação de uma Comissão Externa para fiscalizar a atuação dos postos em todo o país. Uczai argumenta que o Governo Federal já adotou medidas para reduzir os preços, como a retirada de PIS e Cofins e a concessão de subsídios ao diesel. Mesmo assim, segundo ele, os valores não teriam sido repassados ao consumidor. Para o deputado, há indícios de especulação por parte de donos de postos, que estariam antecipando reajustes futuros. “Temos que denunciar à Polícia Federal, à ANP e também ao Procon onde houver abuso”, afirmou. A criação da frente parlamentar deve ocorrer na próxima terça-feira.

ICMS do combustível

A Secretaria de Estado da Fazenda, por meio de nota enviada à coluna, explica que, em meio à pressão para reduzir o preço do diesel por causa dos impactos da guerra no Oriente Médio, não há possibilidade legal de um Estado baixar o ICMS por decisão própria. Desde 2023, o imposto sobre combustíveis segue o modelo monofásico, definido pela Constituição e validado pelo Supremo Tribunal Federal. Na prática, o ICMS é cobrado em valor fixo por litro e de forma igual em todo o país, sendo recolhido ainda nas refinarias. Hoje, o diesel tem ICMS de R$ 1,17 por litro, valor definido pelo Confaz. Qualquer mudança depende de decisão unânime entre todos os Estados.

Não beneficia

Também segundo a nota da Secretaria de Estado da Fazenda, mesmo com a pressão por redução de impostos, estudos indicam que esse tipo de medida nem sempre chega ao bolso do consumidor. Explica que um levantamento do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP), divulgado no fim de 2025, mostra que, nos últimos três anos, o preço da gasolina caiu 16% nas refinarias, mas subiu 27% nas bombas. “Ou seja, reduzir tributos ou preços na origem não garante, necessariamente, queda no valor final pago pelo motorista”, diz a secretaria.

Redução exigiria compensação

Outro ponto destacado pela Secretaria de Estado da Fazenda é que a Lei de Responsabilidade Fiscal impede a simples redução de impostos sem compensação. Na prática, qualquer corte no ICMS exigiria aumento de receita em outra área. “Como exemplo, o Governo Federal só conseguiu reduzir tributos sobre o diesel após criar imposto sobre a exportação de petróleo e derivados”, diz o texto. A secretaria reforça que mantém a política de não aumentar impostos e defende responsabilidade fiscal. Ainda assim, afirma que está aberta ao diálogo com outros Estados, principalmente no âmbito do Confaz, onde qualquer mudança precisa ser construída de forma conjunta.

Negociação

Representantes das categorias foram recebidos no Centro Administrativo – Imagem: Jonatã Rocha / SECOM

O secretário de Estado da Administração, Vânio Boing, recebeu ontem representantes dos policiais penais e dos agentes socioeducativos. As informações são de que há uma tendência de que a categoria aceite a única proposta feita pelo governo, da extensa lista apresentada. Seria justamente a que foi adiantada pela coluna: o corte das primeiras classes a partir do próximo ano. “O governo dá a eleição como ganha e faz proposta para a segurança. É proposta eleitoral”, disse uma fonte ligada à categoria. O que chama atenção é a reviravolta. Ontem, as informações eram de que não seria aceita essa proposta limitada das classes; porém, parece que o poder de convencimento do governo venceu a disputa.