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MDB começou pelo Oeste a ouvir os seus militantes – Imagem: Fábio Lima

O comando do MDB começou a ouvir a sua militância após ter sido preterido — enquanto alguns dizem traído — pelo governador Jorginho Mello (PL). Mas o fato é que o partido não será o vice dos liberais, conforme havia sido prometido, e se viu obrigado a buscar um novo caminho.

A verdade é que a atitude do governador pode ter sido uma bênção para um partido que não consegue se libertar da orfandade do ex-senador Luiz Henrique da Silveira. Assim como no governo de Carlos Moisés da Silva, o partido se entregou de corpo e alma para Jorginho, enfrentando a resistência de uma militância saudosa de um MDB de outrora. O Manda Brasa que não era coadjuvante, mas, sim, senhor de seu destino e, por muitas vezes, do próprio Estado.

O MDB não piorou, embora não conte mais com nomes como Luiz Henrique, Herneus De Nadal, João Blasi, Casildo Maldaner, entre outros. Mas ainda tem a sua velha guarda e um time de deputados que podem trabalhar para reconstruir um partido que tem como maior patrimônio a sua militância, sobretudo nos pequenos municípios. E são essas pessoas que passaram a ser ouvidas desde ontem à noite.

Cerca de 200 lideranças se reuniram em Guaraciaba para ouvir o que os líderes emedebistas tinham para apresentar. Queriam um norte, e a eles foram apresentadas três opções: puderam votar entre candidatura própria ao Governo do Estado; coligação com o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), indicando o vice; ou composição com Gelson Merisio (Solidariedade), também indicando o vice; ou, ainda, a possibilidade de estar com Jorginho Mello, ficando fora da majoritária. Resultado final: quase um empate entre candidatura própria e composição com Rodrigues, que ficou na frente por mais votos. A votação também acontecerá em outros municípios do Estado.

O roteiro regional segue hoje em Chapecó e Concórdia; amanhã, em Campos Novos e Videira; por fim, no sábado (21), em Lages. As datas das demais regiões serão anunciadas nos próximos dias. A ideia é seguir o que a militância indicar.

Fala do governador

Carlos Chiodini votou na reunião de Guaraciaba – Imagem: Fábio Lima

Após a reunião de ontem, questionei o presidente do MDB, Carlos Chiodini, sobre a fala do governador Jorginho Mello (PL), que disse em Mondaí que o MDB, entre outros partidos que estão em seu governo, deve continuar com ele e não se aventurar. Em resposta, Chiodini afirmou: “Essa fala do Jorginho não esteve na pauta da nossa reunião”, encerrando o assunto.

A vice de Merisio

Merisio e Ângela Albino podem formar a chapa da centro-esquerda – Imagem: Divulgação

Conversei com a ex-deputada estadual Ângela Albino (PCdoB). A ex-parlamentar se prepara para se exonerar do cargo de secretária de Governo da Prefeitura de Lagarto, em Sergipe, para voltar a Florianópolis. Ela é o nome favorito para ser a vice na chapa de Gelson Merisio (Solidariedade), pré-candidato ao Governo do Estado. Albino, mesmo filiada ao Partido Comunista, sempre teve uma boa relação com lideranças de centro e também da direita. E agora volta ao Estado à disposição de colaborar com o projeto de Merisio, de quem se tornou amiga em 2010, quando ele presidiu a Assembleia Legislativa.

Conversa

Questionada se está à disposição de disputar a eleição como vice na chapa de Gelson Merisio, Ângela Albino (PCdoB) respondeu: “Como eu vou dizer que não a um pedido do Merisio?”. Mesmo assim, ela disse que não disputará espaço, mas que aceita participar da disputa. “Eu falei para o Merisio que estou à disposição, de gandula a batedora de pênalti”, revelou. Ângela Albino não esconde que poderá compor a chapa pelo PDT, mas que tudo será discutido nos próximos dias. O fato é que a ex-deputada é o nome favorito para compor com Gelson Merisio, embora ele também mantenha conversas com o MDB.

Defenestrado da vez

Senador foi defenestrado por Jorginho em entrevista em Mondaí – Imagem: TV Câmara

Quando escrevo que ninguém está garantido na chapa do governador Jorginho Mello (PL), é porque somente após o fechamento da ata é que teremos uma definição. Tanto é verdade que o defenestrado da vez foi o senador Esperidião Amin (Progressistas). Ontem, em Mondaí, Jorginho foi muito claro ao falar sobre a chapa ao Senado: “Vai ter a Caroline de Toni e o Carlos Bolsonaro. Tem o senador Esperidião Amin que também quer, enfim. É tudo composição, mas nós vamos tá com a Caroline e com o Carlos”. Se estará com os dois nomes do PL, o que será de Amin? Ou Amin está garantido e é mais um despiste em relação a De Toni?

Se preparou

De Toni vai a campo para garantir a candidatura ao Senado – Imagem: Divulgação

Independentemente das falas do governador Jorginho Mello, a deputada federal Carol De Toni (PL) resolveu se colocar na rua como pré-candidata ao Senado. Isso será sentido até mesmo no visual da parlamentar nos próximos tempos. De Toni confia nos números e no apoio dos prefeitos para tentar garantir a sua candidatura. Apesar de todo namoro com o Partido Novo, hoje o mais provável é que permaneça no PL.

Resposta à coluna

Prezado Marcelo, com relação à nota de hoje, cabe ressaltar que estamos alinhados, Novo Santa Catarina e Novo Nacional, quanto à candidatura da excelente deputada Carol De Toni ao Senado pelo Novo, caso ela aceite nosso convite. Vale destacar que este convite já foi feito há muito tempo, desde antes da aliança do Novo com o PL para que o prefeito Adriano seja pré-candidato a vice-governador. Em resumo: tanto o prefeito Adriano Silva quanto o presidente nacional Eduardo Ribeiro, além de mim, como presidente estadual, do nosso deputado federal Gilson Marques e do nosso deputado estadual Matheus Cadorin, todos estamos alinhados e em acordo para a Carol ser a nossa candidata ao Senado. No Novo, palavra dada é palavra cumprida.” – Kahlil Zattar – presidente do Diretório Estadual do Novo Santa Catarina

CPI do Esgoto

Relatório foi lido pelo relator Egídio Beckhauser – Imagem: Rogério Pires | Imprensa CMB

A CPI do Esgoto na Câmara de Vereadores de Blumenau encerrou ontem com a apresentação do relatório do vereador Egídio Beckhauser (MDB). O documento coloca o presidente do BRDE, o ex-prefeito João Paulo Kleinubing, numa situação delicada, pois é pedida investigação sobre eventuais responsabilidades administrativas, civis ou por ato de improbidade administrativa na formalização da concessão na gestão de Kleinubing. O relatório será enviado ao Ministério Público.

Relatório paralelo

Conforme a coluna havia adiantado, o presidente da CPI, Diego Nasato (Novo), apresentará um relatório paralelo. No documento, é possível que haja a ampliação das responsabilidades ou do apontamento de nomes para investigação. Ontem, após a apresentação do relatório, Nasato afirmou que tudo será analisado. “Nós não somos um tribunal. O que trazemos aqui são evidências. Quem vai dizer se houve improbidade ou não é o Poder Judiciário. Por isso, o relatório será submetido ao Ministério Público, que poderá levar isso adiante”, afirmou.

Recolhimento de energético

A Vigilância Sanitária Estadual determinou o recolhimento de todos os lotes do energético Baly Tadala, produzido pela empresa Baly Brasil, com sede em Tubarão. A medida foi publicada em ato oficial no dia 1º de fevereiro e estabelece a retirada imediata do produto de circulação em todo o território catarinense. De acordo com a justificativa apresentada pelo órgão, o produto apresenta “denominação e representações gráficas no rótulo que possam induzir o consumidor a equívoco, erro, confusão ou engano em relação à verdadeira natureza, composição, procedência, tipo, qualidade, quantidade, validade, rendimento ou forma de uso do alimento”.

Cumprimento da notificação

O ato relacionado ao energético Baly Tadala também determina que as vigilâncias sanitárias das Secretarias Municipais de Saúde em Santa Catarina fiscalizem os estabelecimentos que comercializam alimentos para verificar o cumprimento da notificação. Os pontos de venda devem retirar o produto da exposição ao consumidor, enquanto a empresa fabricante fica responsável por promover o recolhimento. Nos bastidores, a avaliação é de que a alusão ao medicamento utilizado no tratamento da impotência sexual pode ter pesado na decisão e deve gerar impacto financeiro significativo à fabricante. O espaço está aberto para manifestação da empresa.