Injúria racial, assédio moral e violência doméstica batem recorde no governo Carmen Zanotto – e mais
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A prefeita Carmen Zanotto ( Republicanos) tem feito verdadeiro contorcionismo político para administrar casos de assédio moral, violência doméstica e racismo no âmbito do seu governo. Boa parte das situações tem sido tratada com puxões de orelha, realocação de servidores e uma ou outra nota protocolar, sem medidas mais contundentes.
Embora se trate de casos checados e confirmados, muitas informações não podem ser noticiadas por tramitarem sob segredo de justiça. O tema da violência doméstica é o mais sensível, por envolver a esfera da vida pessoal, área da qual o SC em Pauta opta, de forma responsável, por se abster. A exceção é o caso do vice-prefeito Jair Júnior, que se tornou público por iniciativa dos próprios envolvidos.
O que mais tem chamado a atenção é o comportamento institucionalmente alienado de Carmen Zanotto diante de episódios de extrema gravidade. Ao optar pelo silêncio, a primeira prefeita mulher da história de Lages entra automaticamente em um processo de deterioração da sua imagem como defensora dos direitos das mulheres e das minorias.
Mais do que um problema de imagem, a postura da chefe do Executivo municipal é preocupante, pois pode ser compreendida, por parte dos servidores, como uma postura permissiva. A relativização de casos graves tende a alimentar um clima de insegurança entre os servidores municipais e a abalar a confiança da sociedade na administração pública.
Neste momento, a Prefeitura entra em clima de festa, enquanto algumas secretarias se transformam em focos de incêndio. Carmen Zanotto vai precisar de muito mais do que o barulho do Carnaval e a propaganda antecipada da Festa do Pinhão para conter a mensagem que vem sendo tocada pela ‘banda podre’ do governo.
Vice-prefeito
Tudo o que se sabe até o momento sobre o caso do vice-prefeito de Lages é que novas diligências foram aceitas a determinadas pelo juiz antes das alegações finais e do proferimento da decisão.
Deduz-se que a solicitação tenha partido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), com a intenção de buscar mais elementos probatórios capazes de reforçar a sua tese. O recado que chega nas entrelinhas é de que o MP não demonstra plena segurança quanto a uma decisão condenatória. Diante desse cenário, a audiência de julgamento terminou, para Jair Júnior, com uma expectativa de absolvição.



