1989: dois compromissos prioritários cumpridos no primeiro ano de mandato.
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Lá no início desta série de relembranças da administração de Vilson Kleinubing na Prefeitura de Blumenau (1989-1990), mencionei um trio de prioridades imediatas que atiçavam o novo Prefeito. Uma delas dizia respeito ao fornecimento de água para os bairros que sofriam com o deficiente serviço do SAMAE. Esta precedência teve, já no primeiro ano do Prefeito, solução muito bem encaminhada, graças ao seu dedicado empenho e ao competente e incansável trabalho de Carlos Wachholz na presidência da autarquia municipal.
A segunda era a produção de um novo Plano Diretor e de uma lei que restabelecesse a ordem, a legalidade e a moralidade na questão das chamadas “obras irregulares” – um conjunto de 51 edificações aprovadas, na gestão anterior, em desconformidade com a legislação então vigente. Essa tarefa, a cargo da Secretaria do Planejamento e com apoio de outros órgãos da Prefeitura e de expoentes da comunidade blumenauense, como o empresário Egon Stein, veio a ser realizada ainda no primeiro ano do trabalho de Vilson.


O povo reeencontrando o Prefeito.

Completando o trio das maiores urgências do Prefeito aparecia a reconciliação, política e afetiva com os moradores da cidade, após um período de certa frieza por parte dos governantes. Essa terceira premência era a mais importante para o novo Prefeito do ponto de vista emocional.
Pressa com perfeição.
Obcecado pelo cumprimento das suas principais promessas, o Prefeito pedia, a seu time administrativo, que não o deixasse esquecer esses compromissos. E que todos se dedicassem com afinco ao trabalho de transformar em fatos o que havia, na campanha eleitoral, garantido que faria.
Em relação ao seu desejo de aproximar os representantes dos representados, ele queria deixar claro à população o sentimento de que o Prefeito e seus auxiliares eram seus amigos, eram gente que estava ali para ajudá-los, para resolver seus problemas e afagá-los. E não um grupo de elite que se encastelasse no prédio falso-enxaimel da Prefeitura.
Face a face, olho no olho.

Para atender a essas expectativas, Vilson Kleinubing teve uma ideia extremamente oportuna e ousada: receber, na sede da administração municipal, qualquer pessoa que desejasse falar com ele. Queria conversar com o povo da sua nova cidade, ouvir de cada um, que quisesse vê-lo, o que esperava do Prefeito. Isso teria der ser feito abolindo a burocracia e o protocolo dos habituais pedidos de audiência.
A operação para levar o projeto adiante requereu alguns dias de planejamento e de operacionalização. E exigiu do próprio Vilson e de vários de seus auxiliares próximos um trabalho fatigante, mas, intensamente gratificante.
Próxima coluna.
Como funcionavam as audiências públicas. De buraco na rua a briga de vizinhos.



