Deputados defendem mediação de greves e apoio a projetos sobre saúde e educação na Alesc
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A sessão plenária da Assembleia Legislativa de Santa Catarina realizada na manhã desta quinta-feira (14) foi marcada por manifestações de parlamentares em defesa de projetos voltados às áreas da saúde e educação, além de pedidos de apoio para mediação de greves na Grande Florianópolis. Entre os temas debatidos estiveram políticas de inclusão educacional, fornecimento de medicamentos para obesidade e a situação dos servidores municipais em paralisação.
O deputado Marquito (Psol) solicitou apoio dos colegas parlamentares para a criação de um canal de diálogo entre as prefeituras de Florianópolis e São José e os servidores municipais em greve. Segundo ele, a ausência de negociação tem provocado impactos sobre trabalhadores da educação na capital, incluindo exonerações de profissionais temporários e mudanças em equipes escolares. “A greve é um direito constitucional adquirido e eu peço aqui, imploro mais uma vez, com essa fala na tribuna, para que meus colegas deputados auxiliem nesse processo”, afirmou.
Na área da saúde, o deputado Sérgio Motta (Republicanos) defendeu a aprovação do Projeto de Lei 766/2025, que prevê o fornecimento gratuito de tirzepatida na rede pública para pacientes com obesidade grau 3. O parlamentar citou dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional e afirmou que a obesidade atinge 40,5% das pessoas que procuram atendimento na rede pública catarinense. “Nós temos que fazer chegar essa medicação às pessoas que precisam”, declarou.
Já o deputado Rodrigo Fachini (Podemos) anunciou o protocolo de um projeto voltado à criação de um núcleo de apoio pedagógico dentro da política estadual de educação inclusiva. A proposta prevê atendimento multidisciplinar a estudantes com transtornos como autismo, TDAH e dislexia. Segundo o parlamentar, o objetivo é ampliar o suporte especializado para crianças e adolescentes da rede de ensino.
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