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Coronel Flávio Graff tranquiliza a população após mensagem do PGC – Imagem: Paulo Jamir/SSP-DF

Conversei com o secretário de Estado da Segurança Pública, coronel Flávio Graff, sobre as supostas ameaças do Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Ele afirmou que o Estado segue com a situação sob controle e não há, neste momento, risco iminente de ataques coordenados por organizações criminosas, mesmo após a circulação de mensagens que sugerem uma suposta “liberação” para a prática de pequenos furtos.

Segundo o secretário, o conteúdo foi analisado pelas forças de segurança, que confirmaram a origem, mas avaliam que a mensagem tem caráter mais sensacionalista do que prático. Ele explica que há uma disputa constante por liderança dentro das organizações criminosas, o que acaba gerando esse tipo de comunicação, muitas vezes sem efeito concreto nas ruas.

Graff ressalta que as forças de segurança vêm intensificando o trabalho de inteligência e integração entre Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal e demais órgãos, com foco na prevenção e na antecipação de possíveis ações criminosas. De acordo com ele, operações recentes já resultaram na prisão de diversos envolvidos, o que tem provocado reação interna entre os grupos.

Sobre a ocorrência registrada na terça-feira (14) à noite, na Grande Florianópolis, quando três suspeitos foram mortos após terem sido interceptados com armas, munições e outros materiais, Graff informou que eles iriam matar um homem, sem dar mais detalhes. Ainda assim, ele afasta qualquer relação direta entre o caso e a mensagem divulgada pelo PGC.

O secretário também reforça que Santa Catarina mantém um cenário diferenciado em relação ao restante do país. Segundo ele, dados recentes indicam que a maioria dos municípios não registrou homicídios em determinado período, o que, na avaliação, confirma a condição do Estado como uma “ilha de segurança”, apesar de estar inserido em um contexto nacional considerado mais vulnerável.

Ao mesmo tempo, Graff reconhece a presença de criminosos de alto escalão em regiões do Estado, especialmente em cidades com maior padrão econômico, como Balneário Camboriú. Ele explica que esses grupos têm migrado para atividades financeiras, como lavagem de dinheiro, utilizando terceiros para aquisição de bens, o que exige atuação conjunta com órgãos como a Polícia Federal.

Por fim, o secretário afirma que a população pode permanecer tranquila e garante que qualquer tentativa de ação coordenada será rapidamente combatida. “O Estado está preparado para responder com firmeza e evitar que episódios do passado se repitam”, afirmou.

Inteligência

A coluna teve acesso ao conteúdo de uma mensagem enviada via e-mail pelo Núcleo de Inteligência aos endereços corporativos da Polícia Civil, confirmando a circulação de um comunicado atribuído à organização criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC), com orientações que indicam uma suposta “liberação” para a prática de assaltos. De acordo com o conteúdo, na data de 13 de abril, a mensagem passou a circular em grupos de WhatsApp e também foi repercutida em notícias. O texto teria sido direcionado à chamada “massa” da facção — que inclui integrantes, simpatizantes e moradores de áreas sob domínio territorial do grupo.

Acordos?

No comunicado repassado pela Inteligência à Polícia Civil, o PGC declara o fim da proibição de assaltos contra pedestres e condutores de motocicletas de baixa cilindrada, justificando a decisão como resposta ao que classifica como descumprimento de “acordos” por parte do Governo do Estado. A menção a supostos acordos chamou a atenção de fontes ligadas à área de segurança, que questionam que tipo de “acordo” estaria sendo alegado por uma organização criminosa e em que circunstâncias isso teria ocorrido. Nos bastidores, a avaliação é de que não há qualquer confirmação de pactos institucionais, o que reforça a hipótese de que o discurso seja parte de uma estratégia interna do próprio crime organizado. Mesmo assim, é necessária uma manifestação do setor de segurança do governo.

Estratégia

Uma fonte ligada ao setor da Segurança Pública do Estado me disse que, historicamente, facções utilizam esse tipo de narrativa para tentar legitimar ações ilegais, criar justificativas para mudanças de comportamento e, ao mesmo tempo, transferir ao poder público uma responsabilidade que não existe. Também é uma forma de gerar insegurança e ruído na sociedade, ao insinuar uma suposta perda de controle do Estado. A mensagem do PGC ainda incentiva explicitamente o roubo de bens de maior valor, como joias e aparelhos eletrônicos, com o objetivo de movimentar a economia paralela do crime. Segundo o texto, a medida também seria uma reação à repressão estatal nas ruas e no sistema prisional — outro elemento recorrente no discurso de facções diante do aumento de operações policiais. Mesmo assim, é necessário um esclarecimento à sociedade.

Coletiva

Acontece hoje, a partir das 10h, a coletiva à imprensa da futura chapa de centro-esquerda ao Governo do Estado. Conforme antecipei, a chapa terá o hoje pré-candidato Gelson Merisio (PSB) para governador, Ângela Albino (PDT) como vice, Décio Lima (PT) e Afrânio Boppré (PSOL) ao Senado. Como suplentes de Décio, Elaine Berger (PDT), esposa do ex-senador Dário Berger, e a empresária de Jaraguá do Sul, filiada ao PT, Fernanda Klitzke. As suplentes de Boppré serão a ex-deputada Luci Choinaki e a psicóloga de Laguna, Aparecida da Silva, a Cida.

Sem marqueteiro?

João Rodrigues quer ser o próprio marqueteiro – Imagem: Divulgação

O pré-candidato ao Governo do Estado, João Rodrigues (PSD), me enviou mensagem para dizer que não deverá contratar marqueteiro para a sua campanha. “O marqueteiro das minhas campanhas sempre fui eu e o meu pessoal de confiança”, afirmou. A ideia é trabalhar com “profissionais da casa”.

Tática do isolamento

Bruno Mello revela a tática do PL para a eleição – Imagem: Divulgação

O vice-presidente estadual do PL, Bruno Mello, em entrevista ao jornalista Upiara Bosch, disse que o maior adversário do governador Jorginho Mello (PL) na eleição será a esquerda. Mello deixou escapar uma estratégia que está sendo desenhada nos bastidores: tentar isolar o ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), na eleição, buscando criar uma polarização estadual com Gelson Merisio (PSB), que será o nome da centro-esquerda. A ideia é evitar confrontos diretos com Rodrigues. Para isso, será escalada uma espécie de Padre Kelmon.

Crise doméstica

Amin terá a missão de unir o Progressistas – Imagem: Divulgação

Falei rapidamente com o senador Esperidião Amin (Progressistas) sobre a situação de seu partido, que tem boa parte dos prefeitos e alguns deputados favoráveis a uma aliança com o governador Jorginho Mello (PL). Vale lembrar que Amin, que assumiu o comando estadual do partido, já anunciou que a sigla estará no projeto do pré-candidato ao Governo do Estado, João Rodrigues (PSD). Questionado sobre como resolverá as questões internas, o senador, que é pré-candidato à reeleição, respondeu: “Entre os progressistas, nós sabemos como agir. O que precisamos é ter um cronograma de campanha para podermos contribuir com o projeto em que estaremos”, afirmou.

Confirmado

Júlio Garcia confirma que disputará uma vaga na Câmara Federal – Imagem: Alesc

O presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), deverá intensificar as suas agendas pelo estado. Segundo ele, o seu projeto de disputar uma vaga à Câmara Federal segue firme, desfazendo boatos de que poderia disputar a eleição estadual novamente. Garcia afirmou que tem confiança no seu projeto e que não descumpriria a sua palavra para tentar mais um mandato na Alesc. “A minha palavra é uma só. Jamais mudei, e não seria agora, após tantos anos na política”, afirmou.

Almoço

Governador pediu a união do partido pensando na eleição – Imagem: Divulgação

A bancada do PL na Assembleia Legislativa se reuniu ontem para um almoço no gabinete do líder, deputado Marcius Machado. Apenas Oscar Gutz não esteve presente. O governador Jorginho Mello (PL) almoçou com os deputados e deu boas-vindas aos novos filiados. Fontes ouvidas, que estiveram no encontro, me relataram que o clima foi festivo, ao mesmo tempo em que serviu para o governador mobilizar os parlamentares em prol do projeto do partido, que é eleger 15 estaduais e cerca de 8 federais.

Sobre o MDB

Ao falar aos deputados estaduais do PL sobre as articulações com os demais partidos, o governador Jorginho Mello (PL), ao se referir ao MDB, disse que não houve qualquer traição. Brincou que estavam namorando, mas que surgiu a oportunidade de um vice (Adriano Silva), com boa votação e com poder de contribuir para o seu projeto. “Às vezes você namora, pega na mão, mas nem sempre casa com quem pega na mão”, afirmou Jorginho. Mesmo assim, disse que pretende ter o MDB e o Progressistas na aliança.

Baixar a fervura

O governador Jorginho Mello (PL) também pediu aos deputados que evitem brigas internas e, principalmente, levar problemas que devem ser resolvidos no partido para a imprensa. Para ele, é preciso apaziguar os ânimos. Jorginho também pediu a todos que se esforcem para levar às regiões as informações de seu governo e que se empenhem para que um bom número de pessoas vá ao evento com o pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), no próximo dia 9 de maio, em Jurerê, em Florianópolis. Jorginho foi ao almoço com o secretário de Estado da Casa Civil, Henrique Junqueira, e com o seu braço direito, Nara Godoy.

Ação contra Ulisses

Ulisses Gabriel deve responder por improbidade administrativa – Imagem: Divulgação

O Ministério Público deu início, na segunda-feira (13), a uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-delegado-geral Ulisses Gabriel, que é pré-candidato a deputado estadual. Além das possíveis penalidades, caso seja comprovada a irregularidade, como perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por até 12 anos, a 40ª Promotoria de Justiça da Capital também pede indenização por dano moral coletivo.