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Em 1989, no início da administração de Vilson Kleinubing como Prefeito de Blumenau, o fortalecimento do conceito de Centro de Bairro voltou a ser prioritário na área de Planejamento Urbano.
Quanto mais as pessoas tivessem a possibilidade de viver de modo independente em relação ao centro urbano da cidade como um todo, tanto melhor para elas e para o conjunto do município. O trânsito fluiria melhor, os moradores daquele local teriam grande economia com transporte e um dia a dia mais confortável.
Um outro Centro com tudo mais perto.
Para que tal objetivo se realizasse, a municipalidade precisava incentivar a instalação, no próprio bairro, dentro do seu já existente “centro”, daquilo tudo que é diuturnamente necessário na vida dos cidadãos: padarias, farmácias, mercados, agências bancárias, lotéricas, lojas de todo gênero, além, claro de todos os serviços públicos necessários. Desse modo o morador poderia prescindir de idas ao Centro da Cidade para ter acesso aos serviços e ao comércio de que necessita habitualmente. Esta soma de fatores torna o local um polo de atividade e convivência para a população local.
O impulso do Poder Público na iniciativa privada.

Os instrumentos para o fomento dos empreendimentos particulares são principalmente de ordem tributária e administrativa, com valores diferenciados de ISS, IPTU, alvarás, etc.) e benefícios especiais, por exemplo, na ocupação do terreno, volume a ser construído, disponibilização de vagas de estacionamento na via pública. E é imprescindível, claro, que os serviços públicos, nas áreas da saúde, educação, atendimentos burocráticos em geral, também sejam prestados com celeridade e resolução naquela mesma área.
Incentivos como esses geram uma dinâmica própria, vão criando desdobramentos que valorizam a comunidade, alimentam novas iniciativas, criam uma experiência de vida da qual a pessoa não quer mais abrir mão. É como viver em uma cidade de pequeno ou médio porte dentro de uma cidade grande.

Quem habita hoje, por exemplo, a Itoupava Central, compreende com perfeição a dinâmica do “centro de bairro”, um elemento de melhoria da vida que a Prefeitura, quando Vilson Kleinubing estava lá, levou muito a sério. Tomou muitas iniciativas para garantir sua consolidação.
Próxima coluna.
A decisão sobre quais regiões da cidade deveriam concentrar os novos estímulos ao adensamento e ao surgimento dos serviços próprios de centros de bairros. E quais delas, deveriam ter seu crescimento freado.
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