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Goetten ao lado do presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta – Imagem: Divulgação

O deputado federal Jorge Goetten, presidente estadual licenciado do Republicanos, detalhou a estratégia do partido para as eleições deste ano. O foco, segundo ele, está na construção de uma nominata competitiva e equilibrada, com potencial de ampliar a bancada tanto na Câmara dos Deputados quanto na Assembleia Legislativa.

De acordo com Goetten, o partido já trabalha com a confirmação de nomes importantes e aposta em um crescimento consistente. “Fechamos uma nominata muito legal. No mínimo, vamos fazer dois deputados federais, mas temos uma chance muito grande de fazer três e, dependendo da performance, pensar até em quatro”, afirmou.

Entre os reforços, o deputado confirmou a filiação do jornalista Paulo Alceu, que deve disputar uma vaga na Câmara Federal. Apesar de reconhecer que se trata de uma “incógnita”, por nunca ter ido às urnas, Goetten acredita no potencial eleitoral do novo filiado.

Outro nome que passa a integrar o projeto é o ex-vereador de Florianópolis Pedro Silvestre, o Pedrão, que ainda avalia se disputará vaga para deputado estadual ou federal, com tendência maior para a Câmara dos Deputados. Além deles, o partido reúne um grupo considerado competitivo no chamado “campo intermediário”, com candidatos que podem alcançar entre 15 mil e 30 mil votos — faixa considerada estratégica para garantir cadeiras. “Temos uma nominata muito forte no intermediário, o que é raro. Isso nos dá segurança para crescer”, destacou.

Para a Assembleia Legislativa, Jorge Goetten me disse que o Republicanos trabalha com uma projeção ainda mais ambiciosa. “Cinco deputados estaduais com segurança. Podemos chegar a seis”, afirmou. Entre os nomes citados estão lideranças regionais e ex-candidatos com bom desempenho eleitoral, além de figuras com forte presença local, o que, na avaliação do deputado, fortalece o partido de forma homogênea em todo o estado.

Acima de projetos pessoais

Um dos pontos centrais da fala do deputado federal Jorge Goetten é o modelo adotado na montagem da nominata. Segundo ele, o Republicanos optou por priorizar o crescimento coletivo da sigla, em vez de projetos individuais. “É muito melhor eleger dois ou três deputados federais e eu não me eleger do que só eu me eleger. O projeto é o CNPJ do partido, não o CPF do Jorge”, afirmou. A mesma lógica, segundo ele, vale para a disputa estadual, com foco na ampliação da bancada. Essa estratégia, conforme o deputado, foi determinante para atrair nomes disputados por outras siglas, que enxergaram no Republicanos maior viabilidade eleitoral.

Relação com o governo

Aliado do governador Jorginho Mello (PL), Jorge Goetten destacou que o partido mantém alinhamento político, mas com autonomia na construção das nominatas. “O governador dá liberdade. Sempre colocamos como prioridade a reeleição dele, mas também trabalhamos o projeto do partido”, explicou. Ele reconheceu que há disputas naturais entre partidos da base, especialmente na montagem de chapas, mas ressaltou que o Republicanos “fez o dever de casa” ao estruturar a nominata com antecedência.

Cotas raciais

STF já tem maioria pela volta das cotas raciais nas universidades – Imagem: STF

Com o sétimo voto para considerar inconstitucional a proibição à política de cotas no estado, o Supremo Tribunal Federal praticamente encerra o assunto, e as cotas voltam a vigorar em universidades do estado. O PSOL, a OAB e algumas entidades, como o Educafro, acionaram o STF. Votaram para tornar a lei estadual inconstitucional os ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Cármen Lúcia.

Sentimento

Merisio parou o discurso para atender a chamada de seu filho – Imagem: Marcelo Lula

Ontem, na coletiva para o anúncio da chapa de centro-esquerda, chamou a atenção o que se pode chamar de “novo Gelson Merisio”. O pré-candidato ao Governo do Estado, em seu discurso, afirmou: “Hoje me trago um pouco mais manso, mais maduro, mais compreensivo”. Durante a sua fala, Merisio chegou a se emocionar e chegou a parar para atender a uma ligação do seu filho mais velho. “Ele me liga umas vinte vezes por dia. Se eu não atendo, ele já fica preocupado, pensando que aconteceu alguma coisa”, afirmou. O fato é que Merisio se mostrou tão à vontade que a impressão que deixa é a de que poderia não estar nos seus planos esta eleição, pois se planejava para 2030, mas que, voltou a sentir que na política era onde queria estar.

Casamento

Há um casamento nesse projeto da centro-esquerda que, anos atrás, poderia parecer improvável, mas que se tornou real entre o pré-candidato ao Governo do Estado, Gelson Merisio (PSB), e as lideranças mais ligadas historicamente com a esquerda. Embora a relação de Merisio, em sua época de Assembleia Legislativa, com nomes do campo progressista tenha sido boa, sobretudo com os deputados estaduais Padre Pedro Baldissera e Luciane Carminatti, ambos do PT, ele tinha outros posicionamentos que foram se transformando ao longo dos anos. E foi isso, além do entendimento da esquerda de que precisa se abrir para dialogar com setores resistentes a ela, que fez com que esse casamento esteja sendo celebrado por todos os envolvidos.

Patrimônio

Luci foi um dos nomes mais festejados pela militância – Imagem: Marcelo Lula

A ex-deputada, com um mandato na Assembleia Legislativa e quatro na Câmara Federal, Luci Choinacki (PT), será suplente na chapa do pré-candidato ao Senado, Afrânio Boppré (PSOL). Luci pode dizer que se sentiu acolhida na sua chegada e ovacionada quando foi anunciado o seu nome. Luci é um dos patrimônios da esquerda catarinense. Ela chegou a chorar ao ser mencionada durante o discurso de Gelson Merisio.

Históricos

Ângela coordenará a formação do plano de governo – Imagem: Marcelo Lula

Lideranças históricas participarão da elaboração do plano de governo da centro-esquerda: a ex-senadora Ideli Salvatti (PT), o professor Elson Pereira (PSOL), que já disputou a Prefeitura de Florianópolis, e, na coordenação do trabalho, a pré-candidata a vice-governadora, Ângela Albino (PDT). Já a coordenação da campanha ficará a cargo de Vitor Silveira, representante de uma geração mais jovem. Além do plano, Ângela terá um papel central na articulação e na construção do diálogo com os diferentes grupos do campo progressista.

Senado

Décio Lima (PT) e Afrânio Boppré (PSOL) se preparam para uma eleição de confronto com os candidatos da direita. Enquanto, em seu discurso, Lima focou na importância da comunicação, Boppré aproveitou para alfinetar o ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL). “Aqui não tem aventureiro, não. Não tem gente que confunde bairro de Palhoça com município”, afirmou.

Baixa no PSD

Gui Pereira foi para o PDT para ser candidato a estadual – Imagem: Divulgação

Os pessedistas perderam o vereador de Florianópolis Gui Pereira para o PDT. Numa articulação feita pelo presidente estadual do partido, deputado Rodrigo Minotto, com a ajuda do pré-candidato ao Governo do Estado, Gelson Merisio (PSB), foi obtida uma carta junto ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, liberando Pereira, que é pré-candidato a deputado estadual. Merisio e Minotto também trabalharam em conjunto para a filiação de outros dois pré-candidatos a uma vaga na Alesc: o ex-prefeito de Chapecó Luciano Buligon e o ex-vice-prefeito de Xanxerê Ivan Marques.

Chapa cheia

Com as filiações, o presidente estadual do PDT, Rodrigo Minotto, conseguiu praticamente fechar a chapa a deputado estadual, e os nomes que sobraram poderão compor uma chapa a federa. O ex-vice-prefeito de Tijucas Sérgio Cardoso e Mariana Franco, suplente de vereadora em Jaraguá do Sul, devem disputar o pleito.

Ruth Cardoso

Hospital Ruth Cardoso passou a ser administrado pela Viva Rio – Imagem: Divulgação

O vereador de Balneário Camboriú, Marcelo Achutti (MDB), protocolou na Câmara Municipal um pedido de convocação da Organização Social Viva Rio, que administra o Hospital Ruth Cardoso. Segundo ele, a motivação foi o grande número de denúncias sobre o atendimento à população. Apesar de ter assumido a gestão em dezembro do ano passado, a OS já começa a ser criticada devido à falta de insumos, de funcionários e até de equipamentos. Achutti afirma que cirurgias chegaram a ser canceladas. “Esperamos que os responsáveis pela Viva Rio possam explicar aos vereadores o que está acontecendo para que o atendimento da comunidade possa melhorar”, afirmou.

Supostas irregularidades

O Tribunal de Contas do Estado está acompanhando de perto o processo que investiga supostas irregularidades no edital de concorrência eletrônica lançado pela Secretaria de Estado da Infraestrutura para a construção de uma escola em Biguaçu. A representação inicial, formulada pela empresa Fercon Engenharia Ltda., apontou falhas como a omissão administrativa na análise de impugnações e prazos considerados exíguos para a apresentação de certificados técnicos complexos. Contudo, a decisão do Tribunal focou na possível restrição à competitividade e no risco de direcionamento técnico do certame, especialmente quanto à exigência da Certificação DATec para a obra, cujo valor estimado é de R$ 36,09 milhões.

Preocupação

O conselheiro relator do TCE, Wilson Rogério Wan-Dall, manifestou preocupação com o andamento do processo licitatório sem que as dúvidas técnicas fossem sanadas pela unidade gestora após uma audiência na Secretaria de Estado da Infraestrutura. Em sua análise, ele ressaltou que “o avanço do processo licitatório, sem a devida elucidação das irregularidades apontadas, agrava o risco de dano ao erário e à competitividade, caso as exigências editalícias sejam de fato restritivas e ilegais”. Diante do cenário, o despacho determina a reiteração de diligência ao secretário Ricardo Grando para que, no prazo de 10 dias, apresente esclarecimentos sobre o alcance da exigência da Certificação DATec, informando se ela será um critério absoluto de habilitação ou se admite comprovação técnica equivalente.

Empresas

A Secretaria de Estado da Infraestrutura deverá, por determinação do TCE, encaminhar a análise motivada da documentação técnica das cinco empresas participantes do certame. O despacho estabelece ainda que a homologação da licitação fica condicionada à prévia reapreciação da matéria pelo TCE.

CPI dos Cartórios

“Em meio à divulgação de dados imprecisos a respeito da atividade extrajudicial no estado de Santa Catarina, a Associação dos Notários e Registradores de Santa Catarina (Anoreg/SC) defende que o debate seja conduzido com base em dados verificáveis, critérios técnicos e responsabilidade institucional.

Os cartórios exercem serviço público delegado, submetido à fiscalização permanente do Poder Judiciário. Trata-se de uma atividade altamente controlada, com mecanismos de transparência e auditorias contínuos, cujo rigor na atuação é acompanhado pelo Estado. A entidade se posiciona firmemente contra a disseminação de informações que não tenham origem em dados verificáveis.

A entidade também rechaça a tentativa de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sem a apresentação de fato determinado ou indícios concretos de irregularidade, conforme determina a lei. A construção de narrativas descoladas de dados técnicos induz a interpretações equivocadas e fragiliza um debate que exige rigor informativo. A eventual abertura de uma CPI com base em percepções genéricas, e não em evidências, representa risco de politização de uma atividade exercida com regulação, auditorias contínuas e elevado comprometimento, que presta serviço essencial à sociedade.

No que se refere aos valores praticados, a Anoreg/SC ressalta que as tarifas dos serviços extrajudiciais não são definidas pelos cartórios, mas estabelecidas por lei estadual, a partir de proposta do Tribunal de Justiça e aprovação pelo Poder Legislativo – e estão entre os estados com tarifas mais baixas do país. Trata-se de um modelo institucional que envolve diferentes instâncias de controle e deliberação. Nesse contexto, causa estranheza que a mesma legislação hoje questionada tenha sido aprovada com voto favorável de parlamentar que agora coloca sob suspeita o modelo que ajudou a validar, uma situação paradoxal.

A entidade destaca ainda os avanços na modernização dos serviços extrajudiciais catarinenses, com ampliação de soluções digitais que aumentam a eficiência, reduzem burocracias e facilitam o acesso. Os cartórios desempenham papel relevante na segurança jurídica, na prevenção de fraudes, no acesso à cidadania, na regularização fundiária, na prevenção de litígios e na execução de políticas públicas.

A Anoreg/SC se coloca à disposição para contribuir com informações técnicas que qualifiquem o debate” – Assessoria de Imprensa da Anoreg