Máquinas da prefeitura são flagradas executando serviço em propriedade privada
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Na quinta-feira, 12/02, o vereador Aldori de Freitas (MDB), conhecido como Freitinhas, recebeu a informação de que máquinas da Prefeitura estariam operando dentro de uma propriedade privada. Ao chegar ao local, constatou a presença de dois caminhões-caçamba e uma retroescavadeira.
Segundo relato dos servidores que trabalhavam no local, a ordem de serviço teria partido do secretário do Meio Ambiente, Jean Corbellini. De acordo com informações prévias, o motivo da operação foi a extração e remoção de pedra de cascalho destinada à pista de skate anexa ao Ginásio de Esportes Jones Minosso.
O vereador questionou se havia algum ato formal para a execução do trabalho, mas foi informado de que não existia documento emitido nesse sentido. Também indagou sobre a existência de termo de doação do material à Prefeitura, sem obter confirmação.
Em contato telefônico com o secretário, o vereador recebeu a confirmação de que o material teria sido doado à Prefeitura. No entanto, Jean Corbellini não apresentou esclarecimentos sobre eventual autorização formal para uso do maquinário público, tampouco sobre a formalização da doação.
Cabe destacar que, conforme a legislação administrativa, a utilização de maquinário público em propriedade privada exige formalização prévia e justificativa de interesse público devidamente registradas.
O portal SC em Pauta procurou a Prefeitura, por meio da Diretoria de Comunicação, para solicitar esclarecimentos sobre o caso, mas não obteve qualquer resposta até o momento. Dessa forma, permanece pendente de explicação oficial o que motivou a atuação das máquinas públicas em propriedade particular, especialmente diante da ausência de ato formal registrado que autorizasse a intervenção.
O caso segue sendo apurado pelo SC em Pauta.
Outros casos semelhantes
Este já é o terceiro episódio semelhante registrado. No primeiro caso, em 2025, máquinas da Secretaria de Obras foram flagradas realizando serviço de pavimentação dentro de um sítio, em uma via que não pertence ao município. O Ministério Público de Santa Catarina recebeu a notícia de fato e, após investigação preliminar, decidiu pelo arquivamento.
Poucos dias depois, a empresa Itajuí, com maquinário rastreado via satélite, permaneceu por quase uma semana executando serviço de pavimentação asfáltica dentro de um clube de recreação. A denúncia também foi encaminhada ao Ministério Público, que instaurou inquérito civil e aplicou multa à empresa.



