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João Rodrigues é pré-candidato ao Governo do Estado – Imagem: Divulgação

O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), assinou o seu compromisso de renúncia ontem à noite, em um evento que reuniu lideranças empresariais e forças políticas de seu partido, do MDB e da Federação União Progressista.

Rodrigues, em seu discurso, já deu o tom que norteará a sua campanha, que é a comparação de gestão. Foi crítico à gestão do governador Jorginho Mello (PL), a quem acusa de não ter duplicado nenhuma rodovia estadual. “Lamentavelmente encerra-se um governo (Estado) que não duplicou uma rodovia estadual. Que lançou o maior programa publicitário da história, investindo no ano passado e agora próximo de R$ 200 milhões para anunciar um programa chamado Estrada Boa, que se resume ao recapeamento de rodovias estaduais”, disse.

Ainda levando o discurso para a comparação, Rodrigues destacou que duplicou mais rodovias em Chapecó do que Jorginho fez em todo o estado. “Nós fizemos mais obras, com projetos contratados pelo nosso governo. Obras contratadas e executadas pelo nosso governo, mais do que o governo do Estado fez. A propaganda é gigante, mas a entrega são de obras do ex-governador Moisés”, declarou.

O evento também teve falas das lideranças convidadas. O senador Esperidião Amin (Progressistas) não conseguiu viajar para Chapecó, mas gravou um vídeo em apoio a Rodrigues, falando que estarão juntos em uma jornada de unidade. O presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), destacou o impacto da gestão de Rodrigues, chamando o que viu em Chapecó de grandioso. E concluiu falando da construção de uma forte aliança. “Falaram que o João estava isolado. O João vai estar muito bem acompanhado. Vai construir, junto com a aliança que está sendo formada, um projeto de curto, médio e longo prazo. É isso o que nós queremos”, afirmou.

O presidente estadual do MDB, deputado Carlos Chiodini, também destacou o alinhamento político entre os partidos que anunciaram a aliança na semana passada. “Que Deus ilumine seu caminho e vamos juntos a uma nova vitória”, disse. As falas foram encerradas pelo coordenador da Federação União Progressista, deputado Fábio Schiochet, que associou a pré-candidatura de Rodrigues ao protagonismo regional. “O povo do Oeste mostrou que tem coragem e tem de sobra. Está na hora de Chapecó colocar um governador lá para fazer a coisa direito. Fazer o que você fez aqui”, disse.

Sentimento

Nos bastidores do evento, os deputados emedebistas não pouparam o governador Jorginho Mello (PL) de críticas. Viajaram a Chapecó o presidente estadual do partido, deputado federal Carlos Chiodini, e os deputados estaduais Mauro De Nadal, Volnei Weber e Tiago Zilli. As falas foram tanto pelo fato de Jorginho ter deixado o MDB no caminho como pela própria gestão, que foi alvo de apontamentos. Segundo uma fonte, eles não fizeram nenhuma questão de esconder o distanciamento e que agora estão em um projeto de oposição.

Coelho para vice?

Coelho aparece na lista de possíveis vices na chapa de JR – Imagem: Divulgação

O MDB ainda não parou para decidir quem será indicado como vice na futura chapa de João Rodrigues (PSD) para a disputa ao Governo do Estado. Até o momento, o líder emedebista Carlos Chiodini tem a ficha número um. O deputado estadual Antídio Lunelli pode ser uma opção e um terceiro nome surge como uma possibilidade. Seria o do ex-deputado federal Rodrigo Coelho. Ex-vice-prefeito de Joinville, Coelho se filiou ao MDB e poderia ser o nome para contrapor o prefeito Adriano Silva (Novo), que será o vice na futura chapa do governador Jorginho Mello (PL).

Para observar

Ao renunciar e se colocar como pré-candidato ao Governo do Estado, João Rodrigues (PSD) terá que assumir o papel de oposição à gestão Jorginho Mello (PL). Caso não faça isso desde já, terá dificuldade mais para frente. Isso porque o governador não teve uma oposição de fato, o que o faz entrar no período pré-eleitoral numa posição confortável, embora os números das pesquisas sérias mostrem um teto que até o momento não foi superado. Portanto, se Rodrigues fizer valer o papel de opositor, teremos a oportunidade de observar como Jorginho se comportará frente a fortes questionamentos e críticas.

Debates

No ano passado, escrevi que o marqueteiro Fábio Veiga não deixará o governador Jorginho Mello (PL) participar de debates eleitorais. Experiente, Veiga conhece bem João Rodrigues (PSD) e Gelson Merisio (PSB). Sabendo do potencial de ambos em debates, tentará evitar de toda forma expor Jorginho, que não tem uma boa oratória.

Prefeito de Chapecó

O advogado Valmor Scolari (PSD) será o novo prefeito de Chapecó. Casado, pai de uma menina, Scolari foi eleito pela primeira vez para a Câmara de Vereadores em 2012. A partir daí, passou a se reeleger nas eleições seguintes e também passou por secretarias. Em 2024, se elegeu vice-prefeito de João Rodrigues (PSD), tendo agora a oportunidade de assumir a prefeitura. Scolari quase perdeu a vida durante a pandemia. Com Covid, foi internado em estado grave, chegando a ser entubado. Ficou por semanas em estado grave, mas conseguiu se recuperar. Ontem, em seu discurso, ele disse: “Na política, a gente precisa ter respeito, gratidão e lealdade. O prefeito João sabe que de mim não faltará em nenhum momento”, afirmou Scolari.

Combustível

Santa Catarina está entre os 20 estados que devem aderir à proposta do Governo Federal, que prevê um subsídio a importadores de diesel. O objetivo é conter a alta do preço do combustível, provocada pela guerra entre os Estados Unidos, Israel e Irã. A ideia do Governo Federal, apresentada aos secretários de Estado da Fazenda em reunião na semana passada, em São Paulo, é conceder subvenção aos importadores de R$ 1,20 por litro até o fim de maio, dividida em 50% para a União e a outra metade para os estados. Uma fonte ligada à Secretaria de Estado da Fazenda já havia me adiantado que uma das preocupações seria com a compensação. A ideia de Brasília é compensar através da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados de cada unidade da federação.

Responsabilidade

Quando o Governo do Estado aceita dialogar e entende que pode contribuir para a questão da crise do combustível, mostra que está colocando os interesses da sociedade em primeiro lugar. Divergência política tem um limite, que é justamente os interesses e os direitos dos cidadãos. Portanto, a gestão Jorginho Mello (PL) faz um gesto importante de responsabilidade ao aceitar discutir uma alternativa para reduzir o preço do diesel, contando que o Governo Federal também faça a sua parte, por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) para bancar a subvenção. A proposta apresentada por Brasília para conter a alta do diesel evita um impacto direto no ICMS, mas não impede que os estados tenham perdas. Pelo modelo em discussão, será concedida uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel até o fim de maio, sendo 50% bancado pela União e a outra parte pelos estados.

Resultado no caixa

A diferença em relação à proposta inicial do Governo Federal é significativa. Antes, a ideia era que os estados reduzissem o ICMS sobre o diesel, o que afetaria diretamente a arrecadação. Agora, o imposto não precisaria ser zerado. Mesmo assim, os estados vão, sim, ajudar a pagar a conta. A estimativa é de uma perda de cerca de R$ 1,5 bilhão em dois meses. A compensação será feita por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Na prática, isso significa que a União vai reter uma parcela de recursos que seriam repassados aos estados para bancar metade do subsídio. Ou seja, o impacto não aparece diretamente no ICMS, mas aparece no caixa. Os estados vão receber menos recursos do FPE, o que reduz a capacidade de investimento, de custeio e de execução de obras e programas.

Redução de receita

Do ponto de vista fiscal, não é uma perda capaz de quebrar os estados, mas é uma perda relevante, principalmente para estados menores, que dependem mais do Fundo de Participação. Já para os estados mais fortes economicamente, caso de Santa Catarina, o impacto é menor proporcionalmente, mas ainda assim representa redução de receita em um momento de contas apertadas. No resumo da ópera: os estados não vão perder tanto quanto perderiam com a redução do ICMS, mas também não vão sair ilesos. Vão pagar parte da conta — e com dinheiro do próprio FPE.

Impasse em BC

O deputado estadual Carlos Humberto Silva (PL) se mostrou surpreso com a informação da coluna de que os vereadores de Balneário Camboriú, Guilherme Cardoso e Victor Fortes, devem deixar o partido para se filiar ao Republicanos. Além disso, Silva está olhando com atenção os movimentos de Cardoso, que poderá disputar uma vaga à Assembleia Legislativa, o que os tornaria adversários. Questionei o parlamentar ontem na Alesc, mas ele não fez qualquer comentário. Conforme já informei, Cardoso e Fortes estão insatisfeitos com a aproximação do PL com a gestão da prefeita Juliana Pavan (PSD).

Camilo no PL

Jorginho prestigiou a filiação do deputado Camilo Martins – Imagem: Divulgação

O deputado estadual Camilo Martins se filiou ontem à noite ao PL. O parlamentar teve a ficha abonada pelo governador Jorginho Mello (PL). A mudança do Podemos para os liberais se deve à insatisfação com a condução do partido no estado, além da intenção de disputar a reeleição por uma chapa mais competitiva. Camilo quer fazer uma boa votação para fortalecer o seu projeto de disputar a Prefeitura de Palhoça em 2028. “É uma decisão construída com responsabilidade, conversando e ouvindo as pessoas. Chego ao PL com o compromisso de trabalhar ainda mais por Santa Catarina, fortalecendo projetos que impactam diretamente a vida das pessoas”, afirmou.

Ex-prefeito no Republicanos

Filiação de Moser foi bem prestigiada – Imagem: Divulgação

O ex-prefeito de Indaial, André Moser, assinou ficha ontem no Republicanos. Moser chega ao partido como pré-candidato a deputado estadual. Para o presidente estadual do Republicanos, deputado Jorge Goetten, a filiação representa o crescimento e a consolidação da sigla no Estado.

Moisés no UB

Moisés disputará uma vaga à Câmara dos deputados – Imagem: Divulgação

O ex-governador Carlos Moisés da Silva anunciou que se filiará ao União Brasil. Ele esteve ontem com o presidente estadual do partido, deputado Fábio Schiochet. Moisés é pré-candidato a deputado federal, chegou a flertar com o Podemos e com o Progressistas, mas, no final, decidiu ir para o UB.

Polícia Civil

Alessandra ao lado do delegado-geral Marcelo Nogueira – Imagem: Divulgação

Alessandra Colpani Rabello foi nomeada como a nova delegada-geral adjunta da Polícia Civil. Ela substitui o delegado Nilson Cesar, que era uma indicação do deputado estadual Maurício Eskudlark (PL). O foco de Alessandra será a violência contra a mulher.