Saneamento em Florianópolis, obras em Joinville e cenário industrial marcam sessão na Alesc
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A sessão plenária desta quinta-feira (26), na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), foi marcada por debates sobre o sistema de esgotamento sanitário na região continental de Florianópolis, investimentos estaduais em Joinville e a situação da metalúrgica Tupy.
No início dos pronunciamentos, o deputado Mário Motta (PSD) abordou problemas no saneamento do Balneário do Estreito. Segundo o parlamentar, somente em 2022 foram registrados 836 extravasamentos de esgoto na região. Ele relatou que, a partir de ações do seu gabinete e do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), foi ajuizada uma ação que resultou na determinação para que a Casan e a Prefeitura de Florianópolis apresentassem planejamento técnico com medidas como limpeza especializada da rede, contratação de novo trecho de interceptor e instalação de motobombas reservas.
De acordo com Motta, parte das providências já começou a ser executada, com reflexos pontuais na balneabilidade das praias do Continente. “Essas conquistas pertencem à comunidade, que nunca desistiu, e ao conselho de segurança, que se organizou e continua cobrando de forma exemplar”, afirmou.
Na sequência, o deputado Maurício Peixer (PL) destacou obras financiadas pelo governo do Estado em Joinville. Entre as intervenções citadas estão a duplicação de 5,8 quilômetros da Rua Dona Francisca (Eixo Industrial) e a construção de duas áreas de escape na SC-418, na Serra Dona Francisca. O parlamentar também mencionou melhorias no Palácio das Orquídeas, a construção de um teatro municipal, a implantação do complexo Vida da Saúde no bairro Paranaguamirim, apoio financeiro ao Hospital São José e convênios para pavimentação.
Ainda durante a sessão, o deputado Sargento Lima (PL) manifestou preocupação com a desvalorização recente das ações da Tupy. Ele atribuiu a queda, estimada em cerca de 50%, a interferências políticas na composição do conselho de administração da companhia.



