Eron Giordani ignora movimento de Jorge Bornhausen e recoloca João Rodrigues na disputa pelo governo do Estado
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Na quarta-feira (11/03), o prefeito da capital, Topázio Neto, declarou publicamente apoio ao projeto de reeleição de Jorginho Mello, com claro intuito de tumultuar o ambiente político da sigla. Com a repercussão da afronta, João Rodrigues, no grupo de WhatsApp do diretório do PSD, condicionou a manutenção de seu projeto ao governo à saída ou à expulsão do prefeito “tiktoker”.
Como num passe de mágica, o cacique Jorge Bornhausen interveio para rebatê-lo e, com duas frases, praticamente decretou a retirada de sua candidatura, alegando que João não consegue conter a própria impetuosidade. Ainda fez comparações grosseiras e autoritárias ao criticar o perfil do prefeito de Chapecó, contrapondo-o ao seu próprio, ao se autoqualificar como ponderado, como se apenas um perfil político fosse o adequado para disputar e vencer eleições.
Se fosse assim, poderíamos afirmar que seu filho, Paulinho Bornhausen (PSD), sumiu do mapa político-eleitoral por falta de coerência, uma vez que permanece encostado no governo Jorginho Mello, que certamente não é o melhor exemplo de ponderação.
Não se pode dizer que alguém é ponderado e paciente quando acredita que pode, sozinho, decidir o futuro político de um projeto às vésperas da campanha eleitoral. Do alto de seus quase 90 anos de idade, não fica de bom tom (e tampouco parece a atitude mais sábia) que um homem experiente tome uma decisão unilateral baseada em conclusões precipitadas, tiradas de meia dúzia de palavras trocadas em um grupo de WhatsApp.
Eron Giordani decide
Em coletiva de imprensa, o presidente estadual do PSD tratou o caso com correção, colocando cada um em seu lugar: ignorou a declaração de Jorge Bornhausen, que passou de cacique a palpiteiro; colocou em pauta a expulsão de Topázio Neto do partido, por não agregar absolutamente nada à sigla e ainda promover o caos; e recolocou João Rodrigues novamente na disputa.
Embora forças ocultas dentro do próprio PSD atuem para implodir o projeto do partido, a missão da sigla de construir uma alternativa para Santa Catarina e para o Brasil, em alinhamento com a pré-candidatura de Ratinho Júnior à Presidência da República, segue firme, ainda que os ventos contrários soprem com força.
O PSD tem lideranças sérias, experimentadas e com visão de futuro, o que torna a presença de Topázio insignificante e sua permanência inútil. O que Jorge Bornhausen fez, ao convocar uma coletiva de imprensa, foi anunciar uma crise que nunca existiu e, ao mesmo tempo, tocar o tambor para maluco dançar na Ilha da Magia.
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