As articulações de Jorginho Mello para inviabilizar a candidatura de CarolDE Toni ao senado
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Sem espaço no PL

Com a imposição da candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, ocupando a primeira vaga do PL, o partido fechou questão internamente. A decisão teria ocorrido, inclusive, sob ameaça de ingerência direta do ex-presidente Jair Bolsonaro no diretório estadual, caso o governador Jorginho Mello não cumprisse a ordem do capitão.
Nesse arranjo, a candidatura da deputada Carol De Toni acabou rifada pelo PL, já que Jorginho não abre mão de ceder a segunda vaga ao atual senador Esperidião Amin (PP).
Carol no NOVO
Diante do cenário fechado no PL, Carol De Toni iniciou conversas com o partido NOVO. Segundo pesquisas recentes, a deputada teria eleição praticamente garantida ao Senado e, por isso, não pretende abdicar do direito de concorrer, mesmo que isso implique mudança de partido.
Carol sustenta que sua candidatura é independente, lastreada em capital eleitoral próprio, e não aceitará ser retirada da disputa por acordos de cúpula.
O xeque-mate de Jorginho em Carol
De Toni passou cerca de seis meses negociando sua filiação ao NOVO, mas Jorginho Mello foi mais rápido. Com um único movimento, convidou Adriano Silva para compor a chapa como vice-governador. Com o NOVO integrado à chapa do atual governador, a candidatura de Carol ao Senado pelo partido tornou-se inviável, já que a legislação eleitoral não permite três candidaturas ao Senado na mesma coligação.
Valdemar entra em cena para ajudar Jorginho
Há poucos dias, Carol revelou à imprensa duas propostas feitas a ela pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. A primeira seria assumir a vaga de vice-governadora no lugar de Adriano Silva, já anunciado por Jorginho Mello. A segunda consistiria em disputar a reeleição para deputada federal, com a promessa de assumir a liderança do partido. Segundo o relato, caso nenhuma das propostas fosse aceita, Valdemar teria ameaçado intervir no diretório estadual do PL.
O NOVO como moeda de troca

A articulação de Jorginho Mello pode ter sido um movimento cuidadosamente calculado para retirar Carol De Toni da disputa ao Senado e manter o arranjo originalmente combinado. Quem acredita que o governador se precipitou ao antecipar a escolha do vice pode estar enganado. Adriano Silva e o NOVO surgem como peças de barganha, pressionando Carol a optar entre a vice ou a reeleição. Definida a escolha, Jorginho preserva a chapa ao Senado com Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin. E não será nenhuma surpresa se, após cumprir esse papel, o NOVO acabe sendo descartado da composição.



