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Em acréscimo aos assuntos sérios dos quais tratei na semana passada, apareciam, nos diálogos que o Prefeito mantinha com os munícipes uma vez por mês, durante um dia inteiro, variados temas que diziam respeito a preocupações bem mais pessoais que coletivas. Desses, um dos mais frequentes era o desentendimento, principalmente entre vizinhos da área rural do município, em relação à divisa dos terrenos.

O suposto prejudicado acusava, por exemplo, seu confinante de ter, espertamente, arredado a cerca que os separava, um pouco para lá ou para cá, de modo a ganhar algum pedaço a mais de chão. Levado à condição de árbitro, o Prefeito mandava, ao local, algum topógrafo do Planejamento, munido dos documentos de propriedade, para redimensionar, se fosse o caso, as posses imobiliárias de cada um, de modo a não haver mais dúvidas quando à justa colocação da divisa.

Um confessionário público.

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Nessas audiências populares que Vilson Kleinubing introduziu na rotina da Prefeitura de Blumenau em 1989, surgiram, além dos já narrados casos administrativos que dirigentes e técnicos da administração tratavam de resolver, também, um grande elenco de interesses outros que as pessoas queriam que o Prefeito, pessoalmente, ouvisse e resolvesse. Em meio a tal parafernália de miudezas e de dramas, muitos eram curiosos, divertidos, inusitados, como as desavenças entre vizinhos.

Porcos inconvenientes e outros bichos.

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Na categoria dos desencontros entre moradores limítrofes havia outros assuntos além das encrencas sobre a colocação da cerca na divisa dos terrenos. Por exemplo: as reclamações indignadas a respeito do mau-cheiro provocado por alguma criação de porcos ou galinhas de um deles. Ou o barulho dos seus cachorros e outros animais, a invasão da propriedade de um pelos bichos do outro, e por aí adiante. Para resolver alguns desses casos uma visita da Vigilância Sanitária era suficiente. Em outros não tinha jeito, e o Prefeito e/ou seus auxiliares se esmeravam em dar conselhos sobre a prática da boa vizinhança.

Próxima coluna.

Os assuntos mais difíceis de resolver e o encontro que mais encantou o Prefeito. Como criar, sem custos, um grande programa social e uma fonte de informações sobre a cidade.