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Imagem: Freepik

A temporada de verão de 2026 no litoral de Santa Catarina foi marcada por mudanças no comportamento dos turistas, com maior uso de imóveis alugados, redução de gastos em restaurantes e consumo mais cauteloso no comércio. O levantamento da Fecomércio SC aponta que o gasto médio total por turista foi de R$ 8.224, valor menor que em 2025, mas ainda o segundo maior da série histórica iniciada em 2013.

Na hospedagem, o aluguel de imóveis liderou as escolhas, com 40,2% de preferência, seguido por hotéis e pousadas. Plataformas digitais concentraram mais da metade das locações por temporada e intermediaram parte das reservas hoteleiras. Entre os destinos, Florianópolis e Balneário Camboriú se destacaram pelo aluguel por temporada, enquanto Imbituba teve predominância da rede hoteleira e Laguna apresentou forte presença de imóveis próprios de veranistas.

O estudo também identificou mudanças nos gastos dos turistas. As maiores despesas continuaram sendo hospedagem e pacotes turísticos, mas houve queda significativa nos gastos com alimentação, indicando que muitos visitantes optaram por cozinhar nos locais de hospedagem. Já os gastos com transporte ficaram acima da média histórica, influenciados pelo aumento de combustíveis e passagens aéreas, enquanto as compras no comércio cresceram e atingiram a maioria dos turistas.

Na avaliação da experiência turística, o litoral catarinense registrou alto índice de satisfação, com 78% dos visitantes classificados como promotores dos destinos, segundo a metodologia Net Promoter Score. O levantamento também mostrou alto índice de fidelidade, especialmente em Laguna, enquanto destinos como Imbituba e Florianópolis se destacaram pela atração de novos visitantes. Entre empresários, a percepção foi de temporada com movimento abaixo das expectativas em parte dos setores, especialmente no varejo tradicional e restaurantes, enquanto hotéis, agências de turismo e serviços ligados à experiência turística registraram melhor desempenho.