Fecomércio SC avalia como positiva aprovação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia
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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomércio SC) avaliou de forma positiva a aprovação, no âmbito europeu, do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. O tratado, que encerra um processo de negociação iniciado há 26 anos, tem assinatura prevista para este sábado (17), no Paraguai. O acordo envolve países que, conjuntamente, reúnem mais de 700 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) superior a US$ 20 trilhões.
Entre os principais efeitos esperados com a entrada em vigor do acordo está a ampliação do fluxo comercial entre os dois blocos, impulsionada pela redução e eliminação de tarifas. A intensificação das trocas tende a estimular maior concorrência, promover a modernização dos setores produtivos e gerar benefícios aos consumidores, como maior oferta de produtos e, em alguns casos, preços mais competitivos.
Santa Catarina figura como um dos estados brasileiros com potencial de ganhos relevantes. Atualmente, é o 11º maior exportador do Brasil para a União Europeia, tendo como principal produto a carne de aves, setor no qual o estado apresenta elevada escala de produção e competitividade de preços frente aos produtores europeus. Também compõem a pauta exportadora motores elétricos, componentes para motores, compensados de madeira e tabaco.
No campo das importações, Santa Catarina ocupa a quarta posição entre os estados brasileiros que mais compram produtos da União Europeia. As importações concentram-se principalmente na Alemanha e na Itália e envolvem, em sua maioria, bens industriais, produtos farmacêuticos, automóveis e alimentos diferenciados. A redução tarifária prevista no acordo tende a ampliar a concorrência e reduzir custos desses produtos no mercado interno, incluindo itens como azeite de oliva extravirgem e bebidas não alcoólicas.
Segundo a Fecomércio SC, o acordo é considerado estratégico por seu potencial de gerar ganhos de eficiência econômica, ampliar a integração internacional e diversificar mercados, especialmente para setores com maior capacidade produtiva e tecnológica. A entidade avalia que Santa Catarina reúne condições favoráveis para se destacar nesse novo cenário, tanto pela estrutura logística quanto pelo perfil de sua economia.
A federação também destacou a atuação da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que teve participação relevante ao longo dos últimos anos no processo de negociação, por meio do presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.



